domingo, 18 de outubro de 2020

ESTRANHAS MANIAS FELINAS




“Daqui não saio, daqui ninguém me tira”. A frase, que é muito popular no Brasil, se encaixa direitinho em algumas situações protagonizadas pelos gatos. Afinal, quando eles escolhem um local da casa como o seu predileto, fica difícil convencê-los a desistir da ideia.

Devido ao calor emitido pelos aparelhos, alguns gatos escolhem o modem do computador ou da TV como a melhor “cama”. Outros selecionam uma almofada na sala ou a cesta de pães sobre a mesa da cozinha. Tem gato que troca qualquer cama luxuosa por uma caixa de sapato. Outros adoram descansar no alto: em cima de guarda-roupas, armários, estantes e geladeiras.  



Meu gato Bob, por exemplo, amava ficar entre livros:


Mas já viram gato brigar por uma simples cadeira? Pois é o que acontece na casa de Liudmila Rada, em São Paulo. A gatinha Lada resolveu que uma das cadeiras é “apenas dela”, no estilo “daqui não saio, daqui ninguém me tira”. “Ela é muito possessiva. A cadeira é dela e não deixa ninguém sentar. Nunca vi uma gata com personalidade tão forte”, diz a tutora.


Mas não é só de cadeiras que essa gatinha gosta. Ela também é apaixonada por caixas de papelão, como a maioria dos felinos. Vejam o vídeo dela:



E também tem mania de ficar na máquina de costura onde sua tutora passa várias horas do dia trabalhando. 


Inclusive, agora Lada conta com a companhia de Meggi, uma gatinha adotada depois e que tem seguido seus passos. Meggi também adotou a máquina de costura como seu lugar predileto.


 Como toda criatura viva sobre a face da Terra, os gatos também estão evoluindo... e rápido. Alguns tocam piano:



Todo mundo que tem gato deve ter uma mania para contar. Os felinos são realmente criativos, divertidos e estão cada dia mais conectados nas nossas tecnologias. Tem até aplicativo para os gatinhos brincarem no celular e computadores.

Texto Fátima ChuEcco
Fotos: Arquivo Pessoal










quinta-feira, 15 de outubro de 2020

Ansiedade de separação dispara entre os animais por conta da quarentena. Saiba o que é isso e como tratar!

 


O isolamento social foi uma experiência nova e difícil para nós, humanos. Mas para muitos cães, acostumados a conviver com seus tutores apenas poucas horas por dia, o isolamento foi motivo de festa, afinal, puderam receber mais atenção, carinho, além de brincarem e se divertirem por bastante tempo com suas famílias.

No entanto, com a flexibilização da quarentena da Covid-19, em que muitas pessoas começaram a voltar para seus trabalhos fora de casa, a alegria desses cães começou a se desfazer e junto veio o medo de ficarem sozinhos cada vez que o tutor abria a porta em direção à rua. Para muitos deles ficou difícil de entender e, ainda mais de absorver, uma mudança tão brusca.

O resultado é bem visível e, aliás, também audível, porque os cães sob uma condição chamada de SAS - Síndrome de Ansiedade de Separação latem, choram e uivam horas a fio temendo terem sido abandonados.  É uma espécie de pânico que se manifesta também por meio de comportamentos destrutivos ou inadequados como arranhar portas e janelas, cavar tapetes, morder sapatos e móveis ou urinar e defecar pela casa. Veja matéria completa para saber como lidar com isso acessando AQUI

sexta-feira, 9 de outubro de 2020

Fotolivro "pet-solidário" reúne animais deficientes que dão um show de superação

 

O MI-AU Book "Paçoca Gatto e Cia - Diferentes e Felizes" é um convite à inclusão especialmente nesse domingo, Dia Nacional do Deficiente Físico (11 de Outubro). É também um presente com belíssima mensagem para as crianças e amantes de animais em geral. Aliás, dia 12, além de Dia das Crianças é também Dia Nacional da Leitura! E é nos livros que as crianças dão seus primeiros passos rumo a um mundo de mais igualdade e solidariedade.

Paçoca Gatto, que tem o mesmo sobrenome de sua tutora, Simone Gatto, é paraplégico. Ele vive em SP com outros dois gatos paraplégicos, um tetraplégico e outro com uma deformação no rosto. Só que a história desse quinteto não tem nada de triste. Eles levam uma vida quase normal, aliás, até bem mais dinâmica que muito gato doméstico.  Frequentam parques, eventos e Paçoca foi até garoto-propaganda de uma lei que, em 2019, passou a permitir o transporte de animais no metrô de SP, igualando a capital do estado com as maiores cidades do mundo onde animais já andam no metrô há muito tempo.

Agora esse gatinho charmoso e seus “irmãos” estão no fotolivro infanto-juvenil  “Paçoca Gatto e Cia – Diferentes e Felizes), escrito por mim e que tem três objetivos principais ligados à inclusão: ajudar as crianças e jovens a encararem as pessoas e animais deficientes com naturalidade, inspirar crianças e jovens portadores de deficiência a partir do exemplo de superação dos cinco gatinhos e motivar a adoção de animais deficientes.

Veja o vídeo do fotolivro:


“MIAU Book Paçoca Gatto e Cia – Diferentes e Felizes” é um  fotolivro de capa dura e
 inaugura um “projeto literário pet-solidário” que visa parceria com ONGs e protetores de animais independentes a fim de gerar mais uma opção de renda para as entidades e, ao mesmo tempo, registrar o trabalho delas.   A venda é feita no esquema “on demand”, ou seja, impressão da obra na NICEPHOTOS, apenas mediante pedido numa parceria firmada com a empresa que possibilita a impressão com desconto - uma estratégia para que as ONGs também não precisem investir nenhum recurso na produção. 

Além disso, 50% do lucro é revertido para a ONG ou protetor independente. Os fotolivros são de capa dura e a compra dá direito a um brinde: participação num vídeo junto com Paçoca e sua turma. O objetivo é tornar o comprador do fotolivro um “multiplicador” da mensagem de inclusão podendo repassar o vídeo para a família e amigos.

O fotolivro do Paçoca é ricamente ilustrado com fotos cedidas por dois fotógrafos profissionais, Ademir Fheliz e Lionel Falcon, que mostram a vida ativa desses gatinhos em suas cadeirinhas de roda passeando pelas ruas e parques da cidade ou fazendo parte de eventos sociais.

A narração é do próprio Paçoca que vai contando suas inúmeras atividades ao ar livre, incluindo desfile de moda, enquanto declara que “os animais deficientes têm tudo em dobro como a coragem, a força de vontade e o amor”. E os leitores podem ver vídeos do Paçoca e seus “irmãos” por meio de QRCodes inseridos no livro.





Quem são os gatinhos do fotolivro?

Simone Gatto adotou Paçoca há cinco anos quando ele tinha apenas dois meses de idade e foi abandonado na frente de um hospital veterinário após ser atropelado. Depois vieram os outros quatro. Banguela foi espancado. Amora caiu de um telhado e Denise também foi atropelada. Thor nasceu com uma má formação na face: tem apenas um olho, uma narina e lábios leporinos.

Foi na convivência com Paçoca que Simone descobriu uma espécie de vocação que viria a se tornar, mais tarde, sua missão de vida. Hoje ela dá cursos e orientações gratuitas para pessoas que têm animais deficientes a fim de evitar abandonos e também incentivar a adoção de animais com necessidades especiais.

Para isso, Simone foi atrás de veterinários que eram contra sacrificar animais deficientes: “Percebi que esse universo dos animais deficientes é muito pouco divulgado e vários veterinários indicam a eutanásia em casos com grandes chances de recuperação. Então aprendi técnicas e tratamentos para tornar maravilhosa a vida desses seres especiais. Há muitos caminhos para ajudar esses bichinhos”.


Serviço:

“MIAU Book Paçoca Gatto e Cia – Diferentes e Felizes”, autora Fátima ChuEcco, Editora Mi-Au Book & Cia www.miaubookecia.com

Impressão: NICEPHOTOS www.nicephotos.com.br
CaracterísticasCapa dura e páginas em papel couchê recheadas de fotos coloridas.
Brinde: Vídeo com foto do apoiador e a turma do Paçoca
Preço: Nos tamanhos 15x21 cm (R$ 75) e 20x20 cm (R$ 85) incluindo o frete para qualquer lugar do Brasil.

Como comprar: Direto com autora pelo 11- 94682-6104 (whats app)
Como participar da parceria: ONGs e protetores de animais independentes devem entrar em contato com a autora 11- 94682-6104 (whats app).
Fotos que ilustram esse artigo de Ademir Fheliz

Conheça meus outros livros:

"Mi-Au Book - Um Livro Pet-solidário", "Mi-Au Book & Cia", "Ághata Borralheira & Amigos tocando Corações", "Encontrando Rebecca Selvagem - Uma busca intensa e cheia de fé" e "Penso, Logo, Mio e Existo". Participante das coletâneas "Somos Todos Animais", "Direitos dos Animais e Deveres dos Homens", "Animais Amigos e Importantes" e "Mundo Jovem". Atualmente a jornalista trabalha em sua editora "Mi-Au Book & Cia" com foco em fotolivros literários pet-solidários com animais domésticos e crianças.

Quer um fotolivro para o "amor da sua vida"? Acesse AQUI


quarta-feira, 7 de outubro de 2020

“Penso, Logo, Mio e Existo” - Descartando Descartes


                       
"Penso, Logo, Mio e Existo" é uma adaptação bem-humorada que fiz da frase do francês René Descartes “Cogito, ergo sum” e que ficou mundialmente famosa como “Penso, logo existo”. Descartes afirmava que apenas os seres humanos podiam pensar, então procurei  "atualizar" a clássica frase dizendo que os gatos também pensam (e obviamente outros animais), ao contrário do que o filósofo pregou e que foi aceito por grande parte da sociedade e de pesquisadores de seu tempo.

Descartes (1596 a 1650) chegou a essa conclusão argumentando sobre a capacidade de ter dúvidas. Para ele, as dúvidas eram a maior prova da existência do pensamento. Logo, se os seres humanos eram os únicos que tinham dúvidas e podiam pensar é porque existiam e o restante das criaturas vivas eram apenas máquinas que respiravam. 
Em sua visão os animais não tinham alma, não podiam pensar nem sentir dor e, portanto, não era errado usá-los como cobaias. Infelizmente, mais de 300 anos depois, esse argumento ainda sustenta milhares de experimentos dolorosos com cobaias  https://www.significados.com.br/penso-logo-existo/

Hoje a própria Ciência admite (e seria um fiasco não admitir) que os animais são "sencientes", ou seja, sentem dor física e psicológica, ficam alegres, tristes, com raiva, medo e que expressam inúmeros sentimentos e emoções de forma gestual, facial e por meio de uma linguagem própria. Mas essa mesma Ciência, no entanto, não acredita que isso seja motivo suficiente para abandonar o uso de cobaias. 

Admitir que os animais pensam é também ainda um tabu fora da sociedade científica! Muitos protetores e amantes de animais ainda se sentem desconfortáveis em admitir que os animais pensam ainda que numa escala diferente da nossa, mas de acordo com suas necessidades e o ambiente em que vivem. É um exercício mental quase tão difícil quanto aquele, tempos atrás, de imaginar que a Terra era redonda e não plana. Ainda há muita resistência nesse campo. Mas convido para uma reflexão:
Onde nasce o sentimento? Da onde brotam as emoções?
Não seria do pensamento? 
É impossível desconectar sentimento de pensamento, pois, sentimento é o resultado de um pensamento que formulamos sobre situações e experiências que assistimos ou que vivemos. Um depende do outro. Um não existe sem o outro.

FOTOLIVRO
“Penso, Logo, Mio e Existo” - Como diriam os gatos se pudessem miar na nossa língua 

Seu gatinho que pensa, mia e, portanto, existe e tem alma, pode ser o protagonista de um Fotolivro de luxo que fala um pouco da "filosofia felina". Seu bichano pode ilustrar a capa e páginas internas.  Parte da renda vai para ONGs de Proteção Animal. 
Veja como participar do Fotolivro "Penso, Logo Mio e  Existo" acessando a página 
 www.miaubookecia.com    

    Dianna assistindo desenho na TV - do Fotolivro "Penso, Logo, Mio e Existo"

Descartando Descartes

Mais de 100 anos depois, outro filósofo francês, François Marie Arouet, conhecido como Voltaire, dedicou uma parte de seu “Dicionário Filosófico” (1764) para rebater os argumentos de Descartes http://animaiseoespiritismo.blogspot.com/2011/04/carta-de-voltaire-descartes.html:

"Que ingenuidade, que pobreza de espírito, dizer que os animais são máquinas privadas de conhecimento e sentimento, que procedem sempre da mesma maneira, que nada aprendem, nada aperfeiçoam! 
Será porque falo que julgas que tenho sentimento, memória, ideias? Pois bem, calo-me. Vês-me entrar em casa aflito, procurar um papel com inquietude, abrir a escrivaninha, onde me lembro tê-lo guardado, encontrá-lo, lê-lo com alegria. Percebes que experimentei os sentimentos de aflição e prazer, que tenho memória e conhecimento...
Vê com os mesmos olhos esse cão que perdeu o amo e procura-o por toda parte com ganidos dolorosos, entra em casa agitado, inquieto, desce e sobe e vai de aposento em aposento e enfim encontra no gabinete o ente amado, a quem manifesta sua alegria pela ternura dos ladridos, com saltos e carícias. 
Bárbaros agarram esse cão, que tão prodigiosamente vence o homem em amizade, pregam-no em cima de uma mesa e dissecam-no vivo para mostrarem-te suas veias mesentéricas. 
Descobres nele todos os mesmos órgãos de sentimentos de que te gabas. Responde-me maquinista, teria a natureza entrosado nesse animal todos os órgãos do sentimento sem objetivo algum? Terá nervos para ser insensível? Não inquines à natureza tão impertinente contradição."

                                Rebecca Selvagem lendo jornal - Do Fotolivro "Penso, Logo, Mio e Existo"

Foi de fato um discurso muito convincente e comprovável. Teve lá seus adeptos naquela época e tem até hoje, mas já era tarde. A sociedade científica já tinha se dado o direito de “fazer qualquer animal sofrer”. Paralelo a isso, a sociedade em geral também já tinha assimilado a ideia de que só o ser humano é capaz de pensar e isso perpetuou a escravidão e a tortura de qualquer outra criatura viva. 
Já era tarde para Descartar os argumentos de Descartes.
“Animais têm suas faculdades organizadas como nós, recebem a vida como nós e a geram da mesma maneira. Eles iniciam o movimento da mesma forma e comunicam-no. Eles têm sentidos, sensações, ideias e memórias. Animais não são totalmente sem razão. Eles possuem uma proporcional acuidade de sentidos” - Lettres de Memmius à Cicéron  (Cartas de Gaius Memmius a Cícero) em 1772.

Assim...
Descartes assinalou a dúvida como a maior prova da existência do pensamento, mas apenas em humanos. Voltaire, por sua vez, apontou que as memórias e os sentimentos estão presentes também nos demais animais. Outros cientistas e pesquisadores continuaram falando da inteligência dos animais.



"Penso, Logo, Mio e Existo" por Charles Darwin 

Charles Darwin, aliás, escreveu que os gatos são alguns dos animais mais expressivos. 

"Os gatos usam muito a voz como meio de expressão, e emitem, sob várias circunstâncias e emoções, pelo menos seis ou sete sons diferentes. Ações de todos os tipos, acompanhando regularmente algum estado de espírito, são de pronto reconhecidas como expressivas. Podem consistir de movimento de qualquer parte do corpo, como o abano da causa de um cão, o encolhimento dos ombros de um homem, o eriçamento de pelos, a exsudação de suor, o estado da circulação capilar, a respiração forçada e o uso de sons vocais ou produzidos por algum instrumento"

E acrescentou: "Até os insetos exprimem raiva, terror, ciúme e amor com sua estridulação" Charles Darwin, do livro "A expressão das emoções no homem e nos animais" http://jornalistafatima.blogspot.com/2013/07/os-gatos-sao-alguns-dos-animais-mais.html

"Penso, Logo, Mio, Existo e... Tenho Alma"



Allan Kardec, considerado pai do Espiritismo, afirmou que os animais também têm alma, entre outras coisas, no "Livro dos Espíritos" publicado em 1857, ou seja, 200 anos após os argumentos de Descartes. Um pequeno trecho:  

"Pois se os animais têm uma inteligência que lhes dá uma certa liberdade de ação, há neles um princípio independente da matéria? Sim, e que sobrevive ao corpo. Esse princípio é uma alma semelhante à do homem? É também uma alma, se o quiserdes: isso depende do sentido em que se tome a palavra; mas é inferior à do homem. Há, entre a alma dos animais e a do homem, tanta distância quanto entre a alma do homem e Deus". 

Veja na íntegra o que diz o Livro dos Espíritos sobre os animais:

https://livrodosespiritos.wordpress.com/mundo-dos-espiritos/cap-11-os-tres-reinos/ii-os-animais-e-o-homem/

Mas era só o princípio. Inúmeros outros livros espíritas aprimoraram a questão da alma dos animais depois de Kardec como os escritos por Ernesto Bozzano e Marcel Benedeti que vale a pena consultar.

                                          Capa "modelo" do Fotolivro "Penso, Logo, Mio e Existo"

                                        Ághata Borralheira em uma das páginas do Fotolivro

Matéria de:
Fátima ChuEcco 
Jornalista ambientalista, atuante na causa animal, escritora e apaixonada por gatos
Autora dos livros:
MI-AU Book - Um livro pet-solidário
MI-AU Book & Cia
Ághata Borralheira & Amigos Tocando Corações
Encontrando Rebecca Selvagem - Uma busca intensa e cheia de fé
Penso, Logo, Mio e Existo


Artigo com Direitos Autorais: Fátima ChEcco, jornalista profissional MTB 21.012 - texto protegido por direitos autorais pode ser compartilhado/divulgado à vontade citando a autora porque isso é LEGAL. Mas não pode ser comercializado/patrocinado em portais na íntegra ou em partes sem citar a autoria por ser ILEGAL.

segunda-feira, 5 de outubro de 2020

Quem nunca teve problema com PULGAS levanta a pata!

Se pudessem falar, cães e gatos ao serem entrevistados sobre o que mais causa incômodo a eles, com certeza responderiam sem pestanejar: as pulgas. Pudera! Essas minúsculas inimigas dos animais domésticos não causam apenas coceira, mas também podem ocasionar vários problemas difíceis de tratar e ainda mais de conviver. Um deles é a Dermatite Alérgica a Picada de Pulgas (DAPP) desencadeada por uma hipersensibilidade a algumas proteínas presentes na saliva desses parasitas.

Entre os sintomas da DAPP estão coceira intensa, vermelhidão, crostas e feridas em várias regiões do corpo (o que pode levar a infecções bacterianas), perda do pelo e manchas na pele. Os locais mais afetados por esta dermatite são a cauda, ânus, região dorsal, coxas, abdômen e pescoço.

Além disso, a coceira pode deixar os animais estressados e irritados causando outros distúrbios no organismo. É por isso que o tratamento alopático pode ser muito bem combinado com terapias complementares que irão cuidar também da parte emocional do bichinho ajudando a amenizar os sintomas da DAPP. Leia a matéria completa AQUI

Fátima ChuEcco jornalista/escritora

sexta-feira, 25 de setembro de 2020

Medo até da sombra!

Quem tem um gatinho ou cãozinho assim, que saia correndo ao mínimo barulho? Em alguns casos, até mesmo o bater de uma janela com o vento é o suficiente para o animalzinho sair correndo feito um raio. Se for um som estrondoso então, como de um trovão, correm para debaixo da cama. Barulho de fogos de artifício pior ainda, pois, alguns animais podem até sofrer um ataque cardíaco. Assobio, bater de palmas, ventanias, helicóptero e caminhão de lixo são só alguns exemplos de uma lista enorme de ruídos que mexem com os nervos de muitos cães e gatos que sofrem de medo excessivo. Porém, o problema não está só nos ruídos. Eles também podem desenvolver medo de pessoas e de outros animais.

Isso prejudica muito a qualidade de vida deles, pois, um cão muito medroso, por exemplo, pode não querer passear na rua ou então sair com uma postura agressiva, difícil de controlar, já que ele fica o tempo todo na defensiva. Nesse caso, o passeio que era para ser um momento de lazer, vira a pior hora do dia para o cachorro. E o medo em alto grau dificulta o convívio e também as idas ao veterinário, a realização de exames e tratamentos médicos.

Leia essa minha matéria completa acessando AQUI

Fátima ChuEcco jornalista/escritora


quinta-feira, 24 de setembro de 2020

Dezessete: Cachorro que trabalha no filme era de abrigo e foi adotado por ator principal


O filme "Dezessete", em cartaz no Netflix, é muito gostoso de ver. A temática envolvendo um delinquente juvenil inclui também a história de um cachorro que, tanto no filme quanto na vida real, vivia num abrigo da Espanha, onde se passa o filme. E olha que legal: dentro e fora do filme o ator principal, Biel Montoro, se apaixonou pelo cão batizado Oveja (ovelha em português) adotando-o logo após as gravações.

O diretor Daniel Sánchez Arévalo não queria cães treinados para atuarem em "Dezessete" e por isso visitou abrigos. "Quando encontrei Oveja, foi amor à primeira vista e o mesmo aconteceu com Curro, o cão de três patas" - disse o diretor em entrevistas a sites estrangeiros. Sim... o filme conta com a participação de um vira-lata de três patas que também foi adotado. O diretor disse também que os cães não obedeceram a comandos ou se submeteram a ordens. Eles foram autênticos, filmados em suas reações naturais.

Veja o trailer legendado:

A adoção dos cães participantes do filme foi um acordo firmado entre o diretor e o abrigo espanhol. Achei essa iniciativa genial.  Talvez, sem o filme, esses animais passassem a vida toda em abrigos. Por isso, a gente tem que pensar bem quando critica filmes com animais de verdade. É possível trabalhar com cães e gatos de abrigos utilizando cenas naturais dos animais, sem qualquer tipo de abuso e, além do mais, nessas filmagens sempre tem pessoas do abrigo acompanhando tudo!

Em "Dezessete" até mesmo um cãozinho com leishmaniose ganhou a chance de ter um a família e um tratamento médico. Ele aparece num ferro velho dentro de um carro. Oveja virou astro da noite pro dia. Acompanhou a comitiva do filme em festivais, festas e é supermimado na casa de Biel. 

O ator até gravou um vídeo mostrando a nova vida de Oveja. Veja abaixo:

E, voltando ao filme, eu só tenho mais uma coisa a dizer: assistam! Tem drama e comédia... emoção... e "nota dez" para a avó de Hector (jovem interpretado por Biel). A vovozinha acamada acompanhada o neto pra cima e pra baixo e adivinhem quem passa a cuidar dela? O cãozinho de três patas! Não é uma graça?!

Na internet rolou até uma busca intensa pra saber a tradução da única palavra dita pela vovozinha durante o filme todo: tarapara. O que será isso??? O diretor diz que inventou a palavra para expressar tudo o que a vovozinha sentia. Esse é um daqueles filmes de humor inocente, cheio de mensagens positivas e que dá gosto de ver, ainda mais sabendo que o elenco canino foi todo adotado.  


Fátima ChuEcco jornalista/escritora




quarta-feira, 23 de setembro de 2020

Dia Internacional do Gorila - 24 de Setembro


Eles estão em extinção, infelizmente... mas pelo menos esse ano vários bebês de gorila-da-montanha nasceram nas Montanhas de Virunga, na Republica Democrática do Congo. Recentemente ocorreu, inclusive, um raro nascimento de gêmeas. Hoje são ao todo apenas cerca de mil gorilas dessa espécie no mundo todo. É pouco... mas a natureza tem colaborado para que novas gerações surjam. Saiba mais em Virunga.Org - ONG que atua na proteção dos gorilas e que publicou essas belíssimas fotos. Acesse facebook AQUI



Fátima ChuEcco jornalista/escritora

Robôs já substituem redatores e continuarão fazendo isso cada vez mais


Matéria de André Rosa publicada pelo portal Comunique-se provoca  "Afinal, robôs vão substituir jornalistas?". Muito bem composta, a matéria explica como a AI - Inteligência Artificial já substituiu jornalistas em algumas redações e como deve continuar derrubando humanos que ganham a vida escrevendo as notícias. 

Embora, num primeiro momento, o tema assuste e cause um frio na barriga por conta de um mercado de trabalho incapaz de absorver todos os jornalistas formados (ou não), a matéria também suaviza a notícia explicando que o discernimento humano ainda não pode ser substituído pelo robô. Ou seja, a reflexão e a emoção ainda dependem do humano para serem inseridas num texto.

Sendo assim, creio que o mais correto seria dizer que os robôs devem substituir os "redatores" que não necessariamente são jornalistas ou fazem reportagens

Hoje em dia, milhares de portais de notícias apenas fazem um "mix" do que já foi publicado por outros jornais. Pegam um pouquinho daqui, outra coisinha dali, criam um novo texto e, muitas vezes, assinam pesquisas e entrevistas que não fizeram, apenas copiaram.

Nesse sentido, me parece bem provável que robôs possam fazer esse trabalho com mais rapidez e eficiência, compondo um texto novo a partir de outros. Mas isso é redação e nem toda redação é jornalística em sua essência.

A pesquisa exaustiva de dados para comparação ou atualização de estudos, a investigação sobre determinados fatos, a entrevista com fontes primordiais para uma reportagem... isso já é um trabalho jornalístico e, ao meu ver, exige um coração pulsando que olhe nos olhos do entrevistado, que sinta sua respiração, que pesque sua inspiração ou desejo de contar algo novo, seja terrível ou agradável para os leitores.

O jornalista se envolve no que faz. Ele capta fatos, mas também sentimentos. Ele traduz a esperança ou o medo de um povo... Ele dá voz a quem não está visível no google para uma pesquisa mecanizada. Ele muitas vezes busca a verdade (ou a notícia) com seu próprio corpo visitando locais, pessoas ou narrando suas experiências pessoais em determinado assunto.

O jornalista "humaniza" o texto apresentando personagens reais com os quais conversa ou investiga. E mesmo tendo que também colher dados, estatísticas e fatos numa apuração pela internet (assim como um robô), só ele (pelo menos por enquanto) é capaz de dar à matéria esse "plus" emocional que é o que cativa os leitores e, especialmente, os faz refletir.

         Essa sou eu no último ano de faculdade com o jornal
              que idealizei e publiquei reunindo amigos e colegas de classe

Quando eu decidi cursar jornalismo não tinha em mente mergulhar num mundo de textos da internet só para reescrevê-los, feito um robô. Eu queria me lançar dentro de histórias reais, mergulhar em universos bem diferentes do meu, e transmitir essa "apuração" para outras pessoas. Mais que isso, eu queria melhorar um pouquinho o mundo com minhas reportagens... por isso enveredei, dentro do jornalismo, pelo campo do meio ambiente e causa animal. Escolhi o jornalismo porque essa área tem o poder de pequenas a grandes mudanças.

No meu caso particular, eu já tinha um pouco de jornalismo no DNA. Quando aprendi a escrever, uma de minhas redações aos 7/8 anos de idade, foi sobre a inundação da casa de uma tia minha. A redação falava dos prejuízos e sofrimento com essa perda por conta das chuvas. Lembro direitinho da professora perguntar para minha mãe se eu mesma tinha feito a redação. 

Aos 13 anos pedi para um jornal do meu bairro publicar um pequeno artigo meu sobre a caça as baleias, que ainda era permitida no litoral do Brasil. Publicaram na íntegra, mas não sem colocar no final um parecer sarcástico, do próprio jornal, desmerecendo minha preocupação com as baleias já que havia tanta criança passando fome - mas isso ainda era bem normal no comecinho dos anos 80 quando eu era uma adolescente começando a lutar pelo meio ambiente.

Então... meu desejo não era apenas escrever, mas investigar e motivar mudanças positivas como uma jornalista e não como uma robô. Creio que boa parte das pessoas que optaram por fazer jornalismo também tem essa "luzinha" dentro de si que nunca se paga, não importa a idade: uma luzinha que pede para contribuir para com um mundo melhor. Será possível essa "missão" do jornalismo ser executada por um robô?

Leiam o artigo do Comunique-se e tirem suas próprias conclusões acessando AQUI

Fátima ChuEcco jornalista/escritora


 

domingo, 13 de setembro de 2020

Quando um animal sofre violência, a esposa e filhos do agressor também correm perigo


Nesse vídeo falo um pouco dos estudos sobre o perfil/padrão dos agressores e assassinos de animais. Leis mais rígidas não protegem apenas os animais, mas também vítimas humanas, por isso que em vários países esse tipo de delito é tratado com seriedade e preocupação. Procurei condensar as principais informações em pouco mais de um minuto. Quanto mais gente souber disso, mais chances dos animais no Brasil ganharem leis de proteção mais rígidas.


Fátima ChuEcco - Jornalista/Escritora

Foto de abertura Pixabay Free


segunda-feira, 7 de setembro de 2020

Medicina Veterinária Integrativa ameniza os efeitos da quimioterapia


O gatinho Mauro, de SP, é um exemplo de como a Medicina Veterinária Integrativa pode agir positivamente sobre o câncer.  Ele já estava com  anemia severa e leucopenia (diminuição da imunidade) quando descobriu-se que tinha Leucemia. Diferente de muitos casos mais comuns, Mauro não tem leucemia devido ao vírus da FELV.  Ele iniciou os tratamentos quimioterápicos, mas também  vitaminas para anemia e nutracêuticos com função antitumoral e para aumento de imunidade. Sua dieta foi mudada para uma ração com maior teor de proteína e ele passou a  ser tratado também com homeopatia tomando Viscum album semanalmente.  Os exames do Mauro foram melhorando dia após dia e ele voltou a ser um gato ativo que brinca e se alimenta normalmente. Leia a matéria completa acessando AQUI

Fátima ChuEcco jornalista/escritora

ESTRANHAS MANIAS FELINAS

“Daqui não saio, daqui ninguém me tira”. A frase, que é muito popular no Brasil, se encaixa direitinho em algumas situações protago...