terça-feira, 25 de março de 2014

CELEBRE A HORA DO PLANETA NO MUSEU CATAVENTO


Pra começo de conversa é um passeio que vale a pena em qualquer ocasião. O Museu Catavento (focado em Ciência e Tecnologia) tem um estilo próprio e no próximo sábado, dia 29, celebra A Hora do Planeta com visitas monitoradas por várias salas onde serão dados esclarecimentos sobre os diversos tipos de energia e respectivos impactos no mundo.  Na Sala Ecologia a discussão será em torno do aquecimento global. Na Sala Matéria será feita comparação entre energia nuclear e outras fontes energéticas. Na Sala Engenho haverá uma réplica de usina hidrelétrica.  A Hora do Planeta, simbolicamente, é celebrada pelo desligamento das luzes durante uma hora nas localidades em que há adesão à campanha mundial. As visitas monitoradas ocorrem às 11h e às 14h. O Catavento fica na Praça Cívica Ulisses Guimarães, s/n no Pq Dom Pedro II. Ingressos a R$ 6. Informações 3315-0051. Levem os filhos, sobrinhos, garotada da rua... levem a câmera digital. O espaço é muito legal!

domingo, 23 de março de 2014

QUER DAR UMA VOLTINHA? ENTÃO ESCOLHE UM MODELITO 4 RODAS BEM NO SEU ESTILO



A exposição de carros no Conjunto Nacional (Av Paulista 2073) está fantástica. Eu me acabei tirando fotos. A mostra de carros antigos e raríssimos está show...show...show. Tem Jaguar, Shelby Cobra, Ford Coupê e outros modelos lindos!!! Dá vontade de entrar e sair pra uma voltinha. O espaço é ainda compartilhado com carros que fizeram "nome" em corridas na mostra "Velocult", idealizada por Paulo Soláriz. Quem é fã do Automobilismo vai "babar" com a exposição de alguns carros campeões. Tem até um veículo preservado nas mesmas condições em que foi retirado da pista após um incêndio, ou seja, com as marcas da destruição pelo fogo. São muitos os carros expostos e num estado de conservação de dar gosto... em todos dá pra se ver e pentear o cabelo. Uma ótima oportunidade de fazer muitas fotos bacanas com carros de diversas épocas e modelos. MAS CORRE porque termina nesse sábado, dia 29. GRÁTIS. Abaixo minhas fotos do evento. Fátima ChuEcco















sábado, 22 de março de 2014

ESQUISITICE OU PURO ESTILO FELINO?



Minha matéria de março na revista Meu Pet reune uma série de comportamentos exclusivos dos gatos que fazem suas donas se derreterem e passar o dia fotografando-os. É muito estilo!!! Fala sobre a mania de tomar água em torneira, a paixão por sacolas plásticas e caixas de papelão, o hábito de ficar no topo dos móveis e excentricidades como da gatinha Felícia, que só bebe água com pedrinha de gelo ou do gatinho Guga que é maluco por brócolis. Tem ainda um gatinho que adora ser "aspirado" pela dona e uma gatinha que tritura as bordas da caixa antes de fazer dela uma cama. É muita inteligência e fofura juntas, né? A especialista em gatos Naila Fukimoto explica alguns dos hábitos felinos mais comuns. E as fotos... ah as fotos!!! Uma mais linda, criativa e divertida que a outra. Para o "abre" deste post escolhi a da Mayla que reparem: ela parece gargalhar enquanto se enfia na caixa. A revista Meu Pet é vendida em bancas de todo o país e tb em grandes livrarias. Abaixo algumas das beldades que participaram da matéria.

                                        Felícia exige: só toma água se tiver pedrinha de gelo

                                        Biju descansa e tira soneca na pia do banheiro

                                        Nora ganhou até uma caixa de papelão personalizada

                                     Guga AMA brócolis, mas tem que ser sem os talinhos, tá?

                                       Alvin é um apreciador de caixas... de todo tipo e tamanho

             Segundo o gatinho Picolin, tamanho não é problema: "Quem disse que eu não entraria aqui?"

                              Nina é uma exímia conhecedora de embalagens de papel. Pós-graduada.

     Loretta mordisca a cama antes de fazê-la de cama. É uma designer de interiores sem dúvida.

                                           A matéria é destaque na capa da revista de março

terça-feira, 18 de março de 2014

CHEIROS ESTRANHOS QUE SÓ A GENTE SENTE. OSMOGÊNESE E APORTE EXPLICAM ALGUNS CASOS




Desde ontem tenho sentido cheiro de talco adocicado, com um toque floral, especialmente no meu quarto, mas também senti no quintal enquanto falava com umas pessoas. Todos disseram não estar sentindo cheiro algum. Não limpei a casa com nenhum produto perfumado recentemente e não achei frascos ou objetos que pudessem estar exalando esse odor que é constante. Difícil explicar, mas parece ser um odor que me rodeia e acompanha. Fui pesquisar no google e encontrei num site da parapsicologia um artigo do Prof.Válter Franceschinique diz que há duas hipóteses: osmogênese e aporte. Alguém conhece um pouco do assunto ou têm experiências parecidas para compartilhar? Vejam o artigo de Prof. Valter:                                      
                         
O fenômeno parapsicológico conhecido como OSMOGÊNESE fascina, confundindo os céticos e perturba o entendimento de muitas pessoas que passaram por essa experiência parapsicológica de exteriorização odorífica. Regra geral é caracterizado pelo agradável perfume, muito suave, bem delicado e de difícil comparação com qualquer outro perfume.

 “OSMOGÊNESE é o aparecimento de odores. Do Grego geneses = produção e osmé = odor.”

Não deixa de ser um fenômeno parapsicológico de efeitos físicos. Ele corresponde à exteriorização e transformação da energia humana conhecida no universo PSI como TELERGIA.  É interessante analisar a ocorrência  do fenômeno da OSMOGÊNESE em pessoas vivas mas, mas ocorre que é mais frequentemente constatado em pessoas mortas, indicando uma intervenção sobrenatural e divina, principal e fundamentalmente com os santos católicos. Assim, é muito difícil também encontrarmos  esse fenômeno em pessoas de outros credos.

São muitas as pesquisas com os santos nessa área. Cito somente alguns, como por exemplo São Vicente de Paula, 77 anos, após a morte, já com o corpo reduzido a pó; Santa Tereza D`Ávila, 6 anos após a morte; São João Câncio, 130 anos após a morte, com o corpo  reduzido a cinzas, entre tantos outros casos da hagiografia católica. De todos esses corpos mortos exalava suave perfume de agradável fragrância.

Sabemos, contudo, igualmente da ocorrência da OSMOGÊNESE quando as pessoas ainda vivem, como, por exemplo, do padre Pio de Pietralcina, capuchinho italiano, com seus estigmas de cujas feridas exalava perfume agradável e delicado;  Santa Catarina de Ricci; Santa Verônica Giuliani e  Irmã Giovanna Maria della Groce Roveredo,  dentre muitas outras personalidades  exemplos de santidade.

Há diferença, embora muitas vezes poderia ocorrer o fenômeno parapsicológico do APORTE, isto é, a atração de partículas odoríferas não distantes do local da ocorrência.

sábado, 8 de março de 2014

ILHA DE CRISTAL NAS CARAÍBAS - RECANTO PURIFICADOR

 
Que tal uma viagem para uma ilha que tem formato de borboleta com asas abertas? E que devido ao seu grande potencial purificar é também chamada de Ilha de Cristal? Estou falando da Ilha de Guadaloupe, nas Caraíbas que conheci...  dormindo! Essa noite estive lá. Nunca tinha ouvido falar desse lugar, mas no sonho estava em uma parte da ilha bem deserta, com águas transparentes, num tom verde bem clarinho e de areia clara também.No sonho me disseram que era a Ilha de Cristal. Então, ao acordar, procurei no Google e reconheci a ilha em algumas fotos. O lugar é um conhecido ponto turístico já com toda a estrutura necessária para visitantes.  Vi que oferecem  meditações diárias com o nascer do sol, meditações curativas e limpeza de toxidade de moléculas celulares. Nossa! Parece até outro mundo, né? Tipo uma segunda Atlântida.


Lá é possível também nadar com golfinhos e tartarugas diretamente no mar. Não é a primeira vez que sonho com ilhas maravilhosas. Já sonhei no ano passado com um local parecido, mas de mar mais agitado e detalhe: no sonho eu nadava, sendo que não sei nadar. Na outra ilha havia tartarugas gigantes e me apoiava em uma delas na água. Naquele sonho senti a textura da água, o cheiro do lugar, a brisa do mar... foi muito real... uma viagem astral messssmo. Dessa vez foi um sonho mais rápido. Estava visitando o lugar, mas não com propósito de lazer. Parecia que eu estava lá estudando a ilha numa área deserta. Bom... se vcs se interessaram por esse lindo lugar podem saber mais acessando páginas do google.





quarta-feira, 5 de março de 2014

COMER COM OS OLHOS, COM O NARIZ, COM AS MÃOS E... COM A BOCA




Pouca gente sabe que o paladar é o sentido que mais interage e até depende dos demais. O prazer de comer alguma coisa tem muito a ver com o cheiro, visual, textura e até barulho da comida. É daí que vem a expressão "comer com os olhos" porque, literalmente, a visão antecipa o sabor... e daí outra expressão: "Comida que dá água na boca". Que tal aquele belo doce colorido, com uma cereja gorda e suculenta protagonizando a guloseima? Muita gente come um doce desses com os olhos antes mesmo de levá-lo à boca.

A boca é apenas porta de entrada, mas antes do alimento chegar nela, passa pelo nosso olfato, olhos e tato. E, uma vez na boca, ainda tem mais um sentido envolvido: a audição. Já repararam como o barulhinho crocante de uma bolacha salgada, de um biscoito ou de uma batata chips influencia no sabor? O cheiro, claro, é também determinante num alimento. Muitas vezes ele nos alcança antes de vermos a refeição. Se for do nosso agrado dá quase para sentir o gostinho antecipado de uma determinada comida. Se for um cheiro desagradável, de imediato rejeitamos o alimento... o que nos assegura, muitas vezes,  de comer muita coisa estragada. 

E como o tato influencia no paladar? Fácil! Basta lembrar daquelas bisnaguinhas de pão que muita gente adora amassar (bem amassado) antes de comer, geralmente, no café-da-manhã. Outros adoram a sensação de amassar miolo de pão. Sabe aqueles queijos em formato de palito? Aquilo é um “mimo” para o paladar porque as pessoas interagem prazerosamente com a comida desfiando o queijo antes de comê-lo. Comer com as mãos também aguça o sabor. É por isso que os pedaços de pizzas ficam muito mais saborosos sem auxílio de garfo e faca.

 
Paladar e memória

Há muitos exemplos de como a visão, o olfato, a audição e o tato interferem no sabor. Mas tem mais um elemento de atuação bem sutil sobre o paladar: nossas lembranças. Já ouviram falar em viciados em leite ninho? Bom... fui uma dessas pessoas que comia (de fato comia o pó puro) de uma lata em dois dias. Resultado: dolorosos e complicados estados de prisão de ventre. O leite ninho consumido puro vira pedra dentro do organismo. Dá pra imaginar o estrago? Esse vício pode ter como causa uma necessidade de voltar aos primeiros anos de infância, principalmente, se a criança foi amamentada com leite em pó, que é o meu caso. Minha mãe dizia que eu tinha rejeição ao leite materno, então devo ter tomado bem mais leite industrializado do que o natural.

Alimentos que nos remetem a um período feliz de nossas vidas podem ter uma atração especial, um sabor mágico. Brigadeiro pode ser um bom exemplo disso. Por que será que essas bolinhas de chocolate fazem tanto sucesso e tem gente que come brigadeiro até gritar de dor de estômago? A comida com gosto de passado pode ser ainda um prato que era feito com muito capricho pela mãe ou avó já falecidas... um prato que, quando consumido, dá uma sensação nostálgica de proteção e conforto. Lembranças, boas ou más, certamente afetam o sabor dos alimentos. Algumas podem nos afastar de determinadas comidas para sempre. Por exemplo: o desfecho de um relacionamento amoroso enquanto os dois comiam uma lasanha. Pronto! Risca-se a lasanha do cardápio e, muitas vezes, só o cheiro dela já dá desconforto.

Essa minha reflexão sobre o paladar surgiu a partir de uma participação no grupo de estudos do Centro de Estudos da Consciência (CEC) em São Paulo. Todas as terças à noite profissionais do CEC e público em geral se reúnem na sede da Vila Mariana para discutir temas diversos de nossa vida cotidiana e, no final, são ministrados alguns exercícios de bionergia. Nessa ocasião, após falarmos sobre os aspectos que envolvem o paladar, comemos de olhos fechados algumas frutas e verduras, que também é uma experiência bastante interessante: a gente se dá conta da textura, ruído e do cheiro dos alimentos de forma muito mais intensa no escuro. As pessoas também podem participar desses encontros (gratuitos) online. Para saber mais, inclusive o tema de cada terça, acesse www.centrodeestudos.org

terça-feira, 4 de março de 2014

GATINHA ADOTADA INSPIRA OBRA SOBRE O BUDISMO TIBETANO



A vida de uma gatinha estava por um fio quando foi salva, nada mais nada menos, por Dalai Lama – o maior representante do Budismo Tibetano. Maltratada quando filhote teve sequelas e andava desengonçada, mesmo assim, cativou monges, celebridades e moradores dos arredores do templo budista no Himalaia. Esse é o enredo da história contada por David Michie no livro “A Gata do Dalai Lama”, recém-lançado no Brasil pela editora Lúcida Letra. O melhor da obra é que a inspiração do autor partiu de uma gata por ele adotada. Nascido no Zimbábue e morador da Austrália, David adotou a gata  Wussik ao mesmo tempo em que aprendia sobre o budismo tibetano. Foi dessa maneira que ele teve a ideia de criar uma protagonista que também fosse uma gata retirada das ruas. Ah... você pensou que o personagem principal fosse Dalai Lama? Não!  Mas aposto que você vai amar a visão dessa felina vaidosa e curiosa a respeito da sociedade humana. Wussik morreu pouco antes do livro ser publicado aos 16 anos de idade.

                                                 Gata Wussik, adotada e que inspirou a obra

"Como um amante do gato fiquei intrigado quando soube que Sua Santidade já teve um gatinho também. Então comecei a imaginar que tipo de vida teria uma gata do Dalai Lama. Todas as celebridades interessantes que conheceria e as conversas fascinantes que ouviria. Imagine se ela pudesse falar! Esse foi o início de  'A gata do Dalai Lama', conta o autor. .A narração da pequena e inteligente gatinha transforma  o livro numa agradável viagem ao Budismo: ela aprende com seu mestre ensinamentos tocantes e os repassa para nós de uma maneira leve e divertida.


Alguns trechos são de um humor fantástico... diga-se de passagem, bem felino. E em meio as aventuras dessa gatinha que atravessa os muros do templo em busca de “novidades”, a filosofia budista se faz presente em pequenos episódios vivenciados pelos humanos. Vou confessar uma coisa: pela primeira vez tive vontade de conhecer melhor o budismo porque algumas passagens me tocaram. Vejam esse exemplo: “O propósito do budismo não é converter as pessoas. É dar a elas as ferramentas para que possam criar uma felicidade maior. Para que possam ser católicas mais felizes, ateus mais felizes, budistas mais felizes”. Gosto disso: de incluir todas as pessoas independente da religião que tenham e tb as que não seguem nenhuma”.

Mas o que mexeu comigo messsmo, num trecho do livro em que Dalai Explica à gatinha que todas as criaturas são iguais e têm direito igual à vida... foi: “Duas importantes causas da felicidade – primeiro, o desejo de fazer o outro feliz, o que os budistas definem como o AMOR. Segundo... o desejo de libertar o outro do descontentamento ou do sofrimento, que definimos como COMPAIXÃO”. E continua: “É útil pensar em outros seres como sendo exatamente como nós mesmos. Todo ser vivo luta pela felicidade. Todo ser quer evitar as formas de sofrimento. Eles não são apenas objetos ou coisas para serem usados para o nosso benefício. Mahatma Gandhi  disse que a grandeza de uma nação e o seu progresso moral podem ser julgados pela maneira que seus animais são tratados”.


Também gostei da “sinceridade” do personagem “Dalai Lama”. Ele não é vegetariano. Admite que come carne às vezes por indicação médica, mas que seria melhor que ninguém precisasse comer animais ou se alimentar de outras vidas, nem mesmo matar os menores seres que revestem as plantações para obter alimento apenas de origem vegetal.  David Michie assina best-sellers como “Budismo para pessoas ocupadas” e não poupou esforços para fazer da obra uma prazerosa viagem à filosofia dos lamas. “A Gata do Dalai Lama”, da Editora Lúcida Letra, tem preço sugerido de R$ 36 nas livrarias de todo o Brasil. Para saber mais sobre a gatinha Wussik acesse o site do autor www.davidmichie.com
Fátima ChuEcco – grata por ter tido acesso à essa obra


segunda-feira, 3 de março de 2014

ARTISTAS PET-SOLIDÁRIAS: PINTAM ANIMAIS E AJUDAM BICHINHOS CARENTES



Confesso que foi uma delícia fazer essa matéria porque mostrou artistas que, além de terem inspiração em cães e gatos (e os reproduzirem  de uma maneira belíssima), ainda destinam parte da venda de suas obras para ONGs ou protetoras independentes. Aqui cabe o slogan do MI-AU BOOK: "UMA PATA LAVA A OUTRA". Vicky Von Dorff já é muito conhecidas nas redes sociais com seus quadros de gatos e a perder de vista as vezes em que doou trabalhos para a causa animal. A inspiração está ao redor dela, pois, Vicky tem oito gatos e eles frequentam seu atelier. Apaixonada por felinos, decora também bolsas, pratos e outros artigos com eles. Tudo tão lindo!!!A Vana se inspira em cães. Ele retrata os animais a partir de fotos e fica uma "coisa de louco", ou seja, igualzinho ao modelo vivo. Nem é preciso dizer que ela AMA cães e também já ajudou muitos com seu trabalho. Aliás, ela mesma já retirou vários das ruas. Vana usa muita cor, trabalha muito o olhar e expressão dos cães. As duas estão em uma de minhas matérias para a revista Meu Pet de fevereiro... nas bancas! AGORA, DELICIE-SE ABAIXO com alguns dos trabalhos dessas artistas pet-solidárias.











DIA MUNDIAL DO GUARDA FLORESTAL. Vamos cumprimentar os heróis que protegem os gorilas

Na foto estão as gorilas Ndakazi e Ndeze - sim elas ficam de pé como pessoas - e alguns dos guardas florestais da República Democrátic...