domingo, 28 de fevereiro de 2021

Perdidos: eles podem estar bem mais perto do que vc imagina! Conheça Pulinho, Poo e Yuri!



A gata chamada "Pulinho" (foto acima) surpreendeu sua tutora, Ellen Camara, fazendo exatamente isso: dando uma "pulinho" na casa do vizinho. A reação mais natural das pessoas que perdem gatos é sair correndo pelos quarteirões achando que o gato vai ter "cara e coragem", como os cães, de ficar passeando pelas calçadas e entre gente desconhecida. Cão quando se perde anda, mas gato se esconde o mais perto possível.

"A última vez que a vimos foi de noite, por volta das 22h, quando a chamamos pra entrar, só que ela não apareceu e achamos que já estava em casa, Na manhã seguinte a minha irmã não a viu e já começamos a procurar. Perto das 13h meu vizinho foi sair com o carro e notou que ela estava embaixo. Então nos chamou e a pegamos. Essa gata não sabe pular muros altos e também nunca foi para a rua porque é bem caseira. O conselho que dou é:  quanto mais cedo procurar mais chances de achar. Mm novembro perdemos outro gato e até agora não achamos", conta.

                                                                             Poo

Com a protetora Érika Mourão aconteceu algo semelhante:

"A gatinha Poo ficou um dia todo escondida debaixo do carro do vizinho, mesmo eu jogando lanterna e chamando por ela. De madrugada ela começou a miar, lá pelas 4 da madrugada e resolveu sair de debaixo do carro que eu ja tinha olhado anteriormente. Tem que investigar sempre, mesmo nos lugares não conseguimos enxergar o gato".

Poo era uma das gatinhas que Érika tinha para adoção e claro que só foi doada sob a condição de local devidamente telado.

O gatinho Yuri fez o coração de Deborah Almeida disparar quando sumiu por 17 dias:

·    "Espalhei cartazes nos postes. No fim descobri que ele estava em cima de um telhado, a um quarteirão de casa. Subiu e não conseguia descer. Passei várias vezes de dia em frente a essa casa procurando por ele, mas não escutava o miado por causa do barulho da rua. O pessoal ouvia os miados de madrugada, mas não sabiam de onde vinha, até que um menino viu e me ligou. Então minhas dicas são: espalhe cartazes se ainda não o fez e saia de madrugada. Quando estiver silêncio no seu bairro chame pelo seu gato. Ele pode estar preso em algum lugar".

                                                                         Yuri

                                                      Mas tem outra dica valiosa da Deborah: 

"Ah... eu também pedi pro meu vizinho que tem câmera pegar a filmagem. E daí vi que Yuri entrou na garagem da vizinha de frente e não saiu mais. Então pelo menos sabia que não tinha sido roubado. Depois concluí que, provavelmente, subiu pro telhado dela e foi pulando de casa em casa até ficar preso, sem conseguir descer".

Ver as câmeras dos vizinhos é realmente muito importante, mas para isso é preciso também cultivar uma boa relação com a vizinhança e explicar a gravidade do caso. Quando isso não for possível não desanime... aqui nesse blog tem muitas histórias de gatos perdidos com finais felizes para inspirar. Escolha a matéria pelo título na lateral direita do blog.

No grupo que administro de Gatos Perdidos e Encontrados em SP também tem várias dicas de como encontrar gatos perdidos. Acesse AQUI



PARA NÃO PERDER GATOS

E para vc que reencontrou seu gato, que ainda vai reencontrar ou que tem gatinho em casa, veja dicas para mantê-los seguros. A escolha de redes de proteção adequadas é essencial. Leia a matéria AQUI

Fátima ChuEcco jornalista e escritora

Site www.miaubookecia.com




Os animais também sofrem com a morte e sumiço dos tutores


São vários os casos de cães e gatos deprimidos ou que adoecem após a morte de seus tutores. Para eles, a perda de um ente querido é também muito dolorosa e pode levar semanas, meses e até anos para voltarem a sua rotina normal. 
Em muitos casos eles nem têm tempo de se despedir e não entendem porque aquele tutor querido simplesmente sumiu e nunca mais voltou. É por isso que alguns cães se recusam a deixar a porta de hospitais onde os tutores foram internados ou passam a frequentar túmulos e até a morar em cemitérios onde os entes queridos foram enterrados.

 Leia a matéria completa AQUI

Foto Manuel Dario Fuentes/Pixabay Free

Esperança: Difícil acreditar como esse gato conseguiu voltar para casa


Essa é mais uma história surpreendente envolvendo um gatinho perdido e que pode servir de inspiração e ativar a esperança de quem está com algum animal desaparecido. Nino ficou sumido por 42 dias. A tutora, Nise França, de SP, fez de tudo:

"Chorei todos os dias, mas também andei dia e noite procurando por ele, mostrando sua foto, postando nas redes sociais e implorando para compartilharem", conta.

E por uma mágica do destino, Nino foi parar num lugar e com uma pessoa que Nise jamais poderia imaginar:

"Um belo dia, mexendo no face, vi uma mocinha oferecendo Nino para adoção porque não poderia ficar com ele. Quase morri claro rs ... Fui imediatamente buscá-lo e chegando lá era uma garotinha que cuidei no Jardim da Infância numa escola onde trabalhei".

Desfecho de cair o queixo, não é mesmo?!

E leiam isso!!!!!

Nino. Foto arquivo pessoal

"Ele é vesguinho. Resgatei filhote no litoral. Estavam torturando ele. Tinha um olho furado e barbante amarrado no rabo para girarem ele, mas Nino era só um bebê. Já fazem quase quatro anos que ele é o rei da casa. Agradeço a Deus todos os dias por meu Nino estar comigo e tenho outros três gatos que também amo", relata a tutora.

Outras histórias inspiradoras como esta podem ser lidas aqui mesmo: escolha pelo título na lateral direita do blog.

Eu administro um grupo no facebook chamado Gatos Perdidos e Encontrados em SP que  reúne muitas dicas para encontrar gatos perdidos. Acesse o grupo AQUI





E para vc que reencontrou seu gatinho perdido, que ainda vai reencontrar ou que está com seu gatinho em casa, não deixe de ler essa matéria com dicas para NÃO PERDER o GATO.

Acesse a matéria AQUI

Fátima ChuEcco jornalista e escritora

Site www.miaubookecia.com 



Ebooks falam da dolorosa verdade por detrás das corridas de cavalos, rodeios e vaquejadas

 


A ativista da causa animal Mariana Bedesco Zampieri lançou recentemente dois ebooks contendo uma vasta pesquisa sobre como são tratados os cavalos em diversas atividades: "Provas de Hipismo e Corridas de Cavalos: Tudo Aquilo Que De Fato Você Precisa Saber" e "Rodeios e Vaquejadas: Tudo Aquilo Que De Fato Você Precisa Saber". 

Os dois ebooks estão sendo vendidos pelo preço promocional de R$40 para quem comprar diretamente com a autora. Os pedidos podem ser feitos pelo email  crueldadeequestre@gmail.com

A venda tem 50% do valor revertido ao santuário Abraço Animal  que pode ser acessado no link http://www.facebook.com/AbracoAnimal/

Os dois ebooks explicam detalhadamente os danos causados aos animais pelas provas de hipismo e pelas corridas de cavalos, rodeios e vaquejadas, segundo os dados colhidos na pesquisa feita pela autora.  As obras mostram como funcionam essas atividades e o que pode ser feito para que tenham fim, também conforme a opinião de Mariana. 

"O objetivo é expor a dor e o sofrimento aos quais as provas equestres necessariamente submetem os animais — dor e sofrimento que são comprovados cientificamente. Além de todas as provas equestres que necessariamente submeterem animais à crueldade, temos que levar em consideração também outra questão ética: a questão de que é errado explorar, instrumentalizar e coisificar animais. Os animais utilizados em provas equestres não fazem ideia de por que estão ali. Eles não consentiram participar e não entendem o significado daquilo", comenta a autora no site dos ebooks e que reúne também bastante material fotográfico e videos. ACESSE AQUI

Foto de abertura: Bee Iyata/Pixabay Free


quarta-feira, 24 de fevereiro de 2021

Ronny e Gigi, da África do Sul, em momento artístico-intelectual

 


Aqui estão dois cachorrinhos que foram adotados juntos na África do Sul: Ronny e Gigi. Nessa imagem eles estão num momento de atividade intelectual e criação artística. Uma cena digna para ilustrar um AU-AU Book colorido e divertido só deles. Seus cachorrinhos também podem ter um fotolivro de luxo (capa dura) com uma historinha exclusiva inspirada nas melhores fotos deles. 

Conheça os modelos, preços e veja depoimento de quem já fez acessando www.miaubookecia.com

Fotolivro "pet-solidário" reúne animais deficientes que dão um show de superação

 

Últimos dias para adquirir o MI-AU Book "Paçoca Gatto e Cia - Diferentes e Felizes" que é um convite à inclusão. Somente até 28 de fevereiro (domingo) esse fotolivro pode ser comprado ao preço promocional e com direito de participar de um vídeo junto de Paçoca Gatto e sua turma.

É um presente com belíssima mensagem para as crianças e amantes de animais em geral. É nos livros que as crianças dão seus primeiros passos rumo a um mundo de mais igualdade e solidariedade.

Paçoca Gatto, que tem o mesmo sobrenome de sua tutora, Simone Gatto, é paraplégico. Ele vive em SP com outros dois gatos paraplégicos, um tetraplégico e outro com uma deformação no rosto. Só que a história desse quinteto não tem nada de triste. Eles levam uma vida quase normal, aliás, até bem mais dinâmica que muito gato doméstico.  Frequentam parques, eventos e Paçoca foi até garoto-propaganda de uma lei que, em 2019, passou a permitir o transporte de animais no metrô de SP, igualando a capital do estado com as maiores cidades do mundo onde animais já andam no metrô há muito tempo.

Agora esse gatinho charmoso e seus “irmãos” estão no fotolivro infanto-juvenil  “Paçoca Gatto e Cia – Diferentes e Felizes), escrito por mim e que tem três objetivos principais ligados à inclusão: ajudar as crianças e jovens a encararem as pessoas e animais deficientes com naturalidade, inspirar crianças e jovens portadores de deficiência a partir do exemplo de superação dos cinco gatinhos e motivar a adoção de animais deficientes.

Veja o vídeo do fotolivro:


“MIAU Book Paçoca Gatto e Cia – Diferentes e Felizes” é um  fotolivro de capa dura e
 inaugura um “projeto literário pet-solidário” que visa parceria com ONGs e protetores de animais independentes a fim de gerar mais uma opção de renda para as entidades e, ao mesmo tempo, registrar o trabalho delas.   A venda é feita no esquema “on demand”, ou seja, impressão da obra na NICEPHOTOS, apenas mediante pedido numa parceria firmada com a empresa que possibilita a impressão com desconto - uma estratégia para que as ONGs também não precisem investir nenhum recurso na produção. 

Além disso, 50% do lucro é revertido para a ONG ou protetor independente. Os fotolivros são de capa dura e a compra dá direito a um brinde: participação num vídeo junto com Paçoca e sua turma. O objetivo é tornar o comprador do fotolivro um “multiplicador” da mensagem de inclusão podendo repassar o vídeo para a família e amigos.

O fotolivro do Paçoca é ricamente ilustrado com fotos cedidas por dois fotógrafos profissionais, Ademir Fheliz e Lionel Falcon, que mostram a vida ativa desses gatinhos em suas cadeirinhas de roda passeando pelas ruas e parques da cidade ou fazendo parte de eventos sociais.

A narração é do próprio Paçoca que vai contando suas inúmeras atividades ao ar livre, incluindo desfile de moda, enquanto declara que “os animais deficientes têm tudo em dobro como a coragem, a força de vontade e o amor”. E os leitores podem ver vídeos do Paçoca e seus “irmãos” por meio de QRCodes inseridos no livro.





Quem são os gatinhos do fotolivro?

Simone Gatto adotou Paçoca há cinco anos quando ele tinha apenas dois meses de idade e foi abandonado na frente de um hospital veterinário após ser atropelado. Depois vieram os outros quatro. Banguela foi espancado. Amora caiu de um telhado e Denise também foi atropelada. Thor nasceu com uma má formação na face: tem apenas um olho, uma narina e lábios leporinos.

Foi na convivência com Paçoca que Simone descobriu uma espécie de vocação que viria a se tornar, mais tarde, sua missão de vida. Hoje ela dá cursos e orientações gratuitas para pessoas que têm animais deficientes a fim de evitar abandonos e também incentivar a adoção de animais com necessidades especiais.

Para isso, Simone foi atrás de veterinários que eram contra sacrificar animais deficientes: “Percebi que esse universo dos animais deficientes é muito pouco divulgado e vários veterinários indicam a eutanásia em casos com grandes chances de recuperação. Então aprendi técnicas e tratamentos para tornar maravilhosa a vida desses seres especiais. Há muitos caminhos para ajudar esses bichinhos”.


Serviço:

“MIAU Book Paçoca Gatto e Cia – Diferentes e Felizes”, autora Fátima ChuEcco, Editora Mi-Au Book & Cia www.miaubookecia.com

Impressão: NICEPHOTOS www.nicephotos.com.br
CaracterísticasCapa dura e páginas em papel couchê recheadas de fotos coloridas.
Brinde: Vídeo com foto do apoiador e a turma do Paçoca
Preço: Nos tamanhos 15x21 cm (R$ 75) e 20x20 cm (R$ 85) incluindo o frete para qualquer lugar do Brasil.

Como comprar: Direto com autora pelo 11- 94682-6104 (whats app)
Como participar da parceria: ONGs e protetores de animais independentes devem entrar em contato com a autora 11- 94682-6104 (whats app).
Fotos que ilustram esse artigo de Ademir Fheliz

Conheça meus outros livros:

"Mi-Au Book - Um Livro Pet-solidário", "Mi-Au Book & Cia", "Ághata Borralheira & Amigos tocando Corações", "Encontrando Rebecca Selvagem - Uma busca intensa e cheia de fé" e "Penso, Logo, Mio e Existo". Participante das coletâneas "Somos Todos Animais", "Direitos dos Animais e Deveres dos Homens", "Animais Amigos e Importantes" e "Mundo Jovem". Atualmente a jornalista trabalha em sua editora "Mi-Au Book & Cia" com foco em fotolivros literários pet-solidários com animais domésticos e crianças.

Quer um fotolivro para o "amor da sua vida"? Acesse AQUI




terça-feira, 23 de fevereiro de 2021

Quando a foto encanta e a história, por detrás da imagem, mais ainda!


Esse trio de cadelinhas conseguiu protagonizar com perfeição essa imagem. Parecem até rir! Neguinha e Lila (a fox) têm 14 anos e Kyara (à direita) apenas quatro. Todas vivem com Maria Inês Martos na pequena cidade de Pirajuí, no Interior de SP.

Achei interessante postar essa "alegre" foto das "filhas" de Maria Inês para mostrar como uma imagem pode contribuir bastante na divulgação, por exemplo, de adoções. Não é o caso desse trio, muito bem amparado e amado, mas as fotos têm um efeito imediato sobre nossas emoções e, consequentemente, atitudes.

E, muitas vezes, as fotos escondem uma história ainda mais bonita que a que vemos à primeira vista. No caso dessas cachorrinhas existe uma história de fidelidade e proteção:

"Minha mãe, que vai completar 86 anos em março, por duas vezes caiu e estava sozinha em casa. Ela não podia se levantar e foram minhas cachorrinhas que latiram tanto, que acabaram chamando a atenção da minha cunhada que é nossa vizinha", conta a tutora.

A Kyara foi jogada na rua de Maria Inês quando ainda era uma filhotinha. Neguinha e Lila também foram adotadas quando bebezinhas.

Neguinha é uma ainda guerreira noutro sentido:

"Ela tem displasia porque o pai era pastor belga e a mãe Cocker. Em maio descobrimos a diabetes e o tumor no fígado. Toma insulina duas vezes no dia e medicamentos para o fígado", diz Maria Inês.

A simpática foto das três cadelinhas foi feita numa pet shop logo após o banho. Então fica aqui a dica: caprichem nas fotos, explorem o olhar doce, curioso ou alegre dos bichinhos principalmente em postagens que visem adoção.

Fátima ChuEcco jornalista escritora www.miaubookecia.com



segunda-feira, 22 de fevereiro de 2021

Fotolivros da Editora MI-AU Book & Cia encantam adultos e crianças


Uma emocionante ou divertida história real contada por meio de fotos ou... uma história fantasia, cheia de magia, inspirada nas fotos mais bonitas de seus bichinhos, filhos, netos e sobrinhos? O que vc prefere? A Editora MI-AU Book & Cia cria fotolivros de luxo capa dura com enredos exclusivos... um livro pra realmente chamar de seu!

Entre as opções estão livrinhos individuais, coletivos, com crianças e seus bichinhos... muita coisa linda! Saiba mais em www.miaubookecia.com

domingo, 14 de fevereiro de 2021

Vídeo emocionante de garotinha com Síndrome de Down interagindo com livro que conta sua vida

 


A pequena Elis, de apenas quatro anos de idade e que mora em SP, recentemente emocionou a família toda ao ganhar de presente um fotolivro que conta sua vida desde o nascimento. Luiza, a irmã mais velha, conta que Elis, com Síndrome de Down, não se interessa por livros infantis e que é difícil prender a atenção dela na contação de histórias.

No entanto, ao ganhar da tia Bete um fotolivro em que ela é a própria personagem, Elis teve uma reação surpreendente. Ela interage desde a primeira página, demonstra entusiasmo e alegria ao se ver nas fotos. E vai reconhecendo seus pais, irmã e também a gatinha Joy, de quem não desgruda. Veja o vídeo:


O fotolivro “Elis em busca do arco-íris” narra brevemente as dificuldades que Elis enfrentou desde quando era bebê e de como ela foi superando cada etapa com a ajuda da família. O livro reúne as mais bonitas, divertidas e significativas fotos da garotinha em diversas situações num exercício que confere a ela auto-estima e alegria.

É por isso que Elis ri enquanto folheia as páginas, comenta sobre o que vê e repete muitas vezes o nome da gatinha Joy. Priscila Nunes, mãe de Elis, diz que a menina adora o livrinho: “Ela vibra sempre que o olha”. E se emociona ao ver o entusiasmo da filha no vídeo abaixo:


O fotolivro da Elis é mais uma obra da Editora MI-AU Book & Cia que desenvolve histórias inspiradas nas fotos de crianças e animais. São livros sob encomenda e com enredos únicos. Um dos lançamentos mais recentes da editora é o fotolivro “Paçoca Gatto e Cia – Diferentes e Felizes” sobre a história de cinco gatinhos deficientes físicos. Os fotolivros da MI-AU BOOK & Cia são “pet-solidários”, isto é, têm parte da renda revertida para ONGs de proteção animal. 

Conheça esse trabalho no site www.miaubookecia.com ou peça mais informações pelo whats app 11 94682-6104

Fátima ChuEcco Jornalista e Escritora

fatimachuecco@uol.com.br  

 

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2021

DICA: As redes de proteção para gatos salvam vidas. Saiba quais devem ser usadas ou evitadas!

 


Minha gata fugiu de casa e ficou 37 dias perdida. O desespero que passei procurando por ela em todo canto, diariamente, não desejo a ninguém. Se eu tivesse, na época, rede apropriada para gatos na casa toda, Rebecca Selvagem não teria escapado por uma de plástico que arrebentou quando ela se jogou contra o portão de entrada.

Foi impossível segui-la porque ela saiu feito um raio e a perdemos de vista em dois segundos. É exatamente esse tempo que um gato leva para desaparecer: uns poucos segundos.

Quando finalmente a encontrei, depois de quase um mês, estava puro osso, sem força nem mesmo para miar. Soltava um esboço de miado num rostinho magro com olhos assustados. E faltava pelo em algumas partes do corpo como se tivesse sofrido queimaduras. Essa saga registrei no fotolivro "Encontrando Rebecca Selvagem - Uma busca intensa e cheia de fé".

Mas minha gatinha até que voltou bem perto de outros casos terríveis que a gente fica sabendo.

Rebecca Selvagem escapou por uma tela de plástico e ficou 37 dias perdida. Agora ela está segura por uma rede de polietileno          

Uma passeio sem volta:

Recentemente soube de um gato que, ao fugir de casa, foi atropelado, perdeu um olho e teve de amputar uma perninha.  Muito triste, mas existem desfechos ainda piores que são dos gatinhos que jamais são encontrados.

São 30 milhões de animais nas ruas do Brasil segundo estatística da OMS – Organização Mundial de Saúde, sendo aproximadamente 20 milhões de cães e 10 milhões de gatos.

Mas nem todos nasceram nas ruas.  Na verdade, boa parte deles se perdeu e nunca mais foi encontrada pelos tutores.

Um levantamento do Instituto Pet Brasil (IPB), aponta que 3,9 milhões de animais do país vivem em condição de vulnerabilidade. Isso quer dizer que estão sob o cuidado de famílias abaixo da linha da pobreza ou vivem soltos nas ruas, mas são atendidos de alguma forma por protetores e ONGs. E entre esses também estão milhares de gatos que um dia se perderam de suas famílias.

As colônias de gatos, muito comuns em SP, especialmente em parques e terrenos abandonados, geralmente também abrigam felinos que não conseguiram encontrar o caminho de volta para casa. Os próprios protetores percebem isso pelo comportamento manso do gato, visivelmente acostumado a um lar.


Como evitar o pior:

Administro um grupo no Facebook  chamado  Gatos Perdidos e Encontrados em SP que todos os dias recebe dezenas de postagens de tutores desesperados atrás de seus bichanos.

E procurar um gato é bem mais difícil que procurar um cachorro.

Gatos se enfiam em pequenos buracos, motores de carros, entram em garagens subterrâneas, prédios em construção e outros locais onde não ficam visíveis.

Além do risco de atropelamento, eles podem ser atacados por cachorros (e até por outros gatos), maltratados por pessoas, envenenados, ficarem seriamente doentes ou trancados acidentalmente em alguns lugares como galpões e fábricas.

Eles também podem cair ou se esconder nos lugares mais inusitados e perigosos.

Só para ilustrar ... quando eu era criança, nosso gatinho ficou uma semana fora.  Então ouvimos um miado "sofrido" vindo de um ralo do quintal do prédio. Era ele lá no fundo do bueiro que tinha uns seis metros de profundidade. Então foi escalando a parede com as unhas até chegar na base e minha mãe teve que martelar e arrancar o ralo de ferro para ele conseguir sair. Provavelmente esteve explorando vários bueiros até finalmente encontrar o quintal do prédio. Era puro esqueleto coberto de sujeira.


E atençãorede não evita apenas fugas, mas também acidentes fatais porque muitos gatos caem de sacadas e, ao contrário do que diz a lenda, eles não têm sete vidas não. Muitos gatinhos ficam paraplégicos ou perdem algum membro caindo de sacadas.

Alguns tutores acreditam que os gatos são espertos o suficiente para não pularem de grandes alturas, mas acontece que eles podem se distrair com uma borboleta ou um pássaro e ao tentar caçar esses animais se desequilibram e caem.

Responsabilidade e Amor: uma coisa leva à outra

Só tem um jeito de evitar toda essa aflição que pode acabar em tragédia: colocar rede na casa toda. Mas rede apropriada para gatos e não essas de plástico que permitiu a fuga da minha gata.

Rede apropriada significa rede de polietileno que é leve, flexível, durável, não absorve água nem sujeira, aguenta bastante peso, não interfere na decoração e dá um alívio no coração.


Evite:
tela de arame que enferruja rápido e ainda pode machucar... aliás, pode até causar tétano sendo um perigo também para as crianças da casa. Evite as redes de poliamida (nylon) que, embora sejam mais baratas, duram bem menos que as de polietileno e sujam fácil.

Com os filhotes a atenção tem que ser dobrada porque assim como as crianças eles nada temem e estão mais sujeitos a cair de uma janela ou sacada. E aqui cabe mais uma dica: as redes para filhotes devem ter buracos de 3 cm para evitar que enfiem a cabeça e se enforquem. Para adultos as redes podem ter buracos de 5 cm.


Em geral as redes têm garantia de no mínimo cinco anos, então é um investimento que vale muito a pena para quem deseja garantir a segurança do gato e, ao mesmo tempo, se poupar de horas, dias ou até semanas e meses de desespero no caso de o gatinho fugir.

Uma outra dica é colocar rede também no portão de entrada.  Veja alguns relatos de tutores que, ao reencontrarem seus gatos, correram para colocar rede inclusive no portão de casa. Acesse AQUI

Deve-se colocar rede até no vitrô do banheiro e, acreditem, isso não é exagero, mas responsabilidade e amor porque mesmo que seu gatinho esteja acostumado à rua e sempre volte, um dia ele pode não conseguir voltar.

E mais um aviso importante: Jamais pense que castrando o gato ele não irá mais para a rua e você não precisará colocar redes na casa. A castração não altera a personalidade do gato. Ele pode continuar interessado em passear, cheirar o jardim do vizinho ou se encontrar com outros gatos.

Posso recomendar algumas empresas em SP. É só clicar nos links:

www.companhiadasredes.com.br


www.protegegatinho.com.br

         

www.telassp.com.br

Texto de Fátima ChuEcco -  Jornalista e Escritora www.miaubookecia.com 
 

domingo, 7 de fevereiro de 2021

Além de nós, quais animais folheiam revistas? Os chimpanzés com certeza, além de outros primatas


Na foto está a chimpanzé Mônica do Projeto GAP de Sorocaba (SP). Nome de gente e hábito genuinamente humano de ver revistas. Ela não pode ler, mas se interessa e, além disso, vai saber o que se passa na cabeça dela aos ver as fotos de tantas pessoas naquelas páginas. Talvez tente entender o que se passa nas fotos.

Quando somos crianças e ainda não sabemos ler, também imaginamos o que são e o que dizem os personagens de um livro. Eu mesma, quando pequena, me sentava ao lado de uma pilha de gibis e criava os diálogos entre os personagens já que ainda não podia ler o que diziam. 

Nessa outra foto abaixo é Yasmin, também do GAP, que se esforça para entender as fotos. Tudo bem que a revista está de ponta cabeça, mas o que importa? Nossa imaginação e de nossos "primos" é bem fértil!


Para começo de conversa um esclarecimento: chimpanzés, gorilas, orangotangos e bonobos não são "macacos" e sim "grandes primatas", como os humanos. Então são cinco grandes primatas sendo quatro não humanos (ou apes em inglês) e um humano (nós). Popularmente todos os primatas (grandes ou pequenos) são chamados de macacos (ou monkeys em inglês), mas somente os primatas que possuem rabo (cauda) é que são macacos de verdade como os saguis, micos, bugios, macaco-prego etc. 

Eu explico essa diferença detalhadamente numa matéria que fiz para o Projeto GAP e que pode ser lida AQUI

O GAP é um movimento internacional cujo objetivo é lutar pela garantia dos direitos básicos à vida, liberdade e não-tortura dos grandes primatas não humanos que, como dito acima, são os chimpanzés, gorilas, orangotangos e bonobos. 

O Projeto GAP Brasil começou suas atividades em 2000 e atualmente conta com quatro santuários que abrigam em sua maioria animais resgatados de maus-tratos e condições inadequadas de vida em circos, espetáculos e zoológicos. Atualmente o GAP Brasil acolhe 250 animais sendo 49 chimpanzés. Os demais são felinos, ursos, aves e pequenos animais. Acesse o site AQUI, o Facebook AQUI e o Instagram AQUI

“Um chimpanzé não é um pet e também não pode ser usado como mero objeto de diversão ou cobaia. Ele pensa, sente, se afeiçoa, odeia, sofre, aprende e, inclusive, transmite seu aprendizado. Enfim, é como nós. A única diferença é que não fala, porém se comunica por gestos, sons e expressões faciais. Precisamos garantir seus direitos à vida e à liberdade”, explica Dr. Pedro Ynterian, fundador do Projeto GAP Brasil, ex-Presidente Internacional e atual Secretário Geral do Projeto GAP Internacional e proprietário do Santuário de Grandes Primatas de Sorocaba.

Quando a foto substitui palavras


Essa belíssima foto de Tim Flach revela o quanto os chimpanzés lembram humanos. Mas será que apenas "lembram"? OU de fato são pessoas? Será que não há uma resistência dos humanos em os admitirem como iguais? 

Os primatas não possuem patas, mas mãos e pés. Eles sorriem e riem... até gargalham. Possuem inúmeros sons para se comunicar, igualzinho que o homem fazia para se comunicar no tempo das cavernas. Existe um claro sentido de moral e também sentimento de luto.

Eles fazem ferramentas com galhos, pedras e folhas. Possuem complexas estruturas sociais, aprendem a se comunicar por meio da linguagem dos sinais e a utilizar o computador com o raciocínio equivalente ao de uma criança de sete ou oito anos. Podem se reconhecer no espelho, assim como outros animais ou pessoas por meio de fotos.

O que está faltando para os grandes primatas serem reconhecidos como "gente"?



Leia outras matérias bem interessantes sobre os grandes primatas nos links abaixo:

Conheça o verdadeiro Gorila Ivan que inspirou uma das mais novas produções da Disney  acessando AQUI

Sobre a gorila Koko (já falecida, mas que foi criada como uma menininha humana e aprendeu a linguagem dos sinais) Acesse AQUI e veja matéria que tem, inclusive, um depoimento que colhi da pesquisadora que cuidou de Koko

Uma reflexão sobre a trilogia do Planeta dos Macacos (que para mim é uma das maiores produções cinematográficas) - Acesse AQUI

Texto de:

Fátima ChuEcco Jornalista e Escritora

www.miaubookecia.com 





sábado, 6 de fevereiro de 2021

Gatos reencontram seus tutores. Veja dicas valiosas para encontrar gatinhos perdidos!


Essa é a Mimi. Ficou desaparecida por seis dias, mas talvez ficasse muito mais se sua tutora não tivesse agido depressa espalhando cartazes e falando com todos os vizinhos. Olha que "aliviado" o depoimento de Silvia Regina Passoni no grupo que administro "Gatos Perdidos e Encontrados em SP":

"GENTE ACABAMOS DE ENCONTRAR NOSSA GATINHA. Ela estava em uma rua ao lado onde todos os vizinhos já sabiam do seu sumiço. Viram ela entrando em uma garagem, seguraram e nos avisaram . Ela está bem, apenas com pelo bem sujo, muita fome, sede e alguns arranhões perto das orelhas. AGRADEÇO a cada um que gentilmente nos deu dicas, sugestões, palavras de incentivo e orações. Meus pais estavam extremamente tristes e se sentindo culpados por tê-la deixado escapar. Agora é só alegria  e colocaremos telas no portão. Não percam a esperança... o que me ajudou foi informar toda a vizinhança, principalmente de ruas próximas". 


Júlio Cesar, tutor do Kekinha (foto acima), um gatinho de 12 anos que sumiu recentemente mas já voltou para casa, também deu um depoimento no grupo "Gatos Perdidos e Encontrados em SP":

"Ele nunca saiu antes, sempre teve medo de ir até mesmo na garagem. Ele é idoso, anda devagar e a pata da frente é torta. Tem uma personalidade tímida e nunca demonstrou querer sair de casa, pois, sempre teve medo de carros, pessoas e outros gatos. Semana passada, pela primeira vez na vida, ele saiu de casa e depois de 2 dias voltou sozinho pela porta da frente. É como se, depois de tantos anos, ele tivesse criado coragem. Terei que colocar rede no meu portão porque no resto da casa já tem".



E acrescenta: "Tenho 22 anos e ele está comigo desde que eu tinha 10. Coloquei esse nome, pois. ele tem um problema nos olhos que faz com que fiquem sempre sujos e com remela. Por isso tenho um cuidado especial com ele".

Silvia e Júlio atestam o que sempre insisto com as pessoas que postam no grupo Gatos Perdidos e Encontrados em SP: a primeira coisa a fazer é procurar pelo gato nos locais mais próximos e, principalmente, falar com todos os vizinhos (sem pular um!) e espalhar cartazes. E, claro, se a casa ainda não é telada é bom planejar isso assim que encontrar o gatinho para não tomar outro susto.

No grupo tem muitas dicas para encontrar gatos perdidos que eu mesma testei ao longo dos anos e também escritas com base em inúmeros relatos que recebo de gente que conseguiu reaver os gatinhos. Acesse o grupo AQUI

Outra gatinha que foi salva pelos vizinhos é a Bonequinha, na foto abaixo "lendo" o livrinho "Ághata Borralheira & Amigos  tocando corações" que publiquei em 2017 com minha gatinha Ághata no papel principal. Veja como  Bonequinha voltou para casa acessando AQUI


Consultoria Personalizada




Texto de:

Fátima ChuEcco Jornalista e Escritora, autora do fotolivro "Encontrando Rebecca Selvagem - Uma busca intensa e cheia de fé" reunindo dicas para encontrar gatos perdidos. Metade do livro é narrado pela autora e metade pela própria Rebecca com sua visão sobre os 37 dias em que esteve perdida. O livro pode ser adquirido em www.miaubookecia.com 




É possível meditar com gatos? Eles entram na sintonia ou atrapalham?


Reparem nessa bela imagem de Okan Caliskan( Pixabay) onde a moça, num estado de meditação, entra em sintonia com vários animais, incluindo gatos. Reparem que tem um gatinho até no cabelo dela. É a representação de que o estado meditativo pode acolher os sons da natureza e dos animais ao redor.

O Programa "Encantadores de Pets" deste sábado, 6 de fevereiro - que aliás recomendo muito! - mostrou um casal de budistas que não conseguia meditar pela manhã por causa de um gatinho de apenas um ano e meio muito peralta e que, claro, nessa idade queria chamar a atenção.

Quando o casal começava a cantar os mantras, o gatinho entrava em estado de excitação pulando, correndo, especialmente miando alto e até mordendo. E a tutora respondia com berros provando que faltava paz interior nela própria.

Jackson Galaxy, conhecido como "O Encantador de Gatos" visitou a casa e fez ajustes instruindo o casal a interagir mais com o gato, ter brinquedos espalhados pela casa para ele ter com que se distrair e não brigar com ele durante a meditação, ou seja, deixar ele miar até cansar ao invés de gritar com o bichano.

Bingo! Com esses pequenos ajustes o resultado foi um gatinho tranquilamente deitado num pedestal enquanto os tutores meditam. O gato passou a acompanhar esse momento matutino bem do lado dos tutores e quietinho. Ele "entrou" na sintonia da meditação.

                                        

E sabem o que aconteceria caso Jackson não conseguisse resolver esse caso?

O gatinho "iria embora". Nos EUA os próprios tutores podem entregar seus animais nos canis municipais quando estão insatisfeitos com eles. E eles ficam nesses canis por um período para serem adotados. No entanto, quando isso não acontece são sacrificados.

Existem alguns abrigos que não matam os animais, mas muitos deles, quando lotados, sacrificam os animais mais antigos para abrir vaga aos que estão chegando. É muito triste! Por isso Jackson se esforça muito para manter os gatos em seus lares.

Mas voltando à meditação...

Quem tem o hábito de meditar na companhia de seus gatos sabe como é uma delícia. Em geral, os gatos "curtem" ficar no colo ou junto de seus tutores enquanto eles meditam. 

Eu posso falar por experiência própria. Sempre tive minhas gatinhas meditando comigo numa paz total. Elas ficam no meio das minhas pernas, abraçadinhas aos meus pés ou do meu lado... superquietinhas. Parece até que meditam também!

Quando a gente se equilibra os animais sentem!

                                  Rebecca Selvagem durante minha vibração matutina

O "Encantadores de Pets" mostra também casos atendidos por Cesar Milan (O Encantador de Cães), e abre um espaço muito bacana para a apresentadora Jacqueline Sato apresentar ONGs. 

Sempre tem um convidado peludo no programa. No dia 6 de fevereiro foi a cadelinha Sunshine da ONG Adote um Focinho (foto) que está para adoção. Meiga e de pelagem bem diferente (crespa nas pernas e lisa no dorso) a gente torce para que consiga um lar!


Leia mais sobre o programa que, inclusive, apresenta vídeos com animais feitos pelos espectadores, AQUI

Fátima ChuEcco Jornalista e Escritora

www.miaubookecia.com 




sexta-feira, 5 de fevereiro de 2021

Gata escapa com roupa cirúrgica e é devolvida por outro gato


No começo eu também não colocava uma fé em alguns relatos que diziam que gatinhos de rua podiam ajudar a localizar gatos perdidos. Mas esses relatos foram se multiplicando e alguns deles, de tão impressionantes, já postei neste blog - leia AQUI e AQUI

Na verdade, eu mesma já contei com a ajuda de um gatinho para ter minha gatinha de volta. Ele se chamava Ginger e ilustra a capa do grupo que administro no face chamado Gatos Perdidos e Encontrados em SP. Acesse o grupo AQUI.

O relato agora é da Amanda Almeida, da Vila Mariana, SP. No dia 30 de janeiro a sua gatinha Janis (foto de abertura), que é arisca e assustada, fugiu de casa com roupinha cirúrgica. Imaginem o desespero!!! Ela estava há três dias trancada num quarto para se recuperar da cirurgia, mas num vacilo conseguiu escapar para o jardim e evaporou (coisa que os gatos sabem muito bem fazer: evaporar!).

Janis foi resgatada da rua e já é castrada e microchipada, mas nem deu tempo de alguém vê-la e comunicar a tutora porque ela teve ajuda de um outro gato, conforme Amanda conta:

"Ela voltou pra casa! Podem me chamar de louca, mas eu li um comentário na internet dizendo para sair na vizinhança e pedir para outros gatos trazerem ela de volta e ela voltou à noite com outro gato de rua que ronda aqui a casa. Chegou cheia de fome, mas está bem!!!".

Como sempre digo no grupo do Face, os gatos normalmente ficam perto de suas casas quando fogem. Isso só não ocorre quando são levados embora por alguém ou, por exemplo, entram no motor de um carro e vão parar longe. Mas geralmente ficam no próprio quarteirão de suas casas ou em um ou dois quarteirões mais próximos.

Falar com todos os vizinhos, sem pular um, é fundamental, mas pelo visto, comunicar os gatos que vivem soltos na região pode também dar resultado. Os gatos são bem telepatas... então não custa tentar.

Consultoria personalizada


Fátima ChuEcco é jornalista e escritora, autora do fotolivro "Encontrando Rebecca Selvagem - Uma busca intensa e cheia de fé", em que narra a busca por sua gatinha por 37 dias. O livro pode ser adquirido em www.miaubookecia.com 







Gata ficou presa em casa vizinha onde ninguém desconfiou que ela estaria

  O caso da gatinha Clara (foto), de SP, é típico, porém, infelizmente, ainda muita gente duvida que os gatos, quando fogem, se escondem exa...