sábado, 5 de setembro de 2026

Santuário Terra dos Bichos pede socorro! Salve porquinhos, galinhas, cavalos... ajude!


Imagine um local onde vivem 470 animais de 18 espécies diferentes, todos resgatados de maus-tratos, inclusive porcas resgatadas de um caminhão que tombou no Rodoanel (SP) e que ficaram conhecidas como "As Marias". Esse lugar mágico, movido à compaixão existe e fica em São Roque (SP). Mas alimentar tantas boquinhas, com diversas necessidades alimentícias, tratar suas feridas físicas e emocionais, e acompanhar sua recuperação custa caro.


É por isso que o Santuário Terra dos Bichos vive em extrema dificuldade. Embora o amor que a fundadora do santuário, Cintia Frattini, tem pelos bichos seja um elemento crucial nessa luta pela sobrevivência deles, os gastos são muito elevados e não há ajuda governamental. 


Quase 500 animais vivem de doações que nem sempre chegam a tempo do "rango" do dia conforme conta a própria Cintia que é uma excelente chef vegana:

"Nós dependemos de doações, visitas monitoradas e das comidas que vendo, mas em diversas ocasiões o valor arrecadado não é suficiente para alimentar todos os animais. Estamos numa situação muito emergencial".


Um dos recursos vem das visitas e Cintia já programou a última do ano para o dia 27 de setembro (domingo) em comemoração aos 11 anos de resgate das porcas Marias. Trata-se de uma vivência com todos esses animais em meio a deliciosas refeições veganas. Dá uma olhada:

VISITA MONITORADA!

🗓️ 27 de Setembro de 2026 (domingo)

⏰ Van com saída 9h do metrô Vila Madalena

⏰ Van retornando às 16h até o metrô Vila Madalena


Programação:

- Chegada no Santuário por volta das 10h30

- Abertura da visita feita pela idealizadora do Santuário Cintia Fratini

- Tour pelo Santuário e interação com os animais dóceis

- Almoço vegano delicioso 

- Retorno por volta das 15h


💰 Valores: 🍽️ Almoço vegano no Santuário incluso

- Indo de Van: R$ 225 (R$ 160 de doação + R$ 65 da van)

- Indo com seu carro: R$ 160 (doação por pessoa)

- CRIANÇAS ATÉ 10 ANOS: doação opcional + R$ 65 (caso de ir de van)


Você também pode ajudar divulgando o instagram @santuarioterradosbichos e fazendo doações pelo pix do banner abaixo:


Minha opinião:

Como jornalista ambientalista e da causa animal, posso relatar que conheço há muitos anos o trabalho da Cintia. Além de ser um trabalho complexo por envolver espécies tão distintas, concentra um número alto de animais, muitos deles com traumas de nunca sairão de suas entranhas, que recebem todo o carinho e dedicação dessa heroína.


Então eu recomendo muito a visita monitorada e peço que se puderem ajudem esses animais a sobreviverem. Ajudem também caso conheçam empresas que possam ser patrocinadoras, fornecedoras de alguns itens para alimentação desses animais.

E gente, a culinária da Cintia é divina... nem parece desse mundo. Acessem o instagram dela @santuarioterradosbichos abram o coração e fiquem com água na boca... tudo no mesmo lugar.


Segue uma degustação dos moradores do santuário. Cada um deles conta a gente e somente com a gente!








Imagine um dia inteiro conviver com tantos animais, conhecer suas histórias e ajudar a quem mais precisa!



Fátima ChuEcco - jornalista ambientalista e da causa animal








quinta-feira, 3 de setembro de 2026

Assassino de mais de 200 gatinhos é detido. Com 15 anos de idade não será preso


O Noad - Núcleo de Observação e Análise Digital monitorou por seis meses um adolescente de 15 anos até conseguir detê-lo ontem, dia 2 de setembro. Ele fazia lives de tortura estendida (quando se judia o bastante, mas não o suficiente para matar o animal estendendo assim seu sofrimento por horas) na plataforma Discord com indefesos gatinhos. Os gatos, na maioria filhotes ou bem jovenzinhos, eram queimados, cortados, amputados, esticados até romperem tendões, tinham pernas quebradas, olhos furados e coisas que sequer dá para escrever.

Esse sujeito, que nada tem de criança, fazia isso com pelo menos 5 a 6 gatinhos por madrugada. A responsável pela operação, delegada Lisandrea Salvariego (que não por coincidência tem a palavra "salva" no nome) divulgou em seu instagram @delegadalis que o Discord foi avisado das lives em 4 de agosto e não deu nenhum retorno... também não tomou nenhuma providência.


A delegada, que já assistiu vários desses vídeos durante a investigação, contou em entrevistas que as cenas doem mais ainda porque os inocentes gatinhos buscam carinho, proteção e se aproximam do agressor sem desconfiar do horror a que serão submetidos.

Eu, como jornalista atuante na causa animal, também relato aqui que, de tudo que já vi, essas torturas com gatinhos que estão ocorrendo no Brasil, China e em outros países de alguns anos para cá são o retrato mais perverso que existe e pior: funcionando como gerador de lucro. 

Todos os animais sofrem nas mãos humanas... grande parte é cruelmente escravizada ou explorada de diversas formas... e estou falando de animais domésticos, selvagens, silvestres, criados para consumo, usados em laboratórios... todos.

Mas o que fazem com esses gatinhos, que são apenas bebês assustados e totalmente vulneráveis, é o que há de pior em termos de atrocidade.


Alerta Geral

Com relação as investigações sinto falta da busca pelos fornecedores dos gatos. Gatinhos não nascem em árvores. Esses criminosos, psicopatas ou meros comerciantes de vídeos de tortura, precisam ter alguém que lhes forneça tantos gatinhos. Esses casos tem mais de um culpado e é crucial descobrir todos.

Por isso é tão importante observarmos pessoas suspeitas, com muitas ninhadas, vivendo em locais totalmente fechados e movimentações de entrega de filhotes especialmente a adolescentes, mas não só para esses.

As plataformas também não estão sendo devidamente punidas. Precisam ser suspensas, multadas e desarticuladas. E isso só se consegue com pressão da população. Apoiem as campanhas pelos gatinhos. Apoiem quem luta por eles. Façam denúncias. Investiguem.


E o que acontece agora?

O assassino provavelmente será internado em algum reformatório juvenil. Adianta? Não. Um indivíduo já tão sedento pelo sofrimento alheio de inocentes não se esvazia dessa covardia apenas porque é temporariamente separado da sociedade. Mas por outro lado, como não pode ser preso devido a idade, a única maneira de impedir que ele faça mais vítimas é mantê-lo distante delas... pra sempre!

Fátima ChuEcco - jornalista ambientalista, especializada em gatos e fundadora da BuscaCats

quarta-feira, 2 de setembro de 2026

Almoço vegano e Feirinha de Artesanato na Vila Mariana (SP)

É uma delícia almoçar fora aos finais de semana e aproveitar para fazer comprinhas de artesanato, não é mesmo?! Mas fica melhor ainda se você puder saborear uma comida vegana muito criativa e saborosa e, ao mesmo tempo, conhecer o Bazar do restaurante Loving Hut (Rua França Pinto, 243 - bem perto do metrô Ana Rosa/SP).

Além de ter um menu livre de crueldade animal, o restaurante Loving Hut (Cabana Amorosa numa tradução simples) abriu espaço, aos finais de semana, para pequenas empreendedoras que produzem artesanato vegano, com peças originais, muito criativas e por vezes meigas... como as minhas:

Mandalas de gato para colar na porta

Latinhas de mandala com sabonetinhos veganos


Só de ver as fotos já dá água na boca!


Vou estar expondo lá aventais e jogos americanos dupla face, que são criação minha. O avental tem um lado plastificado para atividades na cozinha que envolvam água e um lado todo delicadamente decorado em tecido com estampa de cães 🐶 gatos 🐱  e coelhinhos 🐰 para você receber as visitas enquanto termina os quitutes na cozinha, colocar a mesa, dar cursos de gastronomia ou arte, e até "desfilar" (de tão fashion que eles são).


O jogo americano segue a mesma ideia: um lado plastificado para você fazer as refeições e outro em tecido com estampa de animais para decorar a mesa ou cobrir o fogão. E dá para fazer conjuntos de avental com jogo americano da mesma estampa. Um ótimo presente para você ou para quem gosta de animais!


Tem coisas que eu AMO como nhoque de abóbora e de mandioquinha, lasanha de beringela e de brócolis, além de feijoada vegana e muito mais. No Loving Hut são 50 opções de comidas brasileiras e orientais no buffet, todas veganas!

O espaço do restaurante é amplo, muito agradável, com uma energia que faz bem ao estômago mas também ao coração já que é lema do Loving Hut não cozinhar nada de origem animal 🐓🐮. Comida saudável, cheirosa e ética.

E mesmo que você não seja vegano, vale a pena experimentar porque, com certeza, vai ter algo que você vai adorar! Eu já tô sonhando com o choque de abóbora!

A Loving Hut fica na Rua França Pinto, 243 na Vila Marina fone 96309-6284 e o BAZAR acontece dias 25 e 26 de julho das 11h às 16h. 🐱🐶


Meus sabonetinhos veganos:

Fátima ChuEcco - jornalista ambientalista e da causa animal, escritora e consultora da BuscaCats



terça-feira, 1 de setembro de 2026

Por que torturam uns e comem outros ao invés de amar a todos?

Eu mudaria o chavão "Por que você ama uns e come outros?" para "Por que torturam uns e comem outros ao invés de amar a todos?". De insetos a animais de grande porte, todos os animais da Terra são de alguma forma explorados pelos humanos. Embora cães e gatos tenham ganhado espaço nas famílias humanas, eles também sofrem horrores em experiências das mais sórdidas, doloridas e longas em laboratórios de pesquisa, assim como chimpanzés, vários pequenos primatas, gatos e ratos (hamsters).

A sonhada fuga

Cães ainda são usados em rinhas ou morrem de fome acorrentados e abandonados em galpões e locais vazios. Gatinhos filhotes sofrem algumas das maiores brutalidades da atualidade: são cortados, furados, queimados, assados vivos - no momento não tem nenhuma crueldade que seja pior que a tortura de gatinhos na internet - e isso acontece diariamente no Brasil, China e vários países.


À propósito, cães e gatos são também terrivelmente torturados na China, Vietnã e Coreia antes de virarem comida. Cães ficam com focinhos amarrados e embolados nas gaiolas uns sobre os outros ou são amarrados e sufocados dentro de sacos, com patas quebradas, sem água, sem se mexer e assim transportados como sacos de batata. 

Idem com os gatos usados para consumo que são mergulhados em vasilhas com água para morrerem afogados ou esfaqueados e espancados até a morte uns na frente dos outros... e cães as vezes enfiados em caldeirões com água fervente. Uma infinidade de atrocidades.


Então não dá pra afirmar que uns são amados e outros comidos. Dependendo do lugar e da situação a que são expostos, cães e gatos podem sofrer bem mais que animais de fazenda e em muitos pontos do mundo incluindo o Brasil.

A vida dos animais criados para consumo é igualmente horrível: escravidão, separação de mães e filhotes, bebês mantidos e alimentados em gaiolas para virar vitela, galinhas obrigadas a botar ovos sem parar, pintinhos machos triturados... tudo de pior que se possa pensar para uma existência atinge vacas, bois, galinhas, porcos etc.

Por isso eu mudaria o chavão "Por que você ama uns e come outros?" para "Por que torturam uns e comem outros ao invés de amar a todos?".

O ideal: amar a todos

Vale lembrar que cães e gatos não são fruto de especismo. Eles conquistaram o espaço que têm hoje em muitos países. Os cães se aproximaram do homem no tempo das cavernas. Eles se juntaram ao humanos em torno das fogueiras e ofereceram proteção contra outros animais.

Os gatos, todos sabem, se infiltraram entre os humanos no Antigo Egito tornam-se sagrados, muitas vezes adorados. Mas os gatos já sofreram também grandes perrengues e perseguições - sofrem até hoje em países como Austrália e Nova Zelândia onde estão sendo caçados e mortos até por crianças.

Mas de qualquer forma, a posição que os cães e gatos têm hoje em nossa sociedade é uma conquista deles ao longo de séculos - não é especismo.

Cães e gatos conquistaram status ao longo de séculos

E pelas maldades e abusos que eles ainda enfrentam apesar do status de domésticos, não é justo dizer que "todos" eles são tratados melhor que os demais animais. Uma parte deles é bem tratada como consequência dessa conquista deles próprios, mas outra parte é também massacrada.

O que toda criatura viva deseja é viver e uma vida livre de exploração é direito de todos os animais. E como já dizia Charles Darwin (abaixo): até as abelhas pensam.

Então por que defender os animais da fazenda e não os cães, gatos, macacos, leões, pinguins, borboletas?

Fátima ChuEcco - jornalista ambientalista e atuante na causa animal

Fotos feitas com IA


sábado, 15 de agosto de 2026

Gato microchipado tem que cadastrar no Sinpatinhas, senão não adianta nada


Não pense que apenas microchipar seu gato garante que ele seja devolvido caso escape e se perca. Quando um gato microchipado se perde e quem o encontra o leva até uma clínica onde existe um leitor de microchip, descobre apenas o número do microchip, mas não o contato do tutor. É necessário pesquisar esse número em diversos bancos de dados na esperança de encontrar em qual está cadastrado. Só assim se chega aos dados de contato do tutor.

Por esse motivo, não basta microchipar. Tem que cadastrar gratuitamente num banco que seja de mais fácil acesso como o Sinpatinhas, criado pelo governo federal. O cadastro, no entanto, deve ser feito manualmente pelo tutor ou veterinário. Não é automático nem mesmo se o gatinho for microchipado na prefeitura. Precisa cadastrar o gatinho e respectivo microchip, o que ainda dá direito à emissão do RG Animal. Olha o da minha gatinha:


Em muitos países existe um banco de dados unificado, o que facilita bastante encontrar os tutores de animais perdidos. É assim nos Estados Unidos, Japão, África do Sul e vários países europeus. Inclusive, já viraram notícia vários casos de gatos encontrados depois de anos perdidos porque foram resgatados por ONGs ou pessoas que puderam encontrar o número do microchip deles em banco unificado daquele país.

A prefeitura de SP, por exemplo, sempre manteve um banco de dados para os animais castrados e microchipados no CCZ. Então, se o animal perdido tinha sido microchipado por ação do CCZ seus tutores podiam ser contatados. Mas agora até mesmo esse microchip precisa ser cadastrado manualmente pelo tutor no Sinpatinhas.

E, no caso do microchip colocado em clínica particular, ele somente fica cadastrado no banco da empresa responsável por aquela marca de microchip.

Então muito gatinho, embora microchipado, não consegue voltar para casa. Quem o encontrou faz busca em diversos bancos (quando faz) e acaba desistindo de procurar.

Outro exemplo: o plano de saúde Pet Love microchipa seus clientes. Porém, quem tem o cadastro desses microchips são apenas as clínicas e veterinários conveniados nesse Plano. Se der a sorte de levar o gatinho perdido numa clínica conveniada para conferir o microchip e ele for cliente da Pet Love, certamente encontrarão os dados de seus tutores, caso contrário não.

Então preste muita atenção nisso: tendo microchipado seu gato na prefeitura, em clínica particular ou pelo plano da Pet Love... em qualquer um desses casos você precisa cadastrar esse microchip no site da Sinpatinhas porque é o de mais fácil acesso à população.

É muito simples para inserir os dados do seu gatinho. Preencha o formulário, anexe uma foto dele para a carteirinha de identidade e pronto!

Eu fiz o teste com a minha gatinha. Cadastrei o microchip dela da Pet Love e depois conferi no campo de busca se meus dados constavam lá. E sim! Num único botão a pessoa que encontra um gato perdido consegue descobrir o contato dos tutores dele. Aparece uma mensagem assim:


Acesse SINPATINHAS - Ministério do Meio Ambiente

Na página de abertura do site já tem o campo para você colocar o microchip de um gatinho perdido ou pode entrar com sua senha gov.br para cadastrar seu gatinho.

Mas não esqueça: no caso de gato que você tenha encontrado, primeiro busque uma clínica para escanear o microchip e pegar o número. Inclusive, creio que é interessante ONGs e protetores de animais terem um leitor de microchip. Custa de 10 a 200 reais. Depois pesquisa no site do Sinpatinhas.

Tem mais de 10 milhões de gatinhos nas ruas do Brasil e nem todos eles foram abandonados. Tem muito gato perdido vivendo nas ruas porque nunca mais conseguiu voltar para casa. Então, uma prova de amor é microchipar e em seguida cadastrar o microchip no Sinpatinhas.

Fátima ChuEcco - jornalista ambientalista e atuante na causa animal, escritora, gatóloga e gatoróloga


Preço promocional em agosto para ver cão Nicolau em "7 x 1 - Uma Comédia Boa pra Cachorro"


Nicolau é um dog alemão esperando para ser comprado ou adotado na vitrine de uma pet shop e que torce para que nenhuma das duas coisas aconteça. Na peça "7 x 1 - Uma Comédia Boa pra Cachorro" ele afirma que seres humanos não têm pedigree e que prefere não desfrutar da companhia deles.


Observando as pessoas e especialmente as esquisitices delas, Nicolau vai entregando o que pensa da raça humana com muito humor na pele do ator Renato Scarpin que, no mesmo espetáculo, ainda representa outros seis personagens criados por ele mesmo. Um show de interpretação!

O ator conta que no final do espetáculo, numa roda de conversa, várias pessoas comentam sobre o Nicolau tornando-o o personagem mais querido do público:

"Dizem que ele é a pessoa mais inteligente da peça. E muitas pessoas que tem cachorro se identificam".

Renato já teve cachorro. Hoje tem um gato. E explica que Nicolau não é inspirado em um cachorro em particular, mas em todos porque percebe que esses animais são muitos participativos, observadores, atentos e sensíveis ao comportamento humano. E que se um cachorro pudesse dizer o que pensa da gente, certamente teria conclusões como as que Nicolau expõe na peça.


Por exemplo: Nicolau não entende  o nome dado a sua raça, afinal "dog alemão", na tradução, é apenas um cachorro de origem alemã. E conta que seu primo, o "pastor alemão", recebeu esse nome apenas por ser religioso. Também acha estranho humanos comprarem bolinhas para jogar fora. Bolinhas que os cães gentilmente buscam e devolvem. E reflete sobre outros costumes humanos sem sentido.


ATENÇÃO: Somente este mês de agosto, aliás popularmente conhecido como "Mês do Cachorro Louco" porque é quando tradicionalmente se faz vacinação em massa contra a raiva, a peça com Nicolau acontece com PREÇO PROMOCIONAL a R$ 21,90 em apenas DOIS DOMINGOS (dias 23 e 30). Por isso corra para garantir seu lugar acessando AQUI 7 x 1 - Uma Comédia Boa pra Cachorro com 56 de desconto - Sampa Ingressos

Renato já participou das novelas "Avenida Brasil" e "Torre de Babel" da Globo e "Uma rosa com amor", do SBT. Conheça os demais personagens da comédia em cartaz no teatro Bibi Ferreira:

Um Senador “exemplar”- exemplo perfeito do político brasileiro

Um vaidoso jogador da seleção

Uma pobre criança rica que sente a falta de presença dos pais

Um idoso lidando com a ausência da família e com o mundo moderno

Uma grávida da periferia

E um CEO de banco que ensina como é bom pagar juros

Em 7 x 1– Uma Comédia Boa pra Cachorro, o ator Renato Scarpin dá vida a essas figuras icônicas, interligadas entre si, que revelam, com muito deboche, as bizarrices da sociedade atual. O espetáculo é um passeio multifacetado pelos absurdos do cotidiano, onde o único que parece entender a vida é, ironicamente, o cachorro Nicolau. Uma goleada de performance do ator, riso e sátira, na medida certa. 

Duração: 70 minutos 

Ficha Técnica– Concepção, texto e atuação: Renato Scarpin Voz em off: Carô Carvalho e Renato Scarpin Técnica: Rick Conte Fotos: Wellington Santos Design: Daniel Selmer Assistência de Produção: Sylvia Conte Colaboração de Produção: Maritta Cury Produção: Fábrica de Homenagem Produções Artísticas Serviço

Agosto e Setembro - Domingos, 19h 

Local: Teatro Bibi Ferreira Av. Brigadeiro Luís Antônio, 931 – Bela Vista 

Ingressos: R$ 100,00 inteira R$ 50,00 meia - parcelado em até 12 vezes no Simpla

7X1 - Uma Comédia boa pra Cachorro em São Paulo - Sympla

Ou pela Bilheteria Express com parcelamento em até 6 vezes

7x1 - Uma Comédia Boa pra Cachorro - ingressos - 7x1 - Uma Comédia Boa pra Cachorro - Bilheteria Express - Teatro Bibi Ferreira.

Fátima ChuEcco - jornalista ambientalista e atuante na causa animal, escritora, gatóloga e gatoróloga


sexta-feira, 14 de agosto de 2026

Festival Vegano de Comida de Boteco neste domingo, dia 16, em SP


Com entrada gratuita, o Festival Vegano de Comida de Boteco promove releituras daquelas comidinhas que a gente adora beliscar em bares  e reforça o respeito aos animais em 7 horas de evento. O público poderá degustar porções veganas de calabresas, linguiças, torresmos, pães de queijos, coxinhas, pastéis, quibes, espetinhos e também feijoadas, hambúrgueres, hot dogs, lanches, salgados e doces. 

O Festival Vegano de Comida de Boteco, idealizado pelo Encontro Vegano JMA, acontece na Rua Joaquim Távora, 605,  na Vila Mariana, das 12h às 19h, com uma proposta inovadora: preservar a identidade cultural da comida de bar, mas em formato 100% livre de exploração animal e focado na sustentabilidade.


A proposta é mostrar, na prática, que sabor e tradição podem caminhar lado a lado com o consumo ético, que apoia o pequeno empreendedor e, principalmente, dispensa produtos com ingredientes de origem animal.


O impacto social é um dos pilares do festival. O espaço servirá como ponto de apoio para Organizações Não Governamentais (ONGs) e protetores independentes de São Paulo. Para contribuir com a manutenção de toda infraestrutura para os cuidados de cães e gatos resgatados, o evento funcionará como um posto de arrecadação. A população é incentivada a comparecer não apenas para o lazer, mas para doar tampinhas plásticas, jornais e pacotes de ração, que serão integralmente repassados aos projetos parceiros.


O salão principal terá diversas opções de chocolates, queijos, pães de melado, biscoitos, bombons, geleias, quitutes, cafés especiais e o tradicional bazar: com muita moda autoral, itens ecológicos, sustentáveis, ecojoias de cápsulas de café, crochês, óleos essenciais, brechó, decoração e cosméticos veganos.


A organização convida os visitantes a adotarem a prática do "lixo zero", levando de casa seus próprios copos, talheres para consumo no local e ecobags para levar os produtos para casa.

Festival Vegano de Comida de Boteco (JMA)

Quando: 16 de agosto, domingo, das 12h às 19h

Onde: Rua Joaquim Távora, 605 – Vila Mariana, São Paulo/SP (próximo ao Metrô Ana Rosa)

Entrada: Gratuita e com acessibilidade


segunda-feira, 10 de agosto de 2026

Sonhei com terremoto escala 10.5 na Patagônia, entre Chile e Argentina



Com os recentes terremotos devastadores na Venezuela e agora também na Colômbia, achei conveniente repostar uma matéria que escrevi um tempo atrás sobre um terremoto de magnitude 10.5 que talvez ainda esteja por vir. Foi um sonho muito realista me mostrando a exata faixa atingida pelo potente terremoto tomando toda a Patagônia (foto), região que fica entre Chile e Argentina, e afetando ainda uma extensa região desses dois países.  

Em geral, os terremotos atingem a escala Richter até 7 ou 8 (o que já é muito estrago). Os de escala 9 são muito raros, mas no meu sonho se tratava do maior terremoto já registrado no planeta.

Na época cheguei a entrar em contato com institutos que monitoram esses abalos sísmicos de tão impressionada que fiquei com o realismo das cenas. Pelo sonho eu via que uma pequena região do Brasil também sentiria o terremoto de forma mais branda.


O Chile já foi o cenário do maior terremoto registrado na história mundial. O record é o do terremoto de 9,5 graus na escala de Richter, ocorrido em 1960 na cidade de Valdívia, no sul do país. A catástrofe, que causou a morte de 5.700 pessoas, foi acompanhada de um tsunami que chegou às costas do Havaí, onde 61 pessoas morreram afogadas. As ondas chegaram às Filipinas, provocando a morte de 32 pessoas.

O terremoto de Valdívia teve réplicas ao longo de um ano inteiro. A atividade sísmica sem precedentes alterou a geografia de mil quilômetros quadrados do litoral chileno.

O Chile teve terremotos devastadores em diversas ocasiões ao longo de sua história. O primeiro terremoto de grandes dimensões registrado no país foi em 1822 na cidade de Valparaíso. Outro, em 1835, foi acompanhado de um maremoto na cidade de Concepción. A cidade de Copiapó foi assolada por tremores em 1854 e 1859.

O norte do Chile também foi atingido por terremotos acompanhados de maremotos especialmente na cidade de Arica em 1868 e 1877.Posteriormente foram registrados grandes terremotos em 1906 (Valparaíso), 1920 (Chillán) e 1934 (Arauco). Em 1939 um terremoto causou a morte de 30 mil pessoas nas províncias de Talca e Bio-Bio.

A Patagônia, por sua vez, encantou Darwin. O pesquisador encontrou lá um vasto campo para provar teorias evolucionistas e adaptativas, entre outras. Espécies animais fabulosas encheram os olhos de Darwin, mas também de muitos caçadores que até hoje agem no local. Resta saber se o homem será ainda pior que a força da natureza naquela região.



Também já sonhei que a Escócia (foto) tinha afundado por uma infiltração intensa de água em suas camadas submersas mais profundas. A base que sustenta o país foi desmanchando, esfarelando ao longo de décadas e a Escócia afundou no oceano em poucos minutos. 

Nem sei se isso é possível... e nem saberia explicar cientificamente a causa do afundamento. Só sei que era como naqueles prédios que são implodidos e caem sobre o mesmo terreno que ocupam. A Escócia foi descendo e sendo sucumbida pelas águas. Mas nada de terremoto, tsunami... nada disso. Foi um problema no subsolo. 

Bom... talvez nada disso ocorra. Tomara que não. Mas acho curioso sonhar com catástrofes naturais.  Seria fruto da imaginação? Algum tipo de aviso para nos prepararmos para algum momento de urgência nesses locais? Se algum de vocês já teve sonhos assim, por favor, compartilha comigo.


Texto: Fátima ChuEcco, jornalista ambientalista e atuante na causa animal

Santuário Terra dos Bichos pede socorro! Salve porquinhos, galinhas, cavalos... ajude!

Imagine um local onde vivem 470 animais de 18 espécies diferentes, todos resgatados de maus-tratos, inclusive porcas resgatadas de um caminh...