domingo, 29 de junho de 2014

CALDO DO ARTISTA – TEM QUE PROVAR!



                       Mauro Rico com Fernanda Ventura e Luciana Mori no estante de Araçatuba

É uma delícia e o criador tem um perfil impressionante. O Caldo do Artista foi criado em 1980, em Araçatuba, numa comunidade rural chamada Estrela Guia adepta do naturalismo.  O personal chef Mauro Rico, que é também arquiteto urbanista, músico e terapeuta reikiano, conta como criou a “obra” gastronômica: “Pediram para eu fazer um caldo, então fui pegando tudo que vi pela frente na cozinha como cenoura, vagem, mandioca, abóbora, frango e outros ingredientes. Finalizei com um cacho de bananas que já estavam maduras demais e, provavelmente, seriam descartadas. Todo mundo aprovou!”.

O nome se deve ao fato do caldo ter sido criado no Dia do Artista, ou seja, 24 de agosto. Rico começou a repetir a receita em festas e eventos: “Por fim, a Secretaria de Turismo transformou o caldo em produto turístico. Hoje está presente na feira livre de domingo ou em exposições OU eventos de Araçatuba. É uma típica comida de rua, pra se degustar informalmente em copos ou canecas”. 


De Araçatuba para SP
No último dia do 14° Salão São Paulo de Turismo da Amitur – Associação dos Municípios de Interesse Cultural e Turístico, realizado de 25 a 27 de junho no Centro de Eventos São Luís, muita gente pôde apreciar o Caldo do Artista no estande de Araçatuba. O carismático Mauro Rico preparou e distribuiu o caldo na feira sempre sorridente e caprichando na pimenta. Hoje ele é vegetariano e divide seu tempo entre a arquitetura, a banda de rock nacional onde é baixista e fazendo o caldo esporadicamente.  Mestre em Reike, oferece o tratamento gratuitamente em um centro espírita e é seguidor do Santo Daime. O caldo pode ser feito sem carne e gente... é muito muito bom! Mas foi uma delícia conhecer também o inventor do caldo.

sábado, 21 de junho de 2014

LEGADO DA COPA: DECORAÇÃO VERDE AMARELO



Mesmo quem não curte a Copa e nem as cores-símbolo do Brasil, pode se encantar com a decoração verde-amarela  proposta pelas revistas Decorar Mais por Menos e Minha Casa deste mês. Vejam a sugestão para duas cozinhas. Achei sensacional! A graça de uma cadeira verde contrastando com o armário em amarelo ou de uma geladeira em amarelo, com cadeiras na mesma cor e armário em verde. E claro... plantas enriquecendo o ambiente que é um dos preferidos de muita gente. Reparem ainda nos pisos e paredes. Tudo muito lindo!




IDEIAS GENIAIS PARA FESTAS JUNINAS



Vejam que graça essa decoração junina. E com coisas que normalmente temos em casa como um chapéu de palha e cestas de vime. A mesa ganha um toque todo especial... dá até dó de desmanchar! Como ainda tem mais dois finais de semana para "se acabar" naqueles deliciosas comidinhas juninas, ficam essas ideias geniais para enfeitar as mesas.  A sugestão é da Revista Decorar Mais por Menos deste mês.






OS ANIMAIS TÊM SENSO DE ÉTICA E PLANEJAM O FUTURO

Com o título de "Bichos Espertos" a revista Mente& Cérebro apresenta uma série de observações sobre os animais não-humanos que levam a crer que eles pensam/refletem sobre o ambiente a sua volta e podem planejar ações futuras pensando no seu bem-estar e de seus descendentes. Igualzinho a nós? Bem... para muita gente isso é óbvio, mas para uma grande parcela de pessoas e até de cientistas, afirmar que bicho "pensa" ainda é algo muito "doloroso". Fica mais ameno usar a palavra "esperteza" no lugar de "inteligência". É mais aceitável dizer que fazem muitas coisas por puro "instinto" do que por "solidariedade e empatia". Dizer que são "conscientes" em pleno século XXI ainda é tabu.  Reparem na cautela da pesquisadora de orangotangos ao dizer que "eles têm algo próximo a uma mente", porque ainda é cedo para afirmar que são "conscientes". Infelizmente, mesmo com um cenário tão claro, muita gente e muitos pesquisadores ainda mostram enorme resistência em admitir que animais não-humanos sentem e se emocionam porque possuem um mente geradora de reflexões e pensamentos. Vejam alguns exemplos:


DECORAÇÃO RÚSTICA E ENCANTADORA!



 A revista Minha Casa deste mês fez um belíssimo ensaio na casa da jornalista Giuliana Capello. As paredes, tetos, móveis... tudo tem um charme rústico e ao mesmo sofisticado, dando personalidade forte e vibrante à casa. Reparem nos detalhes.  Na cena em que ela toca piano acompanhada pro seus cães, vejam a parte superior do ambiente, o chão e porta em vermelho, a decoração delicada na janela, a escada feita de toras de madeira, o banquinho verde...



Nesse outro ambiente o cachorro de Giuliana descansa ao lado de um fogão bem antigo que está sobre um pedestal de cimento decorado com azulejos em preto&branco. Mas há muitos outros detalhes no chão, na parede... é um ambiente que instiga o olhar em busca de informações inusitadas.



Essa parede dispensa comentários de tão maravilhosa que se impõe nesse cantinho da casa. E, mais uma vez, lá está o piso colorido e no teto a madeira sustentando tudo. Na foto seguinte a velha e nova fórmula de deixar o tijolo aparente "cult". E tb os tijolos pintados em azul e recheados com madeira. Coisa de artista, né? Bom, toda jornalista é um pouco artista também. Temos que ser!


PENSAMENTO CONCEITUAL EM OUTROS ANIMAIS NÃO-HUMANOS

Estudos mostram que grandes primatas sabem diferenciar diversas espécies animais. Pesquisas com cães provam que eles também sabem reconhecer uns aos outros em fotos e cachorros da mesma espécie. As descobertas levam ao "pensamento conceitual" até então atribuído apenas a humanos. Essas pesquisas não são novas, mas há novas pesquisas tentando provar que animais não-humanos "pensam". Pode ser num ambiente mental diferente do nosso, com características de assimilação de imagem diferentes das nossas, mas mesmo assim é um "pensar". Pensar leva a reagir, a se emocionar, sentir. E, sob essa ótica, qualquer uso que implique em dor física e emocional de animais em benefício do homem pode ser considerado ab-uso - um crime legalizado, já inserido na cultura humana, mas não deixa de ser ab-uso. Vejam a materia da Mente & Cérebro sobre as pesquisas que comentei.


sexta-feira, 13 de junho de 2014

O SONHO É UMA VIDA PARALELA E PODE PROJETAR O FUTURO




Como assim? – alguns podem estar se perguntando. E isso é bem normal já que cada vez que falo dos meus sonhos que antecipam o futuro parece que estou falando em aramaico para algumas pessoas. Alguns acham fruto da minha imaginação. Outros dão risada (acham impossível) e uns poucos, com vivências semelhantes as minhas, se interessam pelo assunto e estão dispostos a refletir.

Pois a matéria de capa da brilhante revista “Mente Cérebro” trata justamente disso, de sonhos que podem nos avisar sobre situações de perigo ou nos mostrar os melhores caminhos na vida profissional e pessoal. A matéria é assinada por Sidarta Ribeiro, neurobiólogo e diretor do Instituto do Cérebro da Universidade Federal do Rio Grande do Norte. E ele resgata os sonhos de nossos ancestrais para provar que podem sim prever o futuro e, dessa forma, sempre funcionaram como uma espécie de defesa do organismo.


A matéria me surpreendeu porque até então tenho lido outros artigos que tratam a capacidade de prever o futuro por meio dos sonhos como uma mutação, ou seja, algo “novo” na nossa espécie e que vem sendo desenvolvido e passado lentamente de geração a geração como uma ferramenta adicional de “autodefesa”. É também uma hipótese interessante, mas diante de tantos exemplos citados por Sidarta na matéria, que revelam o quanto prever o futuro foi sempre muito comum desde a nossa existência na Terra, a impressão que prevalece é a de que estamos apenas começando a reativar uma capacidade que já nos pertence há milênios.


Vejam que interessante. Pensem sobre isso:
Sabe a arte rupestre, feita nas cavernas? Muitas revelam espaçonaves. Nossa primeira conclusão foi de que aquele “povo” ou veio de “fora” do planeta ou teve contato com extraterrestres. Mas e se aquelas imagens representavam apenas sonhos? Talvez o homem das cavernas estivesse apenas desenhando seus sonhos de teor futurístico, ou seja, exprimindo sua capacidade de prever o futuro por meio dos sonhos. Bacana pensar sob essa outra ótica, não é mesmo?


De forma ilustrativa posso mencionar alguns sonhos futurísticos que já tive (na verdade tenho com bastante frequência). Em alguns vejo animais híbridos, isto é, peixes com penas, pássaros com pelos, mamíferos com escamas... animais que não temos na Terra (pelo menos não no tempo atual), com exceção do ornitorrinco que é totalmente fora do padrão de tudo. Já sonhei que a Terra estava com rachaduras na atmosfera por onde entravam raios solares letais obrigando as pessoas a deixarem o planeta, porém, a passagem para o  “novo mundo” era cara e a maioria tinha que ficar por aqui aguardando o fim.

Já sonhei também com “estações de cura”. Eram plataformas sobre águas cristalinas onde os doentes tinham que deixar os pés imersos por algum tempo. Ao anoitecer as comportas se fechavam porque a estação ficava inundada podendo ser aberta somente no dia seguinte. Sonhei com insetos mecânicos que não eram visíveis a olho nu (não para nós, humanos) e que retiravam amostras de sangue dos nossos braços para análise. Eram como pernilongos mecânicos, mas que não conseguíamos ver. Também já sonhei que estava sentada diante de um computador, com fios presos nos meus braços. Na tela passando meus pensamentos, memórias (tudo!) como se eu fosse um pen drive “vivo” sendo descarregado no computador.


 Antecipar nosso futuro individual é possível?

Na matéria da Mente Cérebro, sim, sem nenhuma dúvida sonhos antecipam o futuro.  Estranho é porque a maioria não faz isso. Por que será que os sonhos foram, com o passar dos anos, sendo tão desprezados pelas pessoas? Sidarta explica que, provavelmente, é porque temos uma vida muito mais fácil e cômoda. Os sonhos, antigamente, eram de grande valia para humanos que tinham que lutar pela sobrevivência (pela comida, pelo abrigo) o tempo todo... e jamais descansavam totalmente já que viviam em meio a muitos predadores. Assim, os sonhos foram sendo deixados de lado. Viraram “fantasia” e a maioria das pessoas se refere a eles como “sem pé nem cabeça”, não perdendo um minuto sequer para avaliar se no sonho não continha uma mensagem importante, transmitida por meio de símbolos.


Muitas coisas que aconteceram na minha vida, boas e más, estiveram dias antes, às vezes horas antes, acontecendo nos meus sonhos. E eu lembro de tudo. São sonhos com cores, cheiros, texturas, sensações diversas e muito marcantes. Acredito ter uma vida paralela. Ou talvez, como dizem os aborígenes australianos, real não é esta vida, mas a que sonhamos. Um dos sonhos mais impressionantes que tive foi de uma estrada onde aconteceria um assassinato. Vi o nome e Km da estrada. Busquei na Internet, localizei a cidade. Liguei para o jornal local contando meu sonho, certa de que seria tratada como “louca”. Então me disseram que havia acontecido um assassinato exatamente naquele ponto dois dias antes.

Quanto o recente desaparecimento do avião do qual não foi encontrado nenhum vestígio, sonhei naquela semana, com pessoas amparadas por algumas rochas num mar aberto. Elas estavam dentro de uma espécie de caverna formada pelas rochas, mas só havia água ao redor. Pareciam sobreviventes de um avião aguardando resgate, mas o lugar era muito difícil de ser avistado. Na mesma semana sonhei com lugares que nunca tinha ouvido falar: Ilha de Cristal e Ilhas de Corner. Estariam os sobreviventes próximos dessas ilhas ou até mesmo nelas?
 

Bom... é muito assunto... e só queria mesmo é indicar essa matéria da Mente Cérebro para quem se interessa por esse assunto ignorado até mesmo por muitos cientistas.  Uma pena, viu? Porque nos sonhos a gente poderia encontrar respostas para muitas coisas e em todas as áreas da vida. Recomendo ainda o filme “A Origem”, com Leonardo Dicaprio e que já foi objeto de outro post nesse blog. O filme mostra sonhos compartilhados, em camadas e também invasão de sonhos alheios. Um universo fantástico!


quinta-feira, 12 de junho de 2014

ELAS TROCARAM RADICALMENTE DE PROFISSÃO PARA SE DEDICAREM AOS BICHOS


A revista Meu Pet de Junho está nas bancas e traz uma matéria minha sobre pessoas que mudaram totalmente o rumo de suas carreiras para cuidarem de bichos. A Hellen Cristina, de Brasília, é uma delas. Depois da dedicação ao gatinho paraplégico Valentin, Hellen decidiu largar a profissão de turismóloga e estudar veterinária. Ela quer se especializar em animais "especiais", com deficiências físicas. Valentin mudou a vida de Hellen pra sempre. Foi muito amado, ficou conhecido no facebook onde eram postadas muitas fotos suas e partiu deixando em Hellen a certeza de que ela tinha uma missão ainda a cumprir: ajudar outros bichinhos como ele que, apesar das limitações, podem ser muito felizes. Conheçam o Valentin:


 




Capa da Meu Pet de junho:




sábado, 7 de junho de 2014

A EFICIÊNCIA ESTÁ INTIMAMENTE LIGADA COM A FELICIDADE



 
Qual seria uma boa empresa para trabalhar? A que paga bem? A que oferece mais benefícios?  Ok... Salário justo (ou até acima da média) é um atrativo dos mais procurados, mas sabemos que não basta. Quando uma empresa pede para vc "vestir a camisa" deve tb estar disposta a vestir a camisa do funcionário/colaborador e isso nada mais é que respeitar seu espaço, sua saúde (física e mental) e estar disposta a te ouvir para, numa via de mão dupla, todos ficarem satisfeitos com o trabalho realizado, dos pontos de vista financeiro, profissional e pessoal. Uma boa empresa para trabalhar é aquela que te motiva, inspira e te dá liberdade para ser criativo em suas ações. Eficiência tem tudo a ver com felicidade. A empresa que detecta o que torna seus funcionários mais felizes, terá funcionários mais eficientes. Acredito em FELICIÊNCIA. Fátima Chuecco

Neste domingo, dia 8,  às 17h30, o Repórter Eco (TV Cultura) entrevista o autor do livro Felicidade S.A.,  o jornalista Alexandre Teixeira que mostra que trabalhar só para ganhar dinheiro empobrece a vida.  Ele diz que é possível ser feliz e ter reconhecimento profissional, quando o ganho financeiro deixa de ser o único foco das pessoas. Entre as reflexões que Alexandre faz estão questões fundamentais, mas que muitas vezes ficam esquecidas, como "você aprende com o seu trabalho? Realiza uma atividade criativa? Convive com pessoas bacanas? O seu chefe é uma pessoa inspiradora?”.


 Não sei da onde veio esse conceito de que competir é saudável. Colegas de trabalho devem ser parceiros e não adversários em busca de um posto mais elevado. E como poderão se ajudar se cada um tiver a intenção de se sobressair? Empresa que impõe aos funcionários a pressão e o estresse da competição não é um ambiente saudável para o trabalho. Fátima Chuecco

Ele afirma que é possível encontrar a felicidade no trabalho, mesmo nesse mundo de máxima gestão nos negócios, baixa remuneração e muita competitividade.  “As pessoas sempre têm o poder de estabelecer limites, de dizer `isso eu quero, isso eu não quero´”.Para o autor, o fator que conta a medida da felicidade no trabalho é o propósito para o que estamos fazendo. Se este for apenas o de ganhar dinheiro, há aí uma perversão da ideia do trabalho. “O ingrediente que eu vejo hoje fazendo mais sucesso nas receitas de felicidade é o propósito para o trabalho... É quando a gente percebe que a nossa atividade profissional pode mudar para melhor, ter um impacto positivo na vida de outras pessoas, seja servindo, seja inspirando de diversas maneiras".

Alexandre também ressalta a importância da figura do chefe e sua influência na saúde e na felicidade das pessoas que estão sob sua responsabilidade.  Ele levantou dados sobre o impacto de se ter um bom ou mau chefe e concluiu que há correlações entre desenvolver doenças cardíacas graves em chefias ruins. “Quem chefia uma equipe tem que refletir sobre o que pode causar com suas decisões”.


 Escolhi essa foto para a ilustrar a matéria porque ela traduz um pouco do que é se sentir bem no trabalho, perto de coisas que vc ama e valoriza ou que te divertem. Vejam as plantas e tb os simpáticos bonequinhos que fazem parte do universo pessoal do funcionário da foto. Esse "clima" de estar confortável no lugar onde se trabalha é importantíssimo para a produção criativa do trabalho. Fátima Chuecco


sexta-feira, 6 de junho de 2014

PLANTIO DE MUDAS AO SOM DO MARACATU




ACOMPANHEI E ADOREI ESSA AÇÃO INÉDITA!

No Dia Mundial do Meio Ambiente, 5 de junho, o Projeto Tecendo as Águas, do Instituto Supereco, promoveu o plantio de 240 mudas de árvores nativas  e a implantação de um sistema agroflorestal na bacia do rio Juqueriquerê, na região de Caraguatatuba, com a participação de alunos da Escola Estadual Avelino Ferreira. Numa ação inédita, o plantio, que visa a recomposição florestal de cinco hectares de matas ciliares em APP (Área de Preservação Permanente) foi acompanhado pelas batidas dos tambores do Grupo de Maracatu do Litoral Norte. Maracatu é um tipo de música brasileira, mas com forte influência africana.



Açaí, Pau Viola, Guapuruvu, Taiúva, Goiaba, Pitanga, Araçá e Jaracatiá foram algumas das espécies plantadas na propriedade rural de Silvio Sato, presidente da Associação dos Agricultores de Caraguatatuba. Houve também semeação de feijão entre as mudas para ajudar no crescimento das árvores já que o feijão é um facilitador de nitrogênio para o solo. Um dos objetivos do projeto é plantar 8.400 mudas de árvores nativas em propriedades rurais da Bacia do Juqueriquerê, onde também serão implantados modelos de ecoeficiência incluindo sistemas agroflorestais. 

Ambientalistas mirins
Antes do plantio foram feitas dinâmicas com os estudantes procurando mostrar a importância de se preservar a água, as matas e todo o ecossistema.O evento teve impacto bastante positivo em professores e alunos da Avelino Ferreira. Jaqueline Gomes dos Santos e Jeferson Roberto Pessoa, ambos de 15 anos, são jovens e, ao mesmo tempo, veteranos na participação de atividades em favor da natureza. Já participaram de limpezas de rios e praias e ficaram entusiasmados com o plantio. “O mundo já está muito poluído e são as plantas que colocam oxigênio no ar. Quando vejo, por exemplo, gente cortando goiabeira para fazer fogueira, aviso que é bem melhor recolher os galhos do chão. Sou escoteiro porque gosto de ajudar na conscientização”, explica Jeferson.




“Nós somos a juventude, o futuro. Se a gente não começar a defender o meio ambiente agora, quem fará isso? Procuro praticar ecologia dentro e fora de casa. Reciclo óleo para fazer sabão por exemplo. Acho importante preservar as florestas e também tratar bem todos os animais”, diz Jaqueline. As professoras Lúcia Helena dos Santos e Gisele de Souza, ambas do Avelino, estão satisfeitas com o interesse dos alunos. “Participo das ações do Supereco desde 2007. O rio Juqueriquerê já foi um lixão a céu aberto. Hoje é possível nadar em alguns trechos. Minha esperança é vê-lo completamente limpo”, diz Lúcia. “Plantios como esse são uma forma de conscientização. Os alunos praticam ecologia e desenvolvem o espírito de cooperação”, complementa Gisele.


Andrée de Ridder Vieira, coordenadora geral do Tecendo as Águas, acredita que o evento funcionou como uma verdadeira sala de aula: “Essa é a verdadeira educação, que leva os alunos a conhecerem a origem das águas que servem suas casas e o quanto é importante cuidar dos rios ao redor das suas casas, bem como do berço dessas águas. Cuidar do Rio Juqueriquerê significa zelar pelo sistema de abastecimento de Caraguatatuba e São Sebastião”. 

Motivação para agricultores
Silvio Saito, que sofreu intervenção do Supereco em 2009 quando houve um plantio em área degradada de sua propriedade, ficou surpreso com o resultado: “Em dois anos o trecho já parecia uma floresta. Estou muito contente com esse novo plantio que, graças ao sistema agroflorestal, permite ao agricultor ter rendimento até que as árvores frutíferas cresçam. E ter essa plantação feita por jovens é ainda mais importante. Só tenho a agradecer”.A agricultora Jaqueliny Corina do Nascimento, de Caraguatatuba, ficou viúva com três filhas menores e diante de um dilema: "Como tocar a agricultura sozinha e garantir o sustento da minha família?". Então ela começou a acompanhar as ações do Supereco e se motivou a recomeçar o plantio de brócolis e mandioca. "Foi fantástico conhecer o projeto Tecendo as Águas porque ele contém as informações que preciso para trabalhar no que gosto, semeando a terra e contribuindo para com o meio ambiente".


Quem faz
O projeto Tecendo as Águas é uma realização do Instituto Supereco, em parceria com a Chevrolet, Instituto Educa Brasil e Patrocínio da Petrobras, por meio do Programa Petrobras Socioambiental. Conta também com o apoio do Comitê das Bacias Hidrográficas do Litoral Norte (CBHLN), das prefeituras de São Sebastião e de Caraguatatuba, do Instituto Trata Brasil, da rede Made In Forest, do Centro de Educação Ambiental de Guarulhos (CEAG) e da Organização Brasileira de Mulheres Empresárias (OBME).
Para conhecer melhor o projeto Tecendo as Águas acesse o site www.supereco.org.br

NESTE SÁBADO, IMPERDÍVEL! RODA DE LEITURA COM CÃES E CRIANÇAS. GRATUITA EM SP





Vejam que ideia genial: ler na companhia de cães e dentro de uma livraria gostosa como a da Vila. São dois grupos para crianças, mas pais, titios e adultos interessados na iniciativa tb podem comparecer:

Os cães podem ser excelentes companheiros literários. Nos Estados Unidos, por exemplo, já existem alguns programas que incentivam essa atividade e os resultados são bem positivos. Para disseminar esse conceito e incentivar a criação de futuros leitores no Brasil, a TAC+ - associação pioneira na área de Intervenções Assistidas por Animais – e a MSD Saúde Animal – que trabalha a ciência para animais mais saudáveis - realizam uma roda de leitura com cães, em parceria com a Livraria da Vila. O evento ocorre no dia 7 de junho, na loja da Avenida Lorena, em São Paulo. Segundo pesquisas, só o convívio com os cães já traz uma série de benefícios. O contato com o animal libera B-endorfina, oxitocina, prolactina, dopamina, entre ouros, e diminui os níveis de cortisol (hormônio do estresse), produzindo um efeito tranquilizador e relaxante.

A interação com esses animais cria um vínculo afetivo que torna a leitura bem mais prazerosa. Eles são ótimos ouvintes, participam das histórias e também ganham a confiança da criança, já que não têm capacidade de julgar e os leitores se sentem livres para errar, sem sofrer preconceitos. Além disso, o contato com os cães facilita a aprendizagem, a comunicação e estimula as habilidades sociais.
 


Dessa maneira, a Roda de Leitura TAC+ se torna o espaço ideal para compartilhar o prazer de ler e se relacionar de forma lúdica, ampliando e concretizando a leitura como um hábito e visa contribuir para uma mudança na realidade do Brasil, onde o desempenho dos estudantes em leitura atinge níveis preocupantes. E sendo essa habilidade essencial e que dá suporte para o estudo de outras áreas do conhecimento, é necessário fazer algo para reverter essa situação.

A iniciativa tem o patrocínio do Activyl™, antipulgas da MSD Saúde Animal que facilita esse convívio da criança com o pet, uma vez que não é tóxico e permite essa interação segura entre família e animais de estimação, facilitando momentos de lazer como o da leitura.



No evento, serão realizadas duas sessões com grupos de até 10 crianças presentes na livraria.  Já os pais, professores e outras pessoas que acompanharem a Roda de Leitura TAC+ entenderão melhor como funciona esse método inovador que pode trazer excelentes resultados para a educação do país

Serviço:
Local – Livraria da Vila – Loja Lorena – Endereço: Alameda Lorena, 1731 - Jardim Paulista)
Data e horários: 07 de junho, às 16 horas e às 17 horas
Inscrições – Gratuitas, no local – 20 vagas

                                                            Bud com Mi-Au Book

Mais sobre a TAC+:

A TAC+ é uma OSCIP (Organização da Sociedade Civil de Interesse Público) que atua com projetos sociais nas áreas da saúde humana, educação, cultura e inclusão social. Pioneira na área de Intervenções Assistidas por Animais, utilizam os cães e cavalos como facilitadores e mediadores das atividades, atuando como parte integrante do processo de tratamento.

Com sede localizada em Cotia (SP), lá oferecem atendimentos de Hippoterapia (método realizado com auxílio de um cavalo) e Psicoterapia Assistidas por Cães. Além disso, também atuam externamente com o Programa de Intervenções Assistidas por Cães, realizado em parceria com instituições como o Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo. Nesses locais, são implantados projetos em diferentes áreas como psicoterapia, ludoterapia e educação assistida por cães, sendo mais de 500 beneficiados, entre eles crianças autistas, idosos internados na enfermaria psiquiátrica e pessoas com câncer.

Texto: assessoria de imprensa do evento

ESTRANHAS MANIAS FELINAS

“Daqui não saio, daqui ninguém me tira”. A frase, que é muito popular no Brasil, se encaixa direitinho em algumas situações protago...