quarta-feira, 15 de julho de 2026

Dia 18 (sábado): Lindos produtos no bazar para ajudar os gatinhos do Casarão do Ipiranga


Brincos e pulseirinhas da África do Sul, pingentes de gatinhos, avental e jogos americanos dupla face com estampa de gatos, quadrinhos felinos, imãs de geladeira, brinquedinhos para gatos,  e enfeites artesanais... tudo com parte da venda revertida para os gatinhos do Casarão do Ipiranga que ainda aguardam adoção.


Essa é a minha coleção de artigos novos (o avental de gato dupla face eu que fiz e só tem um!) que estará exposta a preços bacanérrimos no Bazar deste sábado, dia 18 de julho, das 10h às 16h, na Rua Clóvis Bueno de Azevedo 130, bem na frente do Casarão de 1924 abandonado e que serviu de abrigo para mais de 100 gatos nos últimos anos.

Fred é um gatão tipo capa de revista

Graças ao trabalho duro de várias voluntárias, eles foram sendo resgatados, tratados e doados. Mas ainda restam alguns deles num lar temporário (fotos nessa matéria). Eles tiveram de deixar o Casarão para ter início um empreendimento que inclui hotel e área comercial nesse local de valor histórico.

Simão pode ser seu companheiro pra sempre

Além do bazar com produtos novos, haverá também brechó de roupas e calçados. Vale destacar as comidinhas veganas em preço bom e deliciosas. Eu já provei o cuzcuz e garanto que é divino. 

Bijuterias vindas direto da África do Sul da artista plástica Karina Polycarpo

O Bazar é a principal fonte de renda desses gatinhos e uma oportunidade para você adquirir itens para sua casa, para seu gatinho ou dar de presente. Confira! Mas atente ao horário hein?! Começa as 10h e vai só até as 16 horas. Acesse também o instagram @gatosdocasarao

Abaixo degustação dos produtos que estarei expondo e mais gatinhos do Casarão:


Acima quadrinhos com impressão em tecido e abaixo Tigre, Tigrão e Tigrinho. Adote esses adoráveis selvagens domesticados !




Abaixo mais brincos da África do Sul com assinatura de Karina Polycarpo


Veja meus jogos americanos dupla face, sendo um lado emborrachado para usar nas refeições e o outro em tecido decorado para enfeitar a mesa ou fogão


Abaixo Leo e Lela que aguardam adoção








Fátima ChuEcco, jornalista ambientalista e da causa animal, escritora, gatóloga, consultora da @BuscaCats e fundadora da editora www.miaubookecia.com



























domingo, 12 de julho de 2026

Filme perfeito para amantes de cães. Fala de amizade e abandono...lindo!


O filme indiano "Valatty - Jornada de Amor e Amizade", com roteiro e direção de Devan, vai derreter o coração de quem ama cachorro. O mais legal é que os cães são reais e foram monitorados durante as gravações para que nenhum sofresse maus-tratos ou estresse. O roteiro aborda o romance entre um cachorrinho e uma cadelinha que juntos fogem de casa para ficar juntos. Romance proibido tipo Romeu e Julieta, sabe?


Fora do mundo cor de rosa que eles tinham em boas casas, com tudo da melhor qualidade, os dois vão conhecer a realidade dos cães que vivem nas ruas. Eles vão enfrentar ameaças, fazer amizades e até se envolverem no resgate de cães que seriam usados em experimentos.


Pode parecer infantil, mas não é não. Algumas cenas tem certa violência. Nada de tirar o sono, mas talvez não muito indicado para crianças pequenas.


Na India há pessoas que amam cães, mas por outro lado existem grupos religiosos que os consideram impuros. Então tem famílias proibidas de adotarem cães. O controle populacional de cães também não é nada simpático. Funciona na base da brutalidade e não dá chance dos animais encontrarem um novo lar.

Mas o filme foca duas famílias que tratam muito bem seus cachorros e o diálogo entre os cães atores é uma graça! 


Tem emoção e já aviso: o final é legal. Digo isso porque muita gente não assiste filme de animais que termina mal. Não percam! Na Prime Video.

Separei o trailer e vários trechinhos pra vocês:






Fátima ChuEcco - jornalista ambientalista e atuante na causa animal, escritora e consultora da @BuscaCats
















sábado, 11 de julho de 2026

Apaixone-se e Adote um Gatinho do Casarão do Ipiranga. E prestigie o Bazar dia 18/07!


Eles eram mais de 100 gatos vivendo num casarão de 1924 instalado no histórico bairro do Ipiranga, em SP. Hoje restam 12 prontos para adoção, castrados e vermifugados, graças a um trabalho admirável de voluntárias que nunca pouparam esforços para mudar a realidade desses pequenos felinos.

Escaminha Sara brincalhona

As colônias de gato se formam em locais públicos como parques e também em imóveis abandonados e terrenos baldios. O que muita gente não sabe é que esses felinos são protegidos por lei. As protetoras podem e devem solicitar o método de CED - Capturar, Esterilizar e Devolver ao local de origem junto a orgãos municipais e estaduais se a colônias estiverem em locais públicos. 

Luigi meigo e charmoso

Quando as colônias se instalam em áreas privadas, os proprietários desses locais precisam arcar com contratação de manejos éticos e seguros.

Amoroso Joca

Infelizmente, muitas vezes, nem uma nem outra coisa acontece. Os gatos do Casarão do Ipiranga tiveram permissão para ficar no imóvel por alguns anos, onde foram cuidados por um grupo de voluntárias. O espaço, no entanto, agora será um grande empreendimento com hotel e área comercial.

Lela é uma raríssima gata amarela

Os 12 gatinhos que restaram necessitam agora de um lar amoroso, devidamente telado para evitar fugas e acidentes. Interessados devem ligar para 11 98180-7272

Tom é estiloso e curioso

 Acesse também o instagram @gatosdocasarao

BAZAR com roupas, acessórios, comidinhas veganas... tudo de bom na frente do Casarão dia 18/07



Fátima ChuEcco - jornalista ambientalista e da causa animal, escritora e fundadora da editora www.miaubookecia.com e da @buscacats

Foto de abertura - Pixabay Free

jornalistafatima4.wixsite.com/sosterra








sexta-feira, 10 de julho de 2026

"Ele é um Gato" é uma comédia especial para gateiras! Vale a pena ver!


 Já pensou se você pudesse se comunicar telepaticamente com seu gato ou com os gatos que cruzam seu caminho? Nessa comédia húngara chamada "Ele é um Gato" (Cat Call), a protagonista (Franciska Torocsik) mergulha em fracassos amorosos enquanto se encanta com um gatão preto, bem vira-lata, com quem consegue conversar.

O filme dirigido por Rozalia Szeleczki é de 2023, mas só chegou agora na Prime Video. É leve, bem humorado e com elementos com os quais muitas gateiras irão se identificar. As filmagens exigiram tomadas naturais com vários gatos pretos. Em um ou outro momento é usada imagem digital.

Além do trailer abaixo, selecionei uns trechinhos para vocês petiscarem:






FátimaChuEcco - jornalista ambientalista e da causa animal, gatóloga e consultora da @BuscaCats





quarta-feira, 8 de julho de 2026

Adorável filme mostra amizade entre humano e alienígena. Vale ver!


 "Devoradores de Estrelas" estrelado por Ryan Gosling que, aliás, também participa da produção, é uma adorável ficção com elementos ingênuos. Não é um filme infantil, mas tem um ar de infância e de pureza por conta da amizade entre um humano e um alienígena, ambos sozinhos no espaço.

Impossível não comparar com "E.T. - O Extraterrestre" que encantou uma geração inteira, mas nesse caso não é mais um menino e sim um professor de Ciências (Grace) que faz contato com um ser muito diferente do que já vimos, inclusive em filmes de ficção científica. 

Estamos acostumados a ver monstros, insetos gigantes, seres semelhantes a humanos (mas com cabeças enormes e corpo esguio) e gosmas assassinas nesses filmes. Em "Devoradores de Estrelas" vemos a existência de uma criatura inteligente envolvendo em sua composição outros tipo de material que não o orgânico - que a gente costuma entender como vida. 

O alienígena nesse caso é uma simpática formação rochosa que se movimenta semelhante a um cachorro e se comunica por gestos e sons, apelidada pelo professor astronauta de Rocky. É encantador!

Veja um trechinho que capturei da TV:


Grace é sobrevivente numa nave que tem como missão impedir a morte do Sol por invasores moleculares. Rocky teve destino idêntico. Também só sobrou ele de uma missão semelhante. Sem comunicação com seus planetas, Grace e Rocky só tem um ao outro. A relação entre os dois faz rir, torcer por eles e chorar - não necessariamente nessa ordem.

Veja o trailer:


E o desfecho do filme é tão lindo que eu até levantei do sofá para aplaudir sozinha em minha sala. Sabe quando você sente que valeu assistir algo? Para quem preza amizade e filmes que acabam bem essa é uma excelente dica.

Vale lembrar que o início o filme é um pouco lento. Só acelera depois do encontro entre os dois personagens principais no espaço. Daí para a frente vale cada minuto. Tem muito humor e memoráveis cenas de carinho entre os dois. Inclusive, até a famosa cena do filme "ET" em que o dedo do garoto Elliot toca delicadamente o dedo do alienígena, é aqui reproduzida. O filme pode ser visto na plataforma Prime Video.

Gateiras

E há detalhes que somente as gateiras vão notar. Grace usa na espaçonave uma camiseta com o desenho de um gato. Na despedida dos astronautas na Terra, uma das mulheres no bar também usa uma camiseta com uma enorme estampa de gato. E não é por acaso.

Ryan já se confessou um amante de animais, especialmente de gatos. Ele ficou famoso por demonstrar preocupação com os gatos que circulam pela Disneylandia.


Texto: Fátima ChuEcco, jornalista ambientalista e atuante na causa animal, escritora, gatóloga e consultora da @BuscaCats

domingo, 5 de julho de 2026

Em clima de Festa Junina/Julina, Cacilda Becker encanta gateiras!


Essa é a Cacilda Becker, de Recife: dois anos de idade e festeira. É incrível como um gatinho consegue preencher a vida da gente! E é exatamente o que essa gatinha faz com o coração do fotógrafo Alcides Ferraz. Apaixonado confesso dessa "tigresa", vive fazendo dela uma excelente "modelo".

Dessa vez não deu, mas Cacilda torceu

Gateiras em geral fotografam muito, mas muito mesmo seus gatinhos. É gato é muito fotogênico - não dá pra negar. Os gatos são também alguns dos animais mais expressivos - já dizia Charles Darwin.


Claro que fotos profissionais como essas do Alcides, nem sempre um amador, por mais apaixonado que seja por seu gato, acerta. Mas o segredo é ter paciência e esperar a pose certa, o momento que o gato relaxa e se deixa fotografar.


Na foto da Festa Junina, por exemplo, Alcides utilizou IA para compor o cenário junino em torno da foto da sua gatinha vestida de caipirinha. Nas demais foi uma mistura de luz certa com o local certo e, claro, o charme natural da gatinha.  


Fátima ChuEcco - jornalista ambientalista e da causa animal, gatóloga e consultora da @BuscaCats


sábado, 4 de julho de 2026

"Uma pata lava a outra" na busca de gatos perdidos. História encantadora!


A gatinha Liz, de SP, protagonizou mais uma daquelas histórias desesperadoras em que o tutor acredita que seu bichano, simplesmente, evaporou... de uma hora para outra! E é estrela também de mais um caso de tutor que encontra seu gato perdido após salvar outro durante as buscas.

As duas gatinhas da foto, Lyz (que ficou dias desaparecida) e Lolla, que na época era só uma filhotinha, se conheceram em 2022. A semelhança entre as duas frajolinhas impressiona.

A tutora Lenira Diaconiuc encontrou a pequena Lolla num lava-jato cheio de materiais de construção, enquanto procurava por Lyz. Lenira viu que não tinha como deixar a gatinha naquele local e a levou para casa. Dias depois encontrou sua gata Lyz. 

Por isso costumo dizer que, nesses casos, "uma pata lava a outra", ou seja,  ao ajudar um gato carente, o tutor acaba em seguida encontrando seu próprio gato que estava sumido.
Vejam com as duas estão agora:


Lenira já tinha revirado seu quarteirão inteiro atrás da Lyz sem qualquer sinal, sem nenhum pelinho sequer deixado para trás e que poderia servir de pista.

Como os gatos, diferentes dos cães, não saem andando pelo bairro - a não ser que entrem no motor de um carro ou sejam levados em embora - com a Liz não foi diferente. Ela estava numa casa distante apenas 300 metros da sua e na companhia de outro gato. 

Lyz (foto abaixo) já era castrada na época, mas isso não a impediu de fazer amizade com um gato bem bonito das redondezas e seguí-lo.

Isso mesmo! Liz estava vivendo na casa de outro gato sem dar satisfação a ninguém. 

É bom salientar que a castração não muda personalidade e nem neutraliza a "adolescência" dos gatos. Especialmente se forem jovens, aventureiros e caçadores, podem continuar querendo ir para a rua. Por isso, só mesmo a tela de proteção nas casas podem impedir que escapem e corram riscos.

Mas como Lyz foi encontrada?

Lenira havia colocado cartazes no portão de entrada da escola que fica na mesma rua de sua casa. Foi quando o pai de um aluno reconheceu a gatinha e ligou para ela.

"Ele disse que Lyz chegou acompanhada do gato dele e então ele deixou-a ficar. Quando fui buscá-la, Lyz estava deitada numa casinha de transporte toda sossegada. Ficou cinco dias sumida", conta a tutora.

As escolas são de fato excelentes lugares para colocar cartazes porque geralmente há muitos estudantes que moram próximos ou no bairro.  Outro caminho é panfletar na entrada dos alunos da manhã e na saída dos alunos da tarde. 

Vejam como a Lolla está hoje:


E a Lyz:



Cuidando do emocional

Quando a Lenira me procurou para uma consulta sobre gatos perdidos, fazia apenas dois dias que Liz havia sumido, mas era nítida sua angústia, ansiedade e inconformismo - uma mistura de sentimentos que a maioria dos tutores sente quando o gato "some".

E nessas horas sempre oriento os tutores a fazerem um grande esforço para manter a calma, pois, com a cabeça quente e coração saindo pela boca, ninguém pensa direito. Só que para achar um gatinho é preciso "raciocinar", se colocar no lugar do bichano e calmamente observar que rotas (em todas as direções) ele poderia ter seguido, por onde poderia ter passado ou se escondido... coisas assim.

"Nessas horas não existe coisa melhor do que uma pessoa encorajar a gente, como fez a consultora. Ela me deu muita esperança porque eu já estava desanimando. Ela me ajudou muito a manter a fé para encontrar minha gata".

Vejam que gracinha as duas juntas quando Lolla ainda era bebê:



Tem mais algumas histórias semelhantes a essa no blog  http://buscacats.blogspot.com  como a do Ferrugem e do Ferruginha: a tutora achou um gato idêntico ao seu, ajudou-o e logo depois encontrou seu próprio gato.

Texto: Fátima ChuEcco, jornalista, escritora e consultora sobre gatos perdidos da BuscaCats







sexta-feira, 3 de julho de 2026

DOZE MANEIRAS DE HUMANIZAR OS BICHOS. E POR QUE NÃO?


Sempre vejo pessoas criticando cães e gatos que eventualmente usam roupinhas alegando que isso é "humanizar" o animal. Mas qual o problema? Desde que as roupas sejam confortáveis, não atrapalhem os movimentos e o animal não demonstre que deseja se livrar delas... qual o problema? 

Animais domésticos são humanizados a partir do momento que passam a viver junto de humanos. Se as pessoas os levam para viver dentro de suas casas, por que não deixar dormir no sofá e na cama? Se sentem frio, por que não dar a eles uma roupinha quente?

Vejam doze principais maneiras que humanizam os bichos ainda que eles nunca venham a usar roupinhas.

Um: eles ganham um teto fixo ao abrigo da chuva e do frio - o que não teriam se estivessem vivendo livres. Dois: eles tomam banho com xampu e condicionador - sendo que na natureza tomariam, quando muito, banho de chuva. Três: passam a comer em pratinhos e a beber água em tigelas. Quatro: ganham cama  macia ou passam a dormir na cama de seus tutores. Cinco: são levados ao veterinário (equivalente de médico para gente) quando ficam doentes. Seis: ganham brinquedos, bolas e bichinhos de pelúcia. Sete: passeiam em locais escolhidos por seus tutores - o equivalente a levar os filhos humanos num parque. Oito: comem comida industrializada, dura, com aromatizantes e conservantes. Nove: assim como as pessoas cortam os cabelos, muitos cães e gatos também têm o pelo tosado pelos seus tutores. Dez: passam a entender a linguagem humana reagindo a diversas palavras dirigidas a eles. Onze: usam sapatinhos para não queimar as patinhas no chão quente (o que é uma proteção para eles). Doze: ganham nomes humanos.



Depois de tudo isso, dá pra dizer que "apenas" colocar roupinha é humanizar bicho? 
E à propósito... qual o problema de humanizar? Há um incontestável lado bom nisso. 

Quanto mais próximos da convivência humana, mais livres os animais ficam do consumo humano, ou seja, na maior parte dos países, os animais que se tornaram domésticos deixaram de ser "comidos" - com exceção de alguns países asiáticos onde, muitas vezes, se come o mesmo cachorro e gato criado junto da família humana. Milhares de anos atrás, por exemplo, tivessem os porcos se unido aos homens das cavernas, talvez hoje teríamos porquinhos como animais de estimação e cães no açougue.

A "humanização" de algumas espécies têm garantido sua sobrevivência longe de matadouros. A convivência próxima criou empatia, laços e desejo de proteção. Por algum motivo, cães e gatos tiveram essa chance de adentrar na casa dos humanos e, obviamente, foram inseridos em atividades e comportamentos humanos. Caso nós vivêssemos com eles no habitat natural deles também passaríamos a nos comportar como eles -  nesse caso seríamos desumanizados e agiríamos como selvagens. 

É natural os seres vivos reagirem de acordo com o ambiente onde vivem e adquirirem hábitos do grupo ao qual pertencem, seja na floresta ou na cidade. Aliás, há alguns casos verídicos desse tipo, de crianças crescidas com animais selvagens que passaram a agir como eles.

Essa crítica em cima da humanização de bichos me parece um tanto equivocada já que só o fato de inserí-los em nossas casas já é em sim um tremendo ato de humanização. Um bicho na cidade grande se adapta à vida na cidade. E qual o problema disso? Algumas pessoas protestam dizendo: "Eles não nasceram de roupa!". Bem..... e nós também não.

Texto: Fátima ChuEcco jornalista ambientalista e atuante na causa animal



quinta-feira, 2 de julho de 2026

Prêmio Papagaio: o Oscar da Causa Animal. Inscrições até 20 de Julho


O Forum Animal (instagram @forum.animal) inovou as premiações na área da Comunicação no Brasil criando, em 2025, o Prêmio  Papagaio, que é praticamente um Oscar da Causa Animal.  E o Prêmio desse ano chega cheio de novidades, inclusive ampliando as categorias com tema na proteção animal e os direitos dos animais. 

A cerimônia de entrega do ano passado foi maravilhosa no prédio da Gazeta na Av Paulista. A homenageada foi a Rita Lee de quem, aliás, vale lembrar uma frase registrada no documentário "Ritas": "A evolução humana está empatada na Terra por causa do tratamento dado aos animais".

Esse ano o homenageado será Ney Matogrosso. Nessa premiação contam trabalhos publicados em jornais, revistas, TVs, rede sociais e inclusive atuação de influencers pelos animais, além de ações de resgate e muito mais. Inscrições gratuitas só até 20 de Julho. Mais informações www.premiopapagaio.com.br Vejam as categorias clicando e ampliando o quadro abaixo (clique na foto para ver melhor):


Outros prêmios para artistas e jornalistas:

O Forum Animal também recebe até 19/07 inscrições para o Prêmio de Arte Antiespecista . Saiba mais acessando http://cultura.forumanimal.org


E tem ainda uma bolsa de 50 mil reais para o melhor projeto de Investigação Animal para jornalistas, fotógrafos e profissionais de audiovisual. Inscrições até 31 de Julho.


Não fique fora dessas oportunidades. Mostre seu talento, sua arte, seu trabalho em prol dos animais. 



Fátima ChuEcco - jornalista ambientalista e da causa animal, escritora e gatóloga



Dia 18 (sábado): Lindos produtos no bazar para ajudar os gatinhos do Casarão do Ipiranga

Brincos e pulseirinhas da África do Sul, pingentes de gatinhos, avental e jogos americanos dupla face com estampa de gatos, quadrinhos felin...