sábado, 30 de abril de 2016

GATO PARTICIPA DE CASAMENTO DOS TUTORES


Um gatinho preto, de patinhas e peito brancos, chamado Menino Vargas, foi o “Cavalheiro de Honra” no casamento de Luiz e Layssa na Philadelphia (EUA). Ele, inclusive, usou gravatinha igual ao “pai adotivo” e se comportou direitinho até o final da cerimônia. Layssa conta que providenciou uma pessoa para cuidar dele durante o evento e deu as crianças bolinhas de sabão para distraírem Menino. “Ele adora esse tipo de brincadeira! Ninguém acreditou que ele pudesse participar do casamento, mas deu tudo certo” – diz a “mãe adotiva” orgulhosa.




Menino nasceu em uma oficina mecânica e é filho de uma gata chamada “Menina”. De índole mansa e muito comunicativo, já fez amizade com uma pit bull da casa vizinha e recentemente travou contato com uma yorkshire da vizinhança. Layssa conta que nos EUA a maior parte dos gatos é criada solta. Ela também solta Menino, mas fica de olho nele e nunca o deixa sozinho. 

Ele também passeia de peitoral assim como a Ághata Borralheira, sua mais recente amizade estrangeira. Ághata é uma gatinha preta que também tem “botinhas e luvinhas” brancas, e queixo branco como Menino. Ela protagoniza histórias da literatura clássica buscando acabar com o preconceito contra os gatos pretos e incentivar crianças e adultos a amarem animais de todas as cores. Para saber mais e participar dessa iniciativa acesse o facebook Ághata Borralheira https://www.facebook.com/aghataborralheirabook/ 

                                                                    Menino Vargas

                                                              Ághata Borralheira

sexta-feira, 29 de abril de 2016

GATOS EM BRECHÓ DA ÁFRICA DO SUL


Uma protetora de gatos teve a ideia de manter um brechó para manter os gatos que resgata. E eles acabaram virando atração do lugar. Ficam naturalmente espalhados pela loja dando um toque especial aos objetos antigos ou descartados. Visivelmente bem tratados são alvo das câmeras de turistas que visitam Johanesburgo e que têm um motivo a mais para comprar alguma coisa. Fica a dica para protetoras que possam abrir em suas próprias casas um espaço assim. Fotos? Rosemary Polycarpo em viagem a Johanesburgo






segunda-feira, 25 de abril de 2016

FILME SOBRE A PSIQUIATRA QUE AMAVA GATOS ESTREIA DIA 28


Que delícia! Estreia dia 28 de abril, no Cine Caixa Belas Artes (SP),  o filme "Nise - O Coração da Loucura", sobre a história de Nise da Silveira, psiquiatra que implantou terapia com animais, especialmente com gatos, em hospitais psiquiátricos. Mas já está em exibição em outros cinemas da Av Paulista como o PlayArte Bristol, Shopping Cidade SP e Reserva Cultural (e tb no Espaço Itaú da Rua Augusta). Além de trabalhar a afetividade dos pacientes com os animais, Nise investiu na "arte" contida nos internos. Eles tiveram oportunidade de expor em pinturas e outros trabalhos artísticos tudo o que sentiam, sonhavam, desejavam. Nise tinha um gatinho, o Carlinhos, que era seu companheiro de todas as horas e aparece com ela em muitas fotos. Sabiam que ela esteve presa? E que teve muita dificuldade para convencer outras pessoas de que o melhor tratamento não era o de eletrochoque e remédios? Assistam! Levou o Troféu de Melhor Filme em Festival de Tóquio e percorreu vários países colecionando elogios de críticos e público. Glória Pires é quem faz o papel de Nise e em entrevista à TV Cultura a atriz disse que amou esse trabalho. Vejam trailer do filme e fotos abaixo:

Trailer http://www.adorocinema.com/filmes/filme-240724/trailer-19549122/




segunda-feira, 18 de abril de 2016

DIA NACIONAL DO LIVRO INFANTIL. MAS ONDE ESTÃO OS PERSONAGENS NEGROS?



HOJE É O DIA NACIONAL DO LIVRO INFANTIL. A data de 18 de abril foi escolhida por ser nascimento de Monteiro Lobato, famoso pela criação do Sítio do Pica-Pau Amarelo, considerado um dos maiores clássicos da literatura brasileira. Lobato é autor também de “Caçadas de Pedrinho” – livro que passou a gerar muita polêmica nos últimos anos devido ao tratamento dado aos personagens negros. Em 2014 o Conselho Nacional de Educação (CNE) publicou um parecer sugerindo a exclusão do livro Caçadas de Pedrinho das escolas públicas - sob a alegação de que a obra trazia conteúdo discriminatório.

Veja alguns trechos:
Pg 26: “Tia Anastácia tem carne preta”
Pg 39: “Tia Anastácia... trepou que nem uma macaca de carvão”
Pg 41: “E você, pretura?” – Emília pergunta à Tia Anastácia.

O livro é de 1933, ou seja, 45 anos após a abolição da escravatura no Brasil. Algumas pessoas defendem Lobato dizendo que ele quis destacar em suas histórias o tratamento dado aos negros, mas estudiosos argumentam que os tratamentos mostrados nos livros podem reforçar o preconceito nas crianças. Eu, particularmente, acho bem mais provável a segunda opinião. Afinal, é na infância que formamos muitos de nossos conceitos. É inútil tentar combater o racismo em adultos se eles crescem se encantando com histórias onde o negro nunca é herói, príncipe ou princesa. Daí um adulto chama um negro de “macaco” na rua e isso é crime de racismo. E é mesmo, mas foi plantado lá trás, nas aparentemente “inocentes” histórias infantis como as de Monteiro Lobato.


A figura do negro em Monteiro Lobato. Marisa Lajolo
http://www.unicamp.br/iel/monteirolobato/outros/lobatonegros.pdf
Cartilha Preconceito não é legal: a intolerância e a lei http://www.faac.unesp.br/extensao/convdiversidade/cartilha.pdf

CRIANÇAS MATANDO ANIMAIS SELVAGENS

Mas há outro aspecto a observar nesse livro tão consagrado e até hoje bastante indicado para crianças: a caça aos animais selvagens. Pedrinho arma uma cilada para uma onça-pintada (animal cada vez mais raro em nossas matas) e ela é morta de forma violenta pelas crianças. Isso faz com que outros animais se rebelem contra a turma de Pedrinho, mas eles conseguem escapar e ainda aprisionam um rinoceronte no sítio alegando amizade com o bicho que fugira de um zoológico. OU seja: TUDO ERRADO!

A história motiva as crianças a temerem animais selvagens e tratarem-nos como inimigos. Motiva a CAÇA! Motiva o desrespeito à fauna! Dá para defender a obra nesse quesito?

                                           Ághata com figurino da Chapeuzinho Vermelho

Pensando em todos esses aspectos, especialmente aos ligados ao negro, é que estou produzindo uma série de histórias infantis baseadas em obras clássicas onde o negro grande destaque na figura de uma gatinha preta, a Ághata Borralheira. Ela ocupa o lugar de personagens principais que sempre foram retratados como brancos, procurando inserir o negro no universo infantil e também ajudando no combate ao preconceito contra animais pretos. 

Enquanto as histórias estão sendo produzidas, ricamente ilustradas com fotos da Ághata verdadeira (porque de fato ela existe e é uma de minhas três gatinhas), criei uma página no facebook com muitas fotos e vídeos divertidos com a Ághata para começar a divulgação desse trabalho. Acesse https://www.facebook.com/aghataborralheirabook/


Curta a página e ajude a espalhar essa ideia! Sugira a grupos ou pessoas que lutam contra o racismo. O respeito deve ser cultivado na infância para que não se tenha que ficar punindo ações racistas em adultos. E já está mais do que na hora da gente mudar esse cenário! Ajude a plantar essa semente!

Texto: Fátima ChuEcco

quarta-feira, 6 de abril de 2016

MINICURSO PARA APRIMORAR RELEASES E RELACIONAMENTO COM MÍDIA


Minicurso “Feedback de jornalista para aprimorar releases e ações de assessoria de imprensa"
Ministrado dentro das agências ou departamento de comunicação das empresas, com duração de duas horas - Inclui "Consultoria Breve" de releases da agência/empresa
Ou fora da agência para grupos fechados de no mínimo 15 pessoas

Já pensou:
Por que um assessor de imprensa por vezes não enxerga onde sua estratégia de comunicação está falhando?
Seria o texto, as fotos (inadequadas ou ausentes), o modo de abordagem, a ausência de elementos jornalísticos sustentando o release, a falta de diálogo construtivo com o cliente ou um pouco de tudo isso?

Depois de passar por diversas redações de jornais como Diário de SP e Correio Popular de Campinas, programa de TV como o SBT Repórter, revistas e portais, e liderar durante seis anos consecutivos a divulgação de todos os eventos do Consulado da Austrália no Brasil, inclusive durante a Copa 2014, reuni uma série de dicas que podem ser bastante úteis aos assessores de imprensa em qualquer fase da carreira.



São mais de 25 anos atuando como jornalista (repórter, repórter especial e editora) incluindo 15 como assessora de imprensa em Jobs para Páscoa da LactaAon(multinacional líder em gestão de pessoas e riscos), consulados e embaixadas presentes em bienais de arte e feiras de Educação/Turismo. Experiência como assessora de imprensa junto ao Sebrae e em feiras de negócios de diversas áreas.

A vivência intensa em redações de veículos diários, semanais (impressos e TV) e online facilitou a compreensão do que é mais importante inserir e destacar num release. Também me permitiu ter uma visão crítica-construtiva de textos de divulgação e formas mais efetivas de conduzir e ilustrar as pautas.

Nesse minicurso passo um feedback como jornalista que recebe mais de 300 emails diariamente de agências de todo o Brasil. E posso dar dicas de como vender uma pauta assumindo uma postura mais próxima de outro colega de profissão (o jornalista de veículo), entendendo suas necessidades e motivações para transformar um release em matéria.

Mesmo atuando como assessora de imprensa há 15 anos, nunca me afastei das redações de veículos de comunicação e essa chance de estar presente nos "dois lados da moeda" simultaneamente ampliou bastante minha visão sobre o trabalho de assessoria de imprensa resultando em diversos cases de sucesso que são expostos durante o curso e que podem servir de inspiração.



Até 2015 fui assessora do Projeto Tecendo as Águas, do Instituto Supereco, patrocinado pela Petrobrás e Chevrolet, além de escrever para diversas revistas. Com a finalização desse projeto ambientalista estou retomando minhas palestras e cursos que já foram ministrados na livraria Martins Fontes da Av Paulista entre 2013 e 2014. Agora retomo essa atividade com ainda mais cases e dicas aplicáveis à assessoria de imprensa.

Consultoria Breve  - Ao final do curso analiso dois releases da agência que tenham sido enviados para mim previamente e que servirão de referência para ajustes que podem ser necessários ou aprimoramentos diversos.

Inovando e abrindo o leque de atuação - Em tempos de crise é necessário inovar e ampliar a atuação junto aos clientes para garantir sua permanência nas agências. Por isso também cito vários cases de sucesso em que expandi minha atuação oferecendo soluções criativas para eventos, campanhas e posturas junto ao público consumidor.

Parte de minha trajetória pode ser vista nos sites/portfólios abaixo. 

http://fatimachueccowork.blogspot.com.br - resumo da carreira, passagens na midia e em AI, algumas matérias
http://jornalistafatima4.wix.com/sosterra - material específico de meio ambiente/proteção à fauna
http://jornalistafatima.blogspot.com.br -  assuntos diversos/artigos


Convido ainda para ler meu recente artigo publicado portal Carreira&Sucesso da Catho no link http://www.catho.com.br/carreira-sucesso/colunistas/convidados/trabalho-voluntario-nao-e-de-graca#.VulpQBMzU8Y.facebook


CONTATO: jornalista.fatima@uol.com.br 

domingo, 3 de abril de 2016

DOZE MANEIRAS DE HUMANIZAR OS BICHOS. E POR QUE NÃO?


Sempre vejo pessoas criticando cães e gatos que eventualmente usam roupinhas alegando que isso é "humanizar" o animal. Mas qual o problema? Desde que as roupas sejam confortáveis, não atrapalhem os movimentos e o animal não demonstre que deseja se livrar delas... qual o problema?Animais domésticos são humanizados a partir do momento que passam a viver junto de humanos. Vejam doze principais maneiras que humanizam os bichos ainda que eles nunca venham a usar roupinhas.

Um: eles ganham um teto fixo ao abrigo da chuva e do frio - o que não teriam se estivessem vivendo livres. Dois: eles tomam banho com xampu e condicionador - sendo que na natureza tomariam, quando muito, banho de chuva. Três: passam a comer em pratinhos e a beber água em tigelas. Quatro: ganham cama  macia ou passam a dormir na cama de seus tutores. Cinco: são levados ao veterinário (equivalente de médico pra gente) quando ficam doentes. Seis: ganham brinquedos, bolas e bichinhos de pelúcia. Sete: passeiam em locais escolhidos por seus tutores - o equivalente a levar os filhos humanos num parque. Oito: comem comida industrializada, dura, com aromatizantes e conservantes. Nove: assim como as pessoas cortam os cabelos, muitos cães e gatos também têm o pelo tosado pelos seus tutores. Dez: passam a entender a linguagem humana reagindo a diversas palavras dirigidas a eles. Onze: usam sapatinhos para não queimar as patinhas no chão quente (o que é ótimo pra eles). Doze: ganham nomes humanos.



Depois de tudo isso, dá pra dizer que "apenas" colocar roupinha é humanizar bicho? E à propósito... qual o problema de humanizar? Há um incontestável lado bom nisso. Quanto mais próximos da convivência humana, mais livres os animais ficam do consumo humano, ou seja, na maior parte dos países, os animais que se tornaram domésticos deixaram de ser "comidos" - com exceção de vários países asiáticos onde, muitas vezes, se come o mesmo cachorro e gato criado junto da família humana. Milhares de anos atrás, por exemplo, tivessem os porcos se unido aos homens das cavernas, talvez hoje teríamos porquinhos como animais de estimação em larga escala e cães no açougue.

A "humanização" de algumas espécies têm garantido sua sobrevivência longe de matadouros. A convivência próxima criou empatia, laços e desejo de proteção. Por algum motivo, cães e gatos tiveram essa chance de adentrar na casa dos humanos e, obviamente, foram inseridos em atividades e comportamentos humanizados. Caso nós vivêssemos com eles no habitat deles também passaríamos a nos comportar como eles. Aliás, há alguns casos verídicos desse tipo, de crianças crescidas com animais selvagens que passaram a agir como eles.

Essa crítica em cima da humanização de bichos me parece um tanto egocêntrica. É como dizer: só os humanos podem ter isso ou aquilo, fazer isso ou aquilo, gostar disso ou daquilo porque os humanos são superiores e podem tudo... bicho não! Eles não nasceram de roupa... e nós também não.



sábado, 2 de abril de 2016

MENINA APERTA INGENUAMENTE A MÃO DA MORTE



Gostaria muito que vcs lessem esse alerta e passassem para pessoas que tiveram filhos ou parentes desaparecidos. Especialmente as crianças desaparecidas, muito provavelmente, são raptadas por alguém da vizinhança e esse “vizinho” quase sempre é alguém conhecido por maltratar ou não gostar de animais. O problema é que quando uma criança some ninguém pensa nos vizinhos, nem mesmo a polícia. E, olhando as estatísticas e respectivos estudos no Brasil, me choquei ao ver que não consta rapto por serial killer entre os principais motivos... aliás, sequer se cita desaparecimento provocado por psicopatas. No entanto, há inúmeras histórias verídicas mostrando a preferência de muitos psicopatas por crianças e garotas adolescentes.

Na sexta-feira passada, dia 1 de abril, os telejornais mostraram um vídeo onde a pequena Ana Carolina Flor dos Santos, de seis anos, aparece seguindo pela rua de mãos dadas com seu assassino. O caso foi na zona norte do Rio. Ele era vizinho dos avós de Ana Carolina há 50 anos e ela o conhecia, não tinha medo dele, por isso, alguma história ele inventou para fazê-la ir com ele de forma espontânea. E assim acontece na maioria dos casos. Por que ninguém vê ou ouve essas crianças que desaparecem todos os anos, em todos os lugares, a qualquer hora do dia? Por que elas não são arrastadas à força, portanto, não gritam, não correm, não pedem socorro. Elas normalmente conhecem o raptor.


Ingenuamente Ana Carolina e muitas outras crianças são facilmente sequestradas por psicopatas dessa forma. A queixa de desaparecimento só pode ser feita depois de 24 horas, mas toda mãe e pai deveria antes disso vasculhar a vizinhança... cada casa vazia ou com moradores. Só que ninguém faz isso. O assassino de Ana Carolina era frequentemente visto dando balas as crianças do bairro. Todo mundo acreditava que ele era uma boa pessoa, incapaz de ferir uma criança. Agora... imaginem-se na pele da pequena Ana, dando a mãozinha confiante, achando que estava sendo levada por um “amigo”. A dor, a angústia e o trauma dessas crianças ao perceberem quem de fato é o suposto “amigo” é algo imensurável.

Estudos diversos mostram que a grande maioria dos psicopatas começa sua trilha de sangue bem cedo matando e maltratando animais. Depois eles migram para a tortura e assassinato de crianças e jovens e, se houver chance, também pegam mulheres e homens adultos. As vítimas são pessoas que somem sem deixar qualquer vestígio. Nem mesmo os corpos são encontrados. E por que? Apenas porque caíram nas armadilhas de psicopatas. E embora as estatísticas mostrem que quase 100% dos serial killers sejam matadores de animais, ninguém costuma investigar esses indivíduos. Uma pena porque por trás de um homem que chuta um cão ou gato indefeso quase sempre tem um homem que chuta também uma criança ou mulher indefesa e pode ser ainda um psicopata capaz de crimes terríveis.


Todas as mães e pais, e tios... todos deveriam assistir ao filme “A Troca”, estrelado por Angelina Jolie em 2009. É baseado num caso real ocorrido nos anos 20. Entre 1926 e 1929 Gordon Stewart Northcott matou, pelo menos, 20 meninos numa pequena cidade rural chamada Wineville, nos EUA. E sabe como ele conseguia pegar alguns garotos? Colocava o sobrinho de 13 anos no carro para abordar meninos entre 8 e 10 anos de idade na rua. Ele parava o carro do lado do garoto e dizia que a mãe dele tinha sofrido um acidente e estava esperando o filho no hospital. Vendo outro garoto dentro do carro a vítima ficava mais confiante e caía na cilada.

                                                    O serial killer que matou 20 meninos

Assim aconteceu com Walter Collins, de 10 anos de idade, raptado por Gordon... e assim já aconteceu com muitas crianças. Gordon foi preso e executado em 1930. E mais: sua mãe também participava dos crimes que, normalmente, eram praticados no galinheiro do sítio. Aliás, os meninos eram mantidos em gaiolas de galinhas antes de serem mortos. Um dos garotos escapou e foi encontrado muito tempo depois. Walter Collins, cuja história é retratada no filme com Angelina Jolie, nunca mais foi visto e nem seu corpo foi achado.

O assassino de Ana Carolina certamente a iludiu dizendo que alguém da família a procurava ou a atraiu para a casa dele ou outro local dizendo que tinha algo interessante para mostrar... um brinquedo, um bichinho... E ingenuamente Ana Carolina estendeu a mãozinha dela para o assassino. Então, por favor, se vcs possuem filhos pequenos ou jovens, ou se conhecem pessoas com filhos nessa faixa etária, atentem para a vizinhança e, especialmente, para vizinhos que odeiam animais, inclusive, geralmente são pessoas que espalham venenos de rato para matar cães e gatos da vizinhança (que é também um tipo de crime em série, só que em massa).


Vejam os números: 250 mil pessoas desaparecidas por ano no Brasil, das quais 40 mil são crianças e jovens. E esse quadro poderia ser mudado se as autoridade, polícia e população em geral ficasse mais atenta e denunciasse matadores de animais, porque é exatamente nas mãos desses psicopatas que muitas crianças encerram sua frágil trajetória.

ESTRANHAS MANIAS FELINAS

“Daqui não saio, daqui ninguém me tira”. A frase, que é muito popular no Brasil, se encaixa direitinho em algumas situações protago...