![]() |
| Descartes afirmava que os humanos eram os únicos capazes de sentir e pensar |
![]() |
| O braço de ferro filosófico veio mais de cem anos depois com Darwin provando que os animais tinham sentimentos e sensações e as expressavam das mais variadas formas |
Jornalista/Escritora - Animais, Meio Ambiente, Cultura e Variedades
![]() |
| Descartes afirmava que os humanos eram os únicos capazes de sentir e pensar |
![]() |
| O braço de ferro filosófico veio mais de cem anos depois com Darwin provando que os animais tinham sentimentos e sensações e as expressavam das mais variadas formas |
"Os gatos usam muito a voz como meio de expressão e emitem, sob várias circunstâncias e emoções, pelo menos seis ou sete sons diferentes. Um dos mais curiosos é o ronronar de satisfação produzido tanto durante a inspiração quanto a expiração. O puma, a chita e a jaguatirica também ronronam"
O trecho acima é do livro "A expressão das emoções no homem e nos animais", escrito por Charles Darwin em 1872 ou quase 150 anos atrás.
Ele demonstra, pelo método de observação, desenhos, fotografias e relatos de colaboradores, que os animais têm emoções como alegria, medo, raiva e ciúme, manifestadas por meio das expressões faciais e corporais, além de sons e uma comunicação própria.
Darwin defende que algumas de nossas expressões são herdadas de antepassados primitivos, comum tanto aos homens quanto aos outros animais. Diz ainda que muitas de nossas expressões são inatas e não aprendidas já que se repetem em pessoas das mais variadas culturas.
"Um exemplo clássico é ainda hoje o homem mostrar seus dentes caninos quando está enfurecido, da mesma forma que o fazem macacos, cães e outros bichos, apesar de não se servir disso para brigar"
Vejam isso:
"Ações de todos os tipos, acompanhando regularmente algum estado de espírito, são de pronto reconhecidas como expressivas. Podem consistir de movimento de qualquer parte do corpo, como o abano da cauda de um cão, o encolhimento dos ombros de um homem, o eriçamento de pelos de um gato, a exsudação de suor, o estado da circulação capilar, a respiração forçada e o uso de sons vocais ou produzidos por algum instrumento. Até os insetos exprimem raiva, terror, ciúme e amor com sua estridulação".
"Alguns cães demonstram um estado de espírito de prazer e excitação, associado à afeição, de uma maneira bastante peculiar: mostrando os dentes, como num sorriso".
E destaca, é claro, chimpanzés e orangotangos que, notoriamente, são os mais expressivos dentre todos os seres vivos, assim como os humanos.
"Se fazemos cócegas num chimpanzé jovem - e as axilas são particularmente sensíveis às cócegas como nas nossas crianças - um som mais nítido de carcarejo ou risada é produzido", comenta no mesmo livro.
"Macacos também tremem de medo e, às vezes, soltam suas excreções. Pude ver um macaco quase desmaiar de tanto terror quando capturado. A expressão de um macaco quando provocado ou afagado por seu tratador é quase tão expressiva quanto a dos humanos".
Darwin morreu em 1882 aos 72 anos e seu legado ainda hoje divide opiniões. Uns acham que seu longo e complexo estudo do comportamento animal tinha a intenção de provar que os animais sentem e sofrem como nós e, portanto, não poderiam ser explorados pelo homem como objetos inanimados.
Mas nesse artigo quero concentrar o foco nos expressivos gatos com uma pequena amostra do fabuloso trabalho do fotógrafo Michael Hans cuja página no facebook pode ser acessada AQUI e cujas imagens ilustram também o texto acima
Grace, a cachorrinha da foto, foi resgatada de laboratório anos atrás e sua página no instagram hoje divulga as ações para libertação dos demais beagles. Inclusive, sua tutora acaba de lançar um livro todo ilustrado, para todas as idades: "Grace is Free - A história de uma sobrevivente de laboratório" - vendido pela Amazon. Acompanhe a página dela AQUI grace_is_free_ e sobre o livrinho lindo AQUI Stories • Instagram
Cenas fortes:
E se você quiser ver o que fazem com esses pobres filhotes nos laboratórios, tem um vídeo feito por ativistas. Veja abaixo:
Fátima ChuEcco - jornalista ambientalista e atuante na causa animal
Acaba de chegar na Netflix um documentário fantástico sobre uma família de gorilas: seus costumes e leis. Uma complexa captura de seus olhares tão expressivos... uma viagem ao seu mundo nas Montanhas de Virunga, entre Ruanda, Uganda e República Democrática do Congo. Imperdível!
Dois marmanjos pegam um beagle jovenzinho e lhe abrem a boca à força. Com extrema brutalidade, um dos homens enfia a mão na garganta do cãozinho para introduzir um produto a ser testado. Depois fecha a boca do filhote e coloca um tubo para ele inalar por completo a droga. É horrível, inaceitável. Por isso, cerca de 50 ativistas invadiram esse laboratório nos EUA no dia 18 de abril e resgataram 30 beagles. Infelizmente, 8 deles voltaram para o laboratório por ação da polícia. Os ativistas passaram mal com gás lacrimogênio e balas de borracha. Muitos ficaram feridos.
Esse é um trecho do vídeo:
Vejam o vídeo dos experimentos acessando o instagram da grace_is_free_ AQUI Instagram
Grace é uma cachorrinha que foi resgatada de um laboratório. Hoje sua tutora trabalha em campanhas pela libertação dos beagles. Eles são usados como meros objetos, manipulados com agressividade como se fossem coisas e o pior: são bebês. Obrigados a inalar e engolir todo tipo de coisa. Isso não é vida. É sofrimento físico e emocional prolongado.
Vejam mais fotos e vídeos do resgate de 18 de abril no aqui Instagram - instagram dos beagles Moleque e Bisteca
Totalmente desnecessário!
A ciência e a medicina têm inúmeras outras formas de testas cosméticos e medicamentos sem o uso de cobaias indefesas e inocentes. Com capacidade de ir à lua, é inconcebível que os humanos não usem a mesma capacidade tecnológica para curar doenças, vícios, produzir cosméticos e outros itens.
Por isso que eu digo que a Terra está cada vez pior: a cada passo pra frente dá dois para trás.
Fátima ChuEcco - jornalista ambientalista e atuante na causa animal
A Terra tá cada vez pior. Temos, infelizmente, duas tecnologias: a futurística (e ética) e a perversa. Como se não bastasse toda a escravidão e crueldade a que são submetidos todos os animais, especialmente os criados para consumo e os usados em laboratórios de pesquisa, agora porquinhos clonados (e geneticamente modificados) serão mantidos por OITO meses em pequenos recintos de metal gelado e sozinhos para terem seus orgãos arrancados.
Pergunta: essa vida miserável pode gerar bons orgãos para transplante? Nós, animais, não somos apenas carne e ossos. As emoções são absorvidas por nossos orgãos. Então esses porquinhos vivendo com medo, angústia e solidão também terão suas entranhas contaminadas por esse sofrimento de OITO longos meses.
Até os médicos já admitem que a carne é um dos fatores que podem gerar doenças. "Eles" acham que o perigo está no consumo excessivo da carne em si enquanto matéria, mas na verdade essa carne recebeu toda a energia do flagelo sofrido pelo animal. A carne é impregnada com toxinas que o organismo libera quando sente medo, pânico e dor (incluindo a dor emocional).
A Ciência dá um passo pra frente e dois pra trás.
Numa época em que tem surgido até caneta capaz de detectar câncer precocemente, não faz sentido ainda utilizarem animais para curar doenças.
No Brasil, as pessoas precisam deixar por escrito que desejam que seus orgãos sejam doados após a morte delas. Mas deveria ser o contrário, ou seja, somente quem não deseja doar os orgãos é que deveria deixar um documento assinado. Assim, aumentaria muito o número de orgãos para serem transplantados.
Além disso, os sujeitos que cometem assassinatos também poderiam ter seus orgãos a serviço do Departamento Transplantes depois de mortos: já que tiraram vidas, dessa forma, estariam tendo a oportunidade de salvar vidas.
Tanta novidade BOA aparece na Medicina ética. E já tanto sabemos sobre a autoconsciência animal. Particularmente os porcos são muito sensíveis, carinhosos e inteligentes. Então nem porcos nem nenhum outro animal deveria ser cobaia!
Os fragelos a que os animais são submetidos pelos humanos são muitos, mas a vivissecção me parece o pior deles porque é o mais longo podendo durar de meses a anos numa mesma horripilante situação. A alma de um animal de laboratório se desfaz... fica moída.
Como ficará a alma desses porquinhos? Como ficarão seus orgãos mantidos num ambiente tão hostil e frio?
Por que os humanos não conseguem entender o quanto isso está errado?
Fátima ChuEcco - jornalista, escritora e inconformada com um mundo onde tanta coisa errada ainda persiste e até se multiplica
Fotos: Na abertura da matéria foto de Cashlie White em ensaio de 2021. As demais fotos são da plataforma Pixabay.
Para encontrar gatos desaparecidos é preciso levar em conta em qual categoria o gato se encaixa porque isso fará toda a diferença nas buscas. Tem a categoria dos gatos de vida livre ( criados soltos com acesso ilimitado à rua), gatos de vida semilivre, com liberdade monitorada, isto é, vigiados de perto enquanto dão um passeio no jardim, calçada ou local próximo e os gatos que não têm qualquer acesso à rua.
Gato de vida livre não se perde. Ele se encrenca no entorno da onde vive.
Um gato com livre acesso a telhados e imóveis vizinhos conhece muito bem o local. Ele conhece os cheiros, sabe onde tem outros gatos, onde tem cachorro, seus pontos de descanso e caça de insetos, ele tem na memória tudo ao seu redor. Esse gato, quando some, é porque ficou preso acidentalmente em algum local, machucou-se em algum lugar e está com dificuldade de caminhar ou pular, ou lamentavelmente algo pior aconteceu. Está impedido de voltar, mas não está perdido. Tendo chance ele pode voltar para casa sozinho. E é o gato que mais se afasta de casa, muitas vezes sendo frequentador de quarteirões ao redor.
Gato de vida semilivre pode se perder, mas não vai longe.
Aquele gato com liberdade vigiada, que passa a maior parte do tempo em casa, mas tem autorização para algumas "saidinhas", também conhece o entorno mais próximo, mas se algo o forçar a ir para mais longe, tipo um grande susto (fogos de artifício), perseguição por um cachorro ou briga com outro gato, ele pode se perder num pequeno raio que não frequenta, mas numa distância pequena de sua casa, geralmente até uns 200 metros. Mesmo que não esteja preso ou machucado, esse gato geralmente precisa de ajuda para voltar para casa porque não é tão conhecedor do "pedaço" como o gato de vida livre.
Gato que vive exclusivamente em casa geralmente não se afasta mais de 50 a 100 metros.
Essa categoria de gato não conhece nada da vizinhança, portanto, o ambiente é totalmente hostil para ele desde os primeiros passos fora de casa. Isso vai forçá-lo a buscar esconderijo muito próximo, às vezes nas casas vizinhas. Ele tem mais chance de ficar preso acidentalmente que os gatos das outras duas categorias porque desconhece totalmente o entorno e pode acabar se enfiando onde não deve.
Estudos publicados em revistas científicas sobre gatos perdidos revelam que a maioria é encontrada perto de casa (a menos de 500 metros), sendo a busca física crucial.
Uma das pesquisas mais importantes nessa área foi feita por Kat Albrecht, ex-tratadora de cães de caça da polícia dos EUA, investigadora de cena de crime e policial que virou detetive investigativa de animais de estimação. Ela foi pioneira no uso da "teoria da probabilidade de busca" e do raciocínio dedutivo para gatos desaparecidos, além do Perfil Comportamental Felino, um sistema de previsão de padrões de comportamento felino semelhante ao perfil do FBI sobre o comportamento criminoso.
Segundo suas conclusões, uma busca em um raio de 200 m provavelmente será suficiente para encontrar um gato desaparecido que vive exclusivamente dentro de casa, sendo que muitos deles não chegam a se afastar nem 50 metros, buscando esconderijo nas cinco casas ou imóveis mais próximos da onde escaparam.
Sua pesquisa diz também que aproximadamente um terço dos gatos foram recuperados em até 7 dias quando utilizado o método de busca física nos prováveis esconderijos. Um número significativo é encontrado logo no início: 34% em até 7 dias, 50% em até um mês, mas a taxa de recuperação cai significativamente após 90 dias.
No entanto, devemos levar em conta que no Brasil temos situações diferentes que podem levar um gato a ser encontrado depois de 90 dias e bem perto de casa. Isso porque são muitas as colônias de gatos de rua alimentados por protetores nos centros urbanos. Um gato perdido, depois de um tempo vagando sem destino pelos telhados, pode acabar sendo aceito numa dessas colônias e deixar de ser visto pelos seus tutores.
É preciso lembrar também que um gato não vai longe quando se perde, ao contrário do que ocorre com os cães que são andarilhos por natureza. Porém, ao entrarem em motores de carros, os gatos podem sim parar muito longe sem condições de voltarem sozinhos. Em motores entram geralmente os gatos de vida reclusa e filhotes por serem mais assustados e não conhecerem o redor da onde vivem, mas não é a maior tendência. Na maioria dos casos gatos perdidos ficam por perto e correm risco de vida enquanto seus tutores, erroneamente, os procuram pelo bairro e locais distantes.
Texto: Fátima ChuEcco, jornalista ambientalista e da causa animal, escritora e fundadora da @BuscaCats, única consultoria especializada em gatos perdidos do Brasil. Fotos IA
http://buscacats.blogspot.com zap 11 94682-6104
Quando gatinhos se perdem os tutores procuram em todo lugar, menos nas casas onde vivem cachorros. Mas o gatinho Pesto, de SP, prova o improvável. Depois de 15 dias desaparecido em que deixou sua família "louca" atrás dele, Pesto finalmente foi visto entrando na casa de um pitbull onde, aliás, outro gatinho também estava vivendo no meio de tralhas e materiais de construção.
Mas para entender como ele foi parar lá e como o descobriram nesse local, vamos começar pelo começo.
Pesto escapou de casa no dia 29 de dezembro de 2025 e, em se tratando de um gatinho que vivia em casa telada, sem acesso à rua, a tendência era de Pesto buscar um abrigo o mais próximo possível. No dia 30 ele foi visto do lado externo de uma janela num prédio pertinho de sua casa. Depois disso sumiu de vez!
Como havia colônia de gatos próxima e também galpões enormes nas redondezas, esses locais seriam atraentes para um gato que nunca foi para a rua. No entanto, uma única foto me fez mudar de ideia quanto ao seu paradeiro. Eis:
A expressão corporal e o olhar de Pesto é de muita aflição nessa foto. Está acuado, desconfiado, com medo... Então, nesse estado, deduzi que ele procuraria um esconderijo por ali mesmo e não andaria até a colônia que ficava um pouco mais distante.
A casa do pitbull era praticamente vizinha do prédio onde ele foi fotografado e não tinha ninguém morando nela. Só ficava ali o cachorro que era alimentado por uma pessoa que entrava na casa para cuidar dele e já ia embora.
Como consultora sobre gatos perdidos, aconselhei a tutora Raquel Araujo Oyakawa a criar pontos de alimentação nas duas laterais do prédio e do outro lado da rua. Bingo! Pesto começou a aparecer para comer e numa dessas vezes foi visto entrando na casa do pitbull.
Mas a captura não foi nada simples. A família toda se uniu. O cuidador do pitbull abriu a casa, prendeu o cachorro e foi uma correria danada para conseguir agarrar o gatinho.
Vejam o depoimento da tutora:
Foram 15 dias que pareceram uma eternidade, um pesadelo que só quem viveu sabe. Devido a um descuido, Pesto ficou trancado no quintal por horas e quando abri o portão da garagem, no desespero, ele escalou o muro e fugiu.
Quem ama gato sabe: só a ideia de acontecer algo assim já é desesperadora e quando isso se torna realidade nosso coração fica totalmente despedaçado e a sensação de impotência toma conta. O Pesto é muito meu companheirinho, carinhoso, extremamente caseiro e medroso… então quando ele desapareceu, fiquei completamente perdida.
Passamos a primeira semana e meia tentando os métodos de busca conhecidos pelo senso comum: espalhar cartazes, falar com vizinhos, chamá-lo na rua e tentar atraí-lo com ração, mas tudo de forma arbitrária, atirando para todos os lados e esperando resultado. Conforme passavam os dias, o desespero tomava cada vez mais conta e o desgaste físico e mental tornavam difícil enxergar um caminho, além de ser quase impossível não se deixar abalar por comentários de que não havia mais o que ser feito além de esperar algum contato de quem o encontrasse ou que alguém deveria ter pego meu gatinho e não iria devolvê-lo (discurso que mais ouvi), além de claro, não deixarmos de imaginar o pior.
Pouco mais de uma semana depois da fuga, conheci o trabalho da Fátima da @BuscaCats e, sinceramente, foi um divisor de águas nessa história. Desde o primeiro contato, deu pra perceber o quanto o conhecimento dela sobre gatos é profundo. Ela ouviu toda a história, perguntou sobre a rotina, a personalidade, os medos e hábitos do meu gato, analisou o local de fuga dele e a partir disso montou uma estratégia inteligente e focada, que permitiu colhermos mais informações até chegar ao resultado positivo.
Um ponto que fez toda a diferença foi o incentivo à busca ativa. Depois das tentativas frustradas, enquanto os dias corriam e o desespero aumentava, eu me sentia completamente perdida, não sabia mais o que fazer… mas a Fátima me mostrou que sair, observar, procurar nos horários certos, saber onde colocar as iscas e, principalmente, insistir era fundamental. Ela também me orientou muito bem sobre como abordar os vizinhos: o que falar, como falar, quais perguntas fazer e até como pedir ajuda de forma mais eficiente. Cada orientação tinha um porquê, sempre baseada no comportamento felino e na história do meu gato, nada era aleatório.
E algo que me marcou bastante foi o cuidado com a parte emocional e energética. A Fátima trouxe dicas sobre intenção mental, conexão com o gatinho, manter o foco e não agir só pelo desespero. Parece sutil, mas fez toda a diferença. Me ajudou a manter a calma, a confiança e a sensação de que, de alguma forma, ele estava me sentindo ali, procurando por ele.
E então, depois de 15 dias, conseguimos resgatá-lo. O alívio, a felicidade, o choro… é inexplicável. Feliz demais por nossa história ter um final feliz e muito grata de ter tido essa assessoria que, sem dúvida nenhuma, foi indispensável para trazermos o Pesto para casa são e salvo.
Raquel também desenhou um daruma - boneco japonês que representa perseverança e superação. O costume é pintar um olho dele e fazer um pedido e, quando o pedido for realizado, pintar o outro olho.
Vejam:
DICA Valiosa:
Não desprezem casas com cachorros na busca por gatos perdidos. Com gatos tudo é possível.
Fátima ChuEcco - jornalista, escritora, fundadora e consultora da @BuscaCats - única consultoria especializada em gatos perdidos do Brasil http://buscacats.blogspot.com
Guia "Como encontrar Gatos Perdidos". Peça já pelo zap 11 94682-6104.
Descartes afirmava que os humanos eram os únicos capazes de sentir e pensar O braço de ferro filosófico veio mais de cem anos depois com D...