É uma delícia almoçar fora aos sábados/domingos e aproveitar para fazer comprinhas de artesanato, não é mesmo?! Mas fica melhor ainda se você puder saborear uma comida vegana muito criativa e saborosa e, ao mesmo tempo, conhecer o Bazar do restaurante Loving Hut (Rua França Pinto, 243 - bem perto do metrô Vila Mariana/SP).
O restaurante Loving Hut existe há 13 anos e está sempre inovando o menu. Tem coisas que eu AMO como nhoque de abóbora e de mandioquinha, lasanha de beringela e de brócolis, além de feijoada vegana e muito mais. São 50 opções de comidas brasileiras e orientais no buffet, todas veganas!
Só de ver as fotos já dá água na boca!
Vou estar expondo lá aventais e jogos americanos dupla face, que são criação minha. O avental tem um lado plastificado para atividades na cozinha que envolvam água e um lado todo delicadamente decorado em tecido com estampa de cães 🐶 gatos 🐱 e coelhinhos 🐰 para você receber as visitas enquanto termina os quitutes na cozinha, colocar a mesa, dar cursos de gastronomia ou arte, e até "desfilar" (de tão fashion que eles são).
O jogo americano segue a mesma ideia: um lado plastificado para você fazer as refeições e outro em tecido com estampa de animais para decorar a mesa ou cobrir o fogão. E dá para fazer conjuntos de avental com jogo americano da mesma estampa. Um ótimo presente para você ou para quem gosta de animais!
E fiz ainda um jogo americano exclusivo com quebra-cabeças e bambu que também pode ser transformado num quadro:
Vou expor ainda brinquinhos e pulseirinhas (foto acima e abaixo) que vieram da África do Sul de avião. Foram produzidos pela minha sobrinha Karina Polycarpo que é artista plástica e mora naquele país. Muito fofos!
O espaço do restaurante é amplo, muito agradável, com uma energia que faz bem ao estômago mas também ao coração já que é lema do Loving Hut não cozinhar nada de origem animal 🐓🐮. Comida saudável, cheirosa e ética.
E mesmo que você não seja vegano, vale a pena experimentar porque, com certeza, vai ter algo que você vai adorar! Eu já tô sonhando com o choque de abóbora!
A Loving Hut fica na Rua França Pinto, 243 na Vila Marina fone 96309-6284 e o BAZAR acontece dias 25 e 26 de julho das 11h às 16h. 🐱🐶
Fátima ChuEcco - jornalista ambientalista e da causa animal, escritora e consultora daBuscaCats
Em nenhuma outra época de nossa história tivemos tantos casos de tortura a gatos no mundo (incluindo no Brasil), especialmente filhotes. E pior ainda: além de adolescentes torturadores, tem surgido também casos de tortura de gatos até por crianças. O cenário parece pior que o período conhecido como "Caça às Bruxas" quando os gatos, associados as mulheres consideradas bruxas, foram como elas perseguidos, enforcados ou queimados.
Daquela época de glamour do antigo Egito, quando muitos gatos eram venerados e vistos como deuses encarnados, não se tem mais vestígios. Depois de um notável apogeu com os gatos ganhando lares nas grandes cidades e em alguns países tornando-se mais desejados que os cachorros (como nos EUA e Rússia por exemplo), e adorados como no Japão, temos agora um retrocesso com o pesadelo do zoosadismo felino.
Mercado sombrio
Vale ressaltar que zoosadismo não é apenas o ato de torturar e matar animais por prazer, mas também para conseguir notoriedade em um determinado grupo ou obter lucro. E o mais grave é que o zoosadismo virou um sombrio e rentável mercado com casos tenebrosos pipocando por toda parte: pessoas machucando e matando animais para vender os vídeos.
Combater esse crime exige um trabalho complexo. O foco não pode estar apenas no assassino direto, mas também em quem lhe fornece os gatos, quem lhe compra os vídeos e as plataformas que oferecem ambiente virtual para os crimes serem postados ou cometidos ao vivo.
Uma terrível prática que tem crescido nos últimos anos
O Núcleo de Observação e Análise Digital (NOAD) - orgão de inteligência da Secretaria de Segurança Pública de SP - se infiltra nas plataformas para monitorar os crimes de maus-tratos a animais. Os dados são assustadores:
- Cerca de 10 a 15 gatinhos são torturados até a morte a cada madrugada
- Os métodos visam prolongar o sofrimento para que o vídeo ao vivo fique o maior tempo possível sendo degustado por uma plateia insana com cerca de 800 a mil pessoas
- Foram registrados 385 casos de zoosadismo e maus-tratos a animais em plataformas digitais apenas no primeiro trimestre de 2026
- Porcentagem-chave: 90% desse tipo de crime ocorre na plataforma Discord, sendo 90%dos autores adolescentes ou jovens em busca de ganhar pontos dentro da hierarquia de grupos de ódio e ainda 90% das vítimas são gatinhos filhotes
- Esses monitoramentos resultaram no resgate de pelo menos mil animais no estado de São Paulo
Segundo apurações do NOAD, os gatinhos são espancados, mutilados, queimados, perfurados e enforcados. E há pessoas sugerindo atrocidades no decorrer dos vídeos como cortar uma patinha ou furar um olhinho do bichinho que, inocentemente, num primeiro momento busca aproximação do seu agressor em busca de acolhimento e carinho.
Como combater o zoosadismo?
Alguns países adotaram medidas. A Lei de Segurança Online do Reino Unido (2024) e a Lei de Serviços Digitais da UE exigem que as plataformas removam conteúdos relacionados a crueldade contra animais. As multas são pesadas.
Progresso no Brasil:
A Justiça do Ceará determinou recentemente que plataformas como Discord, Telegram, TikTok, Google, Twitch, Reddit e 4Chan removam conteúdos que promovam, incentivem, transmitam ou divulguem maus-tratos ou morte de animais. Além da remoção, as plataformas precisam apresentar plano de ação de filtragem desses conteúdos. A multa é de mil reais por dia em caso de descumprimento das determinações. A iniciativa partiu de entidades de proteção animal que apontaram a divulgação de vídeos de crueldade.
A teoria do link se aplica ao zoosadismo?
Já se sabe por meio de profundos estudos e pesquisas que quem maltrata animais tende a ser violento com outras pessoas, especialmente com as mais frágeis, com poucas chances de se defender. A teoria do link, como o próprio nome diz, "linca" o torturador ou matador de animais a sujeitos que são violentos também com mulheres e crianças.
Também assinala que crianças e adolescentes que torturam animais tendem a se tornar agressivos com outras pessoas e até serial killers na vida adulta. Aliás, muitos dos mais famosos matadores em série iniciaram sua trajetória de sangue matando animais quando eram mais jovens. Isso é fato.
Portanto, os adolescentes que entram nessa onda de desafios por prestígio ou torturam por dinheiro, tendem a se tornar adultos violentos, acostumados a machucar os mais frágeis. Isso porque eles aprendem a banalizar o sofrimento alheio e até se divertem com o mesmo. É um exercício de crueldade que quanto mais se pratica, mais se quer praticar.
Entrevista com o grupo internacional Feline Guardians
Um dos grupos mais atuantes contra o zoosadismo felino é o Feline Guardians. Foi fundado em 2023 por ativistas chineses em resposta ao surgimento de redes online organizadas dedicadas à tortura de gatos. O trabalho se expandiu da China para vários países onde tem ocorrido o zoosadismo nas redes sociais. Os membros evitam se identificar para poderem operar com sucesso, mas aceitaram responder algumas questões:
Houve algum incidente específico envolvendo gatos que motivou a criação do grupo?
Reparamos que grupos de tortura não eram formados por indivíduos isolados, mas por comunidades que filmavam, compartilhavam e incentivavam atos de extrema crueldade, aproveitando-se da falta de legislação específica sobre crueldade contra animais na China.
Vários casos trouxeram à tona a dimensão da crise. Um dos mais significativos foi o de "Cowcat", uma gata preta e branca que suportou cerca de 48 horas de tortura prolongada e metódica antes de ser morta. À medida que os detalhes de seu sofrimento surgiam, sua história comoveu profundamente muitas pessoas e tornou-se um símbolo da crueldade inimaginável de que essas redes eram capazes.
Outro vídeo amplamente divulgado, mostrando um gatinho sendo morto em um liquidificador, expôs ainda mais a gravidade dos maus-tratos e demonstrou como esse material estava sendo criado e distribuído online.
Ao investigarem mais a fundo, os ativistas perceberam que os membros dessas redes organizadas de tortura de gatos incentivavam uns aos outros, encomendavam abusos, recompensavam os autores e compartilhavam vídeos para a gratificação dos envolvidos. Percebendo a dimensão do problema e a falta de uma conscientização internacional coordenada, alguns ativistas chineses uniram-se para fundar a Feline Guardians.
O que começou como uma iniciativa de base para conscientizar o público e expor essas redes transformou-se em uma organização beneficente internacional registrada. Hoje, a Feline Guardians trabalha para combater a disseminação online de material que retrata crueldade contra felinos, apoiar esforços para identificar infratores, educar o público e defender proteções mais rigorosas para os gatos, tanto na China quanto internacionalmente.
O Brasil também possui um mercado significativo de crueldade animal envolvendo gatos. Alguns autores desses atos foram identificados e presos. O que chama a atenção é que, no Brasil, muitos desses torturadores são adolescentes. Isso é comum em outros países?
Sim. Infelizmente, jovens estão presentes em comunidades organizadas de tortura de gatos e casos envolvendo menores de idade foram documentados em diversos países. Embora o perfil de idade varie entre grupos e localidades, é muito comum encontrar adolescentes envolvidos.
Por exemplo, grupos de abuso organizado que atuam na China incluíam participantes adolescentes; já na Turquia, o grupo conhecido como C31K era composto majoritariamente por adolescentes e jovens do sexo masculino, tendo sido associado a violências que iam além dos gatos — especialmente à misoginia extrema. No Reino Unido, o assassinato de dois gatinhos por adolescentes em Londres — que chegaram a ser presos — foi um dos casos destacados na cobertura da BBC sobre a tortura organizada de gatos, na qual a Feline Guardians colaborou. Existem muitos outros exemplos de adolescentes ao redor do mundo cometendo atos de violência contra gatos e, em alguns casos, essa violência evoluindo para agressões contra seres humanos.
Esses casos demonstram que comunidades online de crueldade organizada também atraem e influenciam adolescentes. Essa é uma das razões pelas quais a Feline Guardians acredita que a educação é fundamental. Além de leis mais rigorosas e uma atuação policial eficaz, ensinar às crianças, desde cedo, que os gatos são seres sencientes — capazes de sentir medo, dor e afeto como nós — é uma parte importante da prevenção de futuros atos de violência.
Em quais países a Feline Guardians atua?
Embora estejamos registrados como uma organização beneficente nos Estados Unidos, nosso trabalho é global; colaboramos com ativistas, autoridades policiais, organizações de bem-estar animal e veículos de comunicação de todo o mundo para aumentar a conscientização, apoiar investigações e promover proteções mais eficazes para os gatos — com ênfase especial nas redes organizadas de tortura de gatos originárias da China.
Nosso trabalho baseia-se em conscientizar sobre as redes de abuso organizado, informar o público a respeito da dimensão do problema e de sua propagação internacional, apoiar debates sobre políticas públicas e defender leis mais rigorosas para os gatos.
Também dialogamos com formuladores de políticas e representantes governamentais sobre a necessidade de mudanças legislativas. A Feline Guardians é politicamente neutra e não promove nem apoia nenhum partido político. Em vez disso, trabalhamos com pessoas de todo o campo político que compartilham o objetivo de melhorar a proteção aos gatos.
Para o futuro, estamos desenvolvendo iniciativas adicionais que incluem a criação de abrigos da Feline Guardians para oferecer cuidados e reabilitação a gatos vítimas de abuso e tortura, bem como a expansão de programas educacionais. Acreditamos que a mudança a longo prazo começa pela educação e buscamos trabalhar com escolas e comunidades. Ao promover a compaixão e o cuidado responsável desde cedo, esperamos fomentar uma mudança cultural duradoura.
A Feline Guardians investiga indivíduos suspeitos de crueldade contra gatos?
Não. A Feline Guardians não investiga indivíduos suspeitos de crueldade contra gatos. Quando apropriado, apoiamos as autoridades policiais compartilhando informações relevantes e colaborando com investigações oficiais. Também colaboramos com organizações externas de confiança e parceiros independentes especializados em trabalhos de investigação. Caso sejam identificadas informações confiáveis relacionadas à tortura organizada de gatos ou a outras infrações graves, elas serão encaminhadas às autoridades competentes ou a organizações especializadas mais aptas a realizar a investigação.
As investigações devem ser conduzidas por profissionais capacitados. Tentativas de pessoas não qualificadas de identificar ou confrontar suspeitos podem, inadvertidamente, comprometer provas, alertar infratores, colocar indivíduos em risco ou, de outra forma, prejudicar as investigações policiais e quaisquer processos judiciais subsequentes.
Primeiro é preciso entender o termo sadismo, ou seja, a obtenção de prazer ao causar dor física, sofrimento emocional ou humilhação a outras pessoas. Deriva do
aristocrata, escritor e filósofo francês Marquês de Sade que durante o século XVIII chocou a sociedade com uma vida libertina
e obras literárias como Os 120 Dias de Sodoma.
O
termo zoosadismo (ou zoossadismo) foi apresentado pelo psiquiatra e sexólogo
alemão Ernest Bornemann que o descreve como um distúrbio psicológico em
que o indivíduo sente excitação, diversão ou visa lucro ao torturar animais.
É crime praticar sadismo e zoosadismo?
Atos de sadismo só podem ser tratados como crime se não houver consentimento da outra pessoa envolvida na prática. Existem pessoas que gostam de ser machucadas e humilhadas especialmente durante o ato sexual, então se submetem a sádicos por livre e espontânea vontade. Já o zoosadismo felino é crime sim! Mesmo que não tenhamos uma Lei criminal específica para isso, a prática de zoosadismo felino entra na Lei Sansão que pude crimes de maus-tratos a cães e gatos.
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Fátima ChuEcco - jornalista ambiental e atuante na causa animal
Brincos e pulseirinhas da África do Sul, pingentes de gatinhos, avental e jogos americanos dupla face com estampa de gatos, quadrinhos felinos, imãs de geladeira, brinquedinhos para gatos, e enfeites artesanais... tudo com parte da venda revertida para os gatinhos do Casarão do Ipiranga que ainda aguardam adoção.
Essa é a minha coleção de artigos novos (o avental de gato dupla face eu que fiz e só tem um!) que estará exposta a preços bacanérrimos no Bazar deste sábado, dia 18 de julho, das 10h às 16h, na Rua Clóvis Bueno de Azevedo 130, bem na frente do Casarão de 1924 abandonado e que serviu de abrigo para mais de 100 gatos nos últimos anos.
Fred é um gatão tipo capa de revista
Graças ao trabalho duro de várias voluntárias, eles foram sendo resgatados, tratados e doados. Mas ainda restam alguns deles num lar temporário (fotos nessa matéria). Eles tiveram de deixar o Casarão para ter início um empreendimento que inclui hotel e área comercial nesse local de valor histórico.
Simão pode ser seu companheiro pra sempre
Além do bazar com produtos novos, haverá também brechó de roupas e calçados. Vale destacar as comidinhas veganas em preço bom e deliciosas. Eu já provei o cuzcuz e garanto que é divino.
Bijuterias vindas direto da África do Sul da artista plástica Karina Polycarpo
O Bazar é a principal fonte de renda desses gatinhos e uma oportunidade para você adquirir itens para sua casa, para seu gatinho ou dar de presente. Confira! Mas atente ao horário hein?! Começa as 10h e vai só até as 16 horas. Acesse também o instagram @gatosdocasarao
Abaixo degustação dos produtos que estarei expondo e mais gatinhos do Casarão:
Acima quadrinhos com impressão em tecido e abaixo Tigre, Tigrão e Tigrinho. Adote esses adoráveis selvagens domesticados !
Abaixo mais brincos da África do Sul com assinatura de Karina Polycarpo
Veja meus jogos americanos dupla face, sendo um lado emborrachado para usar nas refeições e o outro em tecido decorado para enfeitar a mesa ou fogão
Abaixo Leo e Lela que aguardam adoção
Fátima ChuEcco, jornalista ambientalista e da causa animal, escritora, gatóloga, consultora da @BuscaCats e fundadora da editora www.miaubookecia.com
O filme indiano "Valatty - Jornada de Amor e Amizade", com roteiro e direção de Devan, vai derreter o coração de quem ama cachorro. O mais legal é que os cães são reais e foram monitorados durante as gravações para que nenhum sofresse maus-tratos ou estresse. O roteiro aborda o romance entre um cachorrinho e uma cadelinha que juntos fogem de casa para ficar juntos. Romance proibido tipo Romeu e Julieta, sabe?
Fora do mundo cor de rosa que eles tinham em boas casas, com tudo da melhor qualidade, os dois vão conhecer a realidade dos cães que vivem nas ruas. Eles vão enfrentar ameaças, fazer amizades e até se envolverem no resgate de cães que seriam usados em experimentos.
Pode parecer infantil, mas não é não. Algumas cenas tem certa violência. Nada de tirar o sono, mas talvez não muito indicado para crianças pequenas.
Na India há pessoas que amam cães, mas por outro lado existem grupos religiosos que os consideram impuros. Então tem famílias proibidas de adotarem cães. O controle populacional de cães também não é nada simpático. Funciona na base da brutalidade e não dá chance dos animais encontrarem um novo lar.
Mas o filme foca duas famílias que tratam muito bem seus cachorros e o diálogo entre os cães atores é uma graça!
Tem emoção e já aviso: o final é legal. Digo isso porque muita gente não assiste filme de animais que termina mal. Não percam! Na Prime Video.
Separei o trailer e vários trechinhos pra vocês:
Fátima ChuEcco - jornalista ambientalista e atuante na causa animal, escritora e consultora da @BuscaCats
Eles eram mais de 100 gatos vivendo num casarão de 1924 instalado no histórico bairro do Ipiranga, em SP. Hoje restam 12 prontos para adoção, castrados e vermifugados, graças a um trabalho admirável de voluntárias que nunca pouparam esforços para mudar a realidade desses pequenos felinos.
Escaminha Sara brincalhona
As colônias de gato se formam em locais públicos como parques e também em imóveis abandonados e terrenos baldios. O que muita gente não sabe é que esses felinos são protegidos por lei. As protetoras podem e devem solicitar o método de CED - Capturar, Esterilizar e Devolver ao local de origem junto a orgãos municipais e estaduais se a colônias estiverem em locais públicos.
Luigi meigo e charmoso
Quando as colônias se instalam em áreas privadas, os proprietários desses locais precisam arcar com contratação de manejos éticos e seguros.
Amoroso Joca
Infelizmente, muitas vezes, nem uma nem outra coisa acontece. Os gatos do Casarão do Ipiranga tiveram permissão para ficar no imóvel por alguns anos, onde foram cuidados por um grupo de voluntárias. O espaço, no entanto, agora será um grande empreendimento com hotel e área comercial.
Lela é uma raríssima gata amarela
Os 12 gatinhos que restaram necessitam agora de um lar amoroso, devidamente telado para evitar fugas e acidentes. Interessados devem ligar para 11 98180-7272
Já pensou se você pudesse se comunicar telepaticamente com seu gato ou com os gatos que cruzam seu caminho? Nessa comédia húngara chamada "Ele é um Gato" (Cat Call), a protagonista (Franciska Torocsik) mergulha em fracassos amorosos enquanto se encanta com um gatão preto, bem vira-lata, com quem consegue conversar.
O filme dirigido por Rozalia Szeleczki é de 2023, mas só chegou agora na Prime Video. É leve, bem humorado e com elementos com os quais muitas gateiras irão se identificar. As filmagens exigiram tomadas naturais com vários gatos pretos. Em um ou outro momento é usada imagem digital.
Além do trailer abaixo, selecionei uns trechinhos para vocês petiscarem:
FátimaChuEcco - jornalista ambientalista e da causa animal, gatóloga e consultora da @BuscaCats
"Devoradores de Estrelas" estrelado por Ryan Gosling que, aliás, também participa da produção, é uma adorável ficção com elementos ingênuos. Não é um filme infantil, mas tem um ar de infância e de pureza por conta da amizade entre um humano e um alienígena, ambos sozinhos no espaço.
Impossível não comparar com "E.T. - O Extraterrestre" que encantou uma geração inteira, mas nesse caso não é mais um menino e sim um professor de Ciências (Grace) que faz contato com um ser muito diferente do que já vimos, inclusive em filmes de ficção científica.
Estamos acostumados a ver monstros, insetos gigantes, seres semelhantes a humanos (mas com cabeças enormes e corpo esguio) e gosmas assassinas nesses filmes. Em "Devoradores de Estrelas" vemos a existência de uma criatura inteligente envolvendo em sua composição outros tipo de material que não o orgânico - que a gente costuma entender como vida.
O alienígena nesse caso é uma simpática formação rochosa que se movimenta semelhante a um cachorro e se comunica por gestos e sons, apelidada pelo professor astronauta de Rocky. É encantador!
Veja um trechinho que capturei da TV:
Grace é sobrevivente numa nave que tem como missão impedir a morte do Sol por invasores moleculares. Rocky teve destino idêntico. Também só sobrou ele de uma missão semelhante. Sem comunicação com seus planetas, Grace e Rocky só tem um ao outro. A relação entre os dois faz rir, torcer por eles e chorar - não necessariamente nessa ordem.
Veja o trailer:
E o desfecho do filme é tão lindo que eu até levantei do sofá para aplaudir sozinha em minha sala. Sabe quando você sente que valeu assistir algo? Para quem preza amizade e filmes que acabam bem essa é uma excelente dica.
Vale lembrar que o início o filme é um pouco lento. Só acelera depois do encontro entre os dois personagens principais no espaço. Daí para a frente vale cada minuto. Tem muito humor e memoráveis cenas de carinho entre os dois. Inclusive, até a famosa cena do filme "ET" em que o dedo do garoto Elliot toca delicadamente o dedo do alienígena, é aqui reproduzida. O filme pode ser visto na plataforma Prime Video.
Gateiras
E há detalhes que somente as gateiras vão notar. Grace usa na espaçonave uma camiseta com o desenho de um gato. Na despedida dos astronautas na Terra, uma das mulheres no bar também usa uma camiseta com uma enorme estampa de gato. E não é por acaso.
Ryan já se confessou um amante de animais, especialmente de gatos. Ele ficou famoso por demonstrar preocupação com os gatos que circulam pela Disneylandia.
Texto: Fátima ChuEcco, jornalista ambientalista e atuante na causa animal, escritora, gatóloga e consultora da @BuscaCats
Essa é a Cacilda Becker, de Recife: dois anos de idade e festeira. É incrível como um gatinho consegue preencher a vida da gente! E é exatamente o que essa gatinha faz com o coração do fotógrafo Alcides Ferraz. Apaixonado confesso dessa "tigresa", vive fazendo dela uma excelente "modelo".
Dessa vez não deu, mas Cacilda torceu
Gateiras em geral fotografam muito, mas muito mesmo seus gatinhos. É gato é muito fotogênico - não dá pra negar. Os gatos são também alguns dos animais mais expressivos - já dizia Charles Darwin.
Claro que fotos profissionais como essas do Alcides, nem sempre um amador, por mais apaixonado que seja por seu gato, acerta. Mas o segredo é ter paciência e esperar a pose certa, o momento que o gato relaxa e se deixa fotografar.
Na foto da Festa Junina, por exemplo, Alcides utilizou IA para compor o cenário junino em torno da foto da sua gatinha vestida de caipirinha. Nas demais foi uma mistura de luz certa com o local certo e, claro, o charme natural da gatinha.
Fátima ChuEcco - jornalista ambientalista e da causa animal, gatóloga e consultora da @BuscaCats