sexta-feira, 25 de setembro de 2020

Medo até da sombra!

Quem tem um gatinho ou cãozinho assim, que saia correndo ao mínimo barulho? Em alguns casos, até mesmo o bater de uma janela com o vento é o suficiente para o animalzinho sair correndo feito um raio. Se for um som estrondoso então, como de um trovão, correm para debaixo da cama. Barulho de fogos de artifício pior ainda, pois, alguns animais podem até sofrer um ataque cardíaco. Assobio, bater de palmas, ventanias, helicóptero e caminhão de lixo são só alguns exemplos de uma lista enorme de ruídos que mexem com os nervos de muitos cães e gatos que sofrem de medo excessivo. Porém, o problema não está só nos ruídos. Eles também podem desenvolver medo de pessoas e de outros animais.

Isso prejudica muito a qualidade de vida deles, pois, um cão muito medroso, por exemplo, pode não querer passear na rua ou então sair com uma postura agressiva, difícil de controlar, já que ele fica o tempo todo na defensiva. Nesse caso, o passeio que era para ser um momento de lazer, vira a pior hora do dia para o cachorro. E o medo em alto grau dificulta o convívio e também as idas ao veterinário, a realização de exames e tratamentos médicos.

Leia essa minha matéria completa acessando AQUI

Fátima ChuEcco jornalista/escritora


quinta-feira, 24 de setembro de 2020

Dezessete: Cachorro que trabalha no filme era de abrigo e foi adotado por ator principal


O filme "Dezessete", em cartaz no Netflix, é muito gostoso de ver. A temática envolvendo um delinquente juvenil inclui também a história de um cachorro que, tanto no filme quanto na vida real, vivia num abrigo da Espanha, onde se passa o filme. E olha que legal: dentro e fora do filme o ator principal, Biel Montoro, se apaixonou pelo cão batizado Oveja (ovelha em português) adotando-o logo após as gravações.

O diretor Daniel Sánchez Arévalo não queria cães treinados para atuarem em "Dezessete" e por isso visitou abrigos. "Quando encontrei Oveja, foi amor à primeira vista e o mesmo aconteceu com Curro, o cão de três patas" - disse o diretor em entrevistas a sites estrangeiros. Sim... o filme conta com a participação de um vira-lata de três patas que também foi adotado. O diretor disse também que os cães não obedeceram a comandos ou se submeteram a ordens. Eles foram autênticos, filmados em suas reações naturais.

Veja o trailer legendado:

A adoção dos cães participantes do filme foi um acordo firmado entre o diretor e o abrigo espanhol. Achei essa iniciativa genial.  Talvez, sem o filme, esses animais passassem a vida toda em abrigos. Por isso, a gente tem que pensar bem quando critica filmes com animais de verdade. É possível trabalhar com cães e gatos de abrigos utilizando cenas naturais dos animais, sem qualquer tipo de abuso e, além do mais, nessas filmagens sempre tem pessoas do abrigo acompanhando tudo!

Em "Dezessete" até mesmo um cãozinho com leishmaniose ganhou a chance de ter um a família e um tratamento médico. Ele aparece num ferro velho dentro de um carro. Oveja virou astro da noite pro dia. Acompanhou a comitiva do filme em festivais, festas e é supermimado na casa de Biel. 

O ator até gravou um vídeo mostrando a nova vida de Oveja. Veja abaixo:

E, voltando ao filme, eu só tenho mais uma coisa a dizer: assistam! Tem drama e comédia... emoção... e "nota dez" para a avó de Hector (jovem interpretado por Biel). A vovozinha acamada acompanhada o neto pra cima e pra baixo e adivinhem quem passa a cuidar dela? O cãozinho de três patas! Não é uma graça?!

Na internet rolou até uma busca intensa pra saber a tradução da única palavra dita pela vovozinha durante o filme todo: tarapara. O que será isso??? O diretor diz que inventou a palavra para expressar tudo o que a vovozinha sentia. Esse é um daqueles filmes de humor inocente, cheio de mensagens positivas e que dá gosto de ver, ainda mais sabendo que o elenco canino foi todo adotado.  


Fátima ChuEcco jornalista/escritora




quarta-feira, 23 de setembro de 2020

Dia Internacional do Gorila - 24 de Setembro


Eles estão em extinção, infelizmente... mas pelo menos esse ano vários bebês de gorila-da-montanha nasceram nas Montanhas de Virunga, na Republica Democrática do Congo. Recentemente ocorreu, inclusive, um raro nascimento de gêmeas. Hoje são ao todo apenas cerca de mil gorilas dessa espécie no mundo todo. É pouco... mas a natureza tem colaborado para que novas gerações surjam. Saiba mais em Virunga.Org - ONG que atua na proteção dos gorilas e que publicou essas belíssimas fotos. Acesse facebook AQUI



Fátima ChuEcco jornalista/escritora

Robôs já substituem redatores e continuarão fazendo isso cada vez mais


Matéria de André Rosa publicada pelo portal Comunique-se provoca  "Afinal, robôs vão substituir jornalistas?". Muito bem composta, a matéria explica como a AI - Inteligência Artificial já substituiu jornalistas em algumas redações e como deve continuar derrubando humanos que ganham a vida escrevendo as notícias. 

Embora, num primeiro momento, o tema assuste e cause um frio na barriga por conta de um mercado de trabalho incapaz de absorver todos os jornalistas formados (ou não), a matéria também suaviza a notícia explicando que o discernimento humano ainda não pode ser substituído pelo robô. Ou seja, a reflexão e a emoção ainda dependem do humano para serem inseridas num texto.

Sendo assim, creio que o mais correto seria dizer que os robôs devem substituir os "redatores" que não necessariamente são jornalistas ou fazem reportagens

Hoje em dia, milhares de portais de notícias apenas fazem um "mix" do que já foi publicado por outros jornais. Pegam um pouquinho daqui, outra coisinha dali, criam um novo texto e, muitas vezes, assinam pesquisas e entrevistas que não fizeram, apenas copiaram.

Nesse sentido, me parece bem provável que robôs possam fazer esse trabalho com mais rapidez e eficiência, compondo um texto novo a partir de outros. Mas isso é redação e nem toda redação é jornalística em sua essência.

A pesquisa exaustiva de dados para comparação ou atualização de estudos, a investigação sobre determinados fatos, a entrevista com fontes primordiais para uma reportagem... isso já é um trabalho jornalístico e, ao meu ver, exige um coração pulsando que olhe nos olhos do entrevistado, que sinta sua respiração, que pesque sua inspiração ou desejo de contar algo novo, seja terrível ou agradável para os leitores.

O jornalista se envolve no que faz. Ele capta fatos, mas também sentimentos. Ele traduz a esperança ou o medo de um povo... Ele dá voz a quem não está visível no google para uma pesquisa mecanizada. Ele muitas vezes busca a verdade (ou a notícia) com seu próprio corpo visitando locais, pessoas ou narrando suas experiências pessoais em determinado assunto.

O jornalista "humaniza" o texto apresentando personagens reais com os quais conversa ou investiga. E mesmo tendo que também colher dados, estatísticas e fatos numa apuração pela internet (assim como um robô), só ele (pelo menos por enquanto) é capaz de dar à matéria esse "plus" emocional que é o que cativa os leitores e, especialmente, os faz refletir.

         Essa sou eu no último ano de faculdade com o jornal
              que idealizei e publiquei reunindo amigos e colegas de classe

Quando eu decidi cursar jornalismo não tinha em mente mergulhar num mundo de textos da internet só para reescrevê-los, feito um robô. Eu queria me lançar dentro de histórias reais, mergulhar em universos bem diferentes do meu, e transmitir essa "apuração" para outras pessoas. Mais que isso, eu queria melhorar um pouquinho o mundo com minhas reportagens... por isso enveredei, dentro do jornalismo, pelo campo do meio ambiente e causa animal. Escolhi o jornalismo porque essa área tem o poder de pequenas a grandes mudanças.

No meu caso particular, eu já tinha um pouco de jornalismo no DNA. Quando aprendi a escrever, uma de minhas redações aos 7/8 anos de idade, foi sobre a inundação da casa de uma tia minha. A redação falava dos prejuízos e sofrimento com essa perda por conta das chuvas. Lembro direitinho da professora perguntar para minha mãe se eu mesma tinha feito a redação. 

Aos 13 anos pedi para um jornal do meu bairro publicar um pequeno artigo meu sobre a caça as baleias, que ainda era permitida no litoral do Brasil. Publicaram na íntegra, mas não sem colocar no final um parecer sarcástico, do próprio jornal, desmerecendo minha preocupação com as baleias já que havia tanta criança passando fome - mas isso ainda era bem normal no comecinho dos anos 80 quando eu era uma adolescente começando a lutar pelo meio ambiente.

Então... meu desejo não era apenas escrever, mas investigar e motivar mudanças positivas como uma jornalista e não como uma robô. Creio que boa parte das pessoas que optaram por fazer jornalismo também tem essa "luzinha" dentro de si que nunca se paga, não importa a idade: uma luzinha que pede para contribuir para com um mundo melhor. Será possível essa "missão" do jornalismo ser executada por um robô?

Leiam o artigo do Comunique-se e tirem suas próprias conclusões acessando AQUI

Fátima ChuEcco jornalista/escritora


 

domingo, 13 de setembro de 2020

Quando um animal sofre violência, a esposa e filhos do agressor também correm perigo


Nesse vídeo falo um pouco dos estudos sobre o perfil/padrão dos agressores e assassinos de animais. Leis mais rígidas não protegem apenas os animais, mas também vítimas humanas, por isso que em vários países esse tipo de delito é tratado com seriedade e preocupação. Procurei condensar as principais informações em pouco mais de um minuto. Quanto mais gente souber disso, mais chances dos animais no Brasil ganharem leis de proteção mais rígidas.


Fátima ChuEcco - Jornalista/Escritora

Foto de abertura Pixabay Free


segunda-feira, 7 de setembro de 2020

Medicina Veterinária Integrativa ameniza os efeitos da quimioterapia


O gatinho Mauro, de SP, é um exemplo de como a Medicina Veterinária Integrativa pode agir positivamente sobre o câncer.  Ele já estava com  anemia severa e leucopenia (diminuição da imunidade) quando descobriu-se que tinha Leucemia. Diferente de muitos casos mais comuns, Mauro não tem leucemia devido ao vírus da FELV.  Ele iniciou os tratamentos quimioterápicos, mas também  vitaminas para anemia e nutracêuticos com função antitumoral e para aumento de imunidade. Sua dieta foi mudada para uma ração com maior teor de proteína e ele passou a  ser tratado também com homeopatia tomando Viscum album semanalmente.  Os exames do Mauro foram melhorando dia após dia e ele voltou a ser um gato ativo que brinca e se alimenta normalmente. Leia a matéria completa acessando AQUI

Fátima ChuEcco jornalista/escritora

sábado, 5 de setembro de 2020

A positiva energia do tratamento floral em animais


Cães e gatos são repletos de emoções e sentimentos. Sabemos disso e presenciamos todos os dias. Eles sabem expressar muito bem quando estão, por exemplo, felizes, entusiasmados, tristes, com medo, raiva, ansiosos ou estressados. O problema é que muitas vezes eles somatizam sentimentos ruins no organismo provocando um desequilíbrio energético. Em outras são capazes de absorver as emoções negativas dos seus tutores, o que também pode desregular suas funções orgânicas.

Inúmeras são as situações vividas pelos pets que podem desarmonizar o organismo e até mesmo serem a origem de algumas doenças:  mudança de casa, morte de membro da família, chegada de um novo animal na casa ou de um bebê, brigas entre as pessoas que moram na mesma residência, sensação de abandono quando o tutor não dá a devida atenção, traumas vividos antes de serem adotados, tristeza ou depressão do tutor, entre outros. 

Por isso, quando um veterinário que atua com tratamento floral recebe um cachorro ou gato, transforma a consulta numa espécie de consultório psicológico. O profissional vai obviamente realizar o exame clínico presencial e solicitar exames médicos específicos para detectar possíveis doenças crônicas ou problemas de saúde sazonais, mas também investigará todo o contexto que envolve o animal.  Saiba mais acessando a matéria completa AQUI

Texto e foto Fátima ChuEcco jornalista/escritora


quarta-feira, 2 de setembro de 2020

Conheça a entusiasmada gatinha Filó: encantadoramente diferente!

 


Filó foi resgatada em SP há um ano e  meio quando tinha por volta de seis meses de vida. Devido a possível trauma de atropelamento ou chute ficou com sequela neurológica que a faz não ter muito equilíbrio para caminhar e, por vezes, ela tomba. Apesar disso ela brinca, corre, pula e é extremamente carinhosa. Não tem necessidade de nenhum remédio e nem de ajuda para urinar. O problema se manifesta na locomoção (veja vídeo). Foi resgatada pela ONG Lar Gatos e agora está num lar temporário. Renata, que está dando suporte à gatinha enquanto ela não é adotada, ressalta que Filó é muito dócil, adora pessoas e não dá nenhum trabalho. Diz também que ela já esteve pior dos movimentos e que com fisioterapia é bem provável que melhore mais ainda, porém, nem ela e nem a ONG tem condições de bancar um tratamento. Interessados em adotar ou ajudar de alguma forma a Filó podem entrar em contato com a Renata no zap (11) 99920-9334.




terça-feira, 1 de setembro de 2020

Macacos são pessoas

Eles não têm patas, mas mãos e pés muito semelhantes aos nossos. Expressões faciais e sentimentos idênticos aos nossos. Eles riem e gargalham. Aprendem a linguagem dos sinais. Sabem jogar no computador. Folheiam revistas, adoram gibis, se reconhecem em fotos e no espelho. São capazes de aprender muitas coisas que fazemos. São nossos ancestrais menos evoluídos - e até nisso há controvérsias porque vários macacos podem ser mais solidários que muitas pessoas. O que falta para os macacos também serem considerados pessoas? 


Fátima ChuEcco - jornalista/escritora

ESTRANHAS MANIAS FELINAS

“Daqui não saio, daqui ninguém me tira”. A frase, que é muito popular no Brasil, se encaixa direitinho em algumas situações protago...