sábado, 31 de janeiro de 2026

Emília é exemplo de adoção responsável! Conheça essa história


 A gatinha Emília foi jogada dentro da minha casa quando ainda era um bebê... talvez tivesse quase um mês de idade. Na época a saudosa Ághata Borralheira, minha gatinha e protagonista de livro de mesmo nome, ainda era viva. Inclusive, Emília faz parte de uma das histórias do livro.

Ághata e Emília tinham patinhas brancas, o que confere charme aos gatos com essas características. A adoção foi rápida e ela também nos encantou aqui em casa como um raio.

É um exemplo de adoção responsável porque sua tutora até hoje, passados quase oito anos, ainda me envia fotos dela (como as do vídeo). É muito importante que, depois de uma adoção, o contato seja mantido para evitar casos tristes como os que vemos todos os dias com animais adotados e pouco tempo depois deixados à própria sorte ou até pior.

Vejam o vídeo da Emília. Deliciosas imagens:



Fátima ChuEcco - jornalista ambientalista e da causa animal

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terça-feira, 27 de janeiro de 2026

Manifestação pelo Orelha quinta e domingo em SP e Santos. Participe!!!


O brutal assassinato de Orelha por adolescentes em Florianópolis (SC) comoveu o Brasil e várias manifestações/caminhadas estão sendo programadas. Na Capital de SP tem protesto no Masp (Av Paulista) na quinta-feira dia 29 às 18h e domingo, 1º de fevereiro às 10h. Tem em Santos também no domingo às 10h.

Embora nenhuma outra manifestação tenha superado a "Crueldade Nunca Mais", realizada em 2012 na avenida Paulista, com mais de 10 mil pessoas, todos os protestos são importantes para motivar leis de proteção animal. O caso Sansão é um exemplo. Relembre:

Sansão (2020): O pitbull de dois anos de idade teve as duas patas traseiras decepadas. Ele sobreviveu até dezembro de 2024. O caso inspirou a Lei Sansão ou Lei 14.064/2020 que aumentou a pena de maus-tratos contra animais para 2 a 5 anos de prisão. A pena é aumentada de um sexto a um terço se o crime provocar a morte do animal.

Caso Joca (2024): Joca tinha cinco anos quando morreu durante um transporte aéreo pela Gol. Por engano, o cão foi enviado à Fortaleza passando 12 horas no porão da aeronave. Não resistiu. A tragédia incentivou as empresas a reverem seus protocolos nas viagens com animais. Mas o ideal é que cada cia aérea tivesse pelo menos um avião apenas para viagens com animais nas cabines. Assim todos os tutores voariam em seguranças com seus animais de estimação.

Caso Manchinha (2018): Talvez o caso de maior repercussão nacional. Manchinha vivia nos arredores de um Carrefour de Osasco (SP) quando foi morto a pauladas por um segurança terceirizado. Houve inclusive indignação internacional. Em Osasco houve manifestação gigante.



Fátima ChuEcco - jornalista ambientalista e da causa animal

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segunda-feira, 26 de janeiro de 2026

EUA: Centenas condenados à morte e salvos por aviões de resgate


Centenas de animais saudáveis, incluindo filhotes de cães e gatos, são condenados à morte nos EUA apenas por estarem em canis lotados... e isso acontece o ano inteiro. Mas na madrugada do dia 23 de janeiro, a Wings of Rescue realizou uma de suas maiores operações de salvamento levando esses animais, de avião, para locais seguros. Salvaram 500 vidas!!!

"Abrigos em Houston, Abilene e no norte do Texas estão operando acima da capacidade. Animais saudáveis ​​e aptos para adoção estão ficando sem tempo simplesmente porque o espaço acaba. Esses vôos não resolverão a superlotação de canis da noite para o dia, mas salvarão mais de 500 vidas, transferindo animais para canis com vagas disponíveis e encaminhando-os para adoção. Em uma noite, três aviões, nove estados e centenas de vidas transformadas", diz a nota no instagram do @wingsofrescue_official

"Isso é viver em um mundo de possibilidades. Requer planejamento, parceiros e apoio. Cada vôo acontece porque pessoas decidem intervir. Se você acredita que animais saudáveis ​​e prontos para adoção merecem mais do que um prazo, esta missão é para você. Ajude a manter esses vôos no ar!", é dito no instagram do grupo de resgate.

Diferente do Brasil, onde uma lei federal proíbe a eutanásia de animais recolhidos das ruas, inúmeros estados dos EUA matam os animais quando os abrigos sustentados pelo governo lotam. No Brasil existem programas de castração gratuita, castração de animais comunitários e campanhas de adoção. Não é um trabalho perfeito, pois, existem falhas e falta de apoio para abrigos particulares, porém, o Brasil não aceita sacrificar animais que podem, um dia, conseguir um lar.

Já nos EUA, locais como Texas, Flórida, Califórnia e muitos outros, ainda recolhem animais das ruas e os sacrificam numa prática obsoleta que sequer resolve o problema de controle populacional desses animais. E há cidades remotas onde ainda se usa câmara de gás causando mortes lentas e sofridas. Inclusive, um tempo atrás escrevi sobre uma gatinha que sobreviveu duas vezes à câmara de gás (e também ao refrigerador) e foi adotada. Leia essa incrível história acessando em:

Gata sobrevive à câmara de gás e ao refrigerador | Jusbrasil

No Texas, moradores locais normalmente tentam adotar os animais que estão no "corredor da morte". Esse corredor já existiu no Brasil no tempo das terríveis "carrocinhas" (só os mais velhos conheceram). Mas em São Paulo isso acabou, por força de lei estadual, há mais de dez anos... dez anos gente! E no resto do Brasil acabou por lei federal há dois anos.

Tomara que os estados americanos nos copiem porque a castração em massa é o caminho mais eficiente e humano para saúde pública e controle populacional.


Ajude nesse trabalho. Apoie a Wing of Rescue. Acesse o Instagram wingsofrescue_official

Acesse também o Instagram nathanthecatlady que participa ativamente das operações

Fátima ChuEcco - jornalista ambientalista e da causa animal

Fotos: instagram @wingsofrescue_official

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domingo, 25 de janeiro de 2026

Abaixo-assinado contra massacre de gatos na Nova Zelândia. Assine!!!


Milhares de gatos na Nova Zelândia e também Austrália estão na mira de massacres por meio de envenenamento e caça com arma de fogo. Embora tratem esses gatos como selvagens, na verdade são gatos domésticos que foram abandonados ou que se perderam de suas casas próximas de florestas e seus descendentes. Mas ainda que fossem naturalmente selvagens, nada justifica essa perseguição insana e cruel.

A alegação é que os gatos estão exterminando diversas aves nativas, mas ninguém fala do desmatamento e queimadas (frequentes nos dois países) que roubam dessas aves local para ninhos e fonte de alimentos. É mais fácil culpar os gatos que enfrentar a forte indústria agropecuária, dentre outras, que acabam com o meio ambiente propício para animais nativos.

Em face disso, foi criado um abaixo-assinado pedindo ao governo da Nova Zelândia que não permita a caça dos gatos, inclusive por crianças. Há competições incentivando meninos e meninas a matarem a pauladas os gatos, filhotes, gatas gestantes... é uma brutalidade ensinada aos menores de idade.

No ano passado inúmeros cientistas atestaram que há métodos de controle populacional humanitários e muito mais eficazes. 

Por favor, assine a petição clicando em https://c.org/kbbJB2Gq9Y 

A tradução do texto do abaixo-assinado segue abaixo:

Nova Zelândia permite competições anuais de caça a gatos, ao mesmo tempo que planeja incluir gatos selvagens no programa Predator Free 2050, visando, na prática, sua completa erradicação.

Gatos selvagens — muitos dos quais são animais de estimação abandonados ou seus descendentes — enfrentam capturas, envenenamento e abate em todo o país. As competições de caça não apenas normalizam, como também recompensam a violência, ensinando crianças e comunidades que a crueldade é aceitável, enquanto alimentam a obsessão da sociedade com a violência e seu contínuo desrespeito pelo valor da vida.

Como escritora e defensora ferrenha dos animais, eu, Viola Di Grado, peço ao governo da Nova Zelândia que suspenda a erradicação letal de gatos selvagens e proíba as competições de caça. Também os exorto a adotar alternativas humanitárias e baseadas na ciência, como os programas de Captura, Esterilização e Devolução (CED), castração, microchipagem e manejo responsável de animais de estimação.

Por que isso importa:



A erradicação letal de animais inocentes não é apenas moralmente inaceitável, mas também causa extremo sofrimento. Iscas envenenadas, armadilhas e tiros são frequentemente dolorosos, lentos e indiscriminados. Competições de caça incentivam ainda mais a crueldade, ensinando às comunidades que ferir animais é entretenimento. Existem alternativas humanitárias e eficazes para proteger a vida selvagem, respeitando o bem-estar animal.

Esta petição é apoiada pela organização sem fins lucrativos americana de proteção aos gatos, Ally Cat Rescue, que pressionou a decisão do programa Predator Free 2050 contra a caça de gatos selvagens no início de 2025, por meio de uma carta assinada por 178 cientistas, veterinários e especialistas em controle animal. A carta citava evidências científicas de que a erradicação de gatos selvagens em toda a Nova Zelândia é uma meta desumana e impossível, enquanto campanhas de esterilização em larga escala seriam mais eficazes. Nenhum dos destinatários da carta respondeu.

Assine esta petição para defender os gatos, promover a compaixão e acabar com a crueldade na Nova Zelândia.

Fátima ChuEcco - jornalista ambientalista e da causa animal

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O espancamento de Orelha prova o quanto estamos numa sociedade cruel e doentia


"Os mansos herdarão a terra", mas não essa Terra. Isso fica evidente quando vemos casos como o do cão Orelha, brutalmente assassinado por quatro adolescentes que o atacaram de forma covarde e ainda se divertiram fazendo isso, na Praia Brava, em Santa Catarina, no início de 2026.

Aos dez anos de idade, já com com pelinhos brancos, certamente Orelha não conseguiu reagir ao primeiro golpe, não conseguiu fugir e deve ter caído no chão, dando a chance de ser espancado quase até a morte. Morreu pouco tempo depois devido à gravidade das lesões na cabeça... estouraram a face dele.

Isso não é "coisa de adolescente". Isso é coisa de indivíduos que já demonstram perfil psicopata e a grande maioria dos psicopatas começa matando animais justamente na adolescência... depois migram para o assassinato de adultos.

Infelizmente, também não é um caso isolado. Em 2025 houve 5.600 denúncias de violência contra animais em Santa Catarina. Imagine no Brasil todo!

No Brasil, adolescentes não são condenados e presos nem por assassinato de pessoas, desprezando totalmente uma conduta doentia que deveria, ao menos, ser monitorada de perto pelas autoridades. Eles matam, estupram... e a vida segue porque supõe-se que a regeneração virá quando fizerem 18 anos. Regenerados assim... instantaneamente.

Quem ataca covardemente um cão idoso e indefeso, certamente não hesitará em espancar uma mulher ou qualquer pessoa sem condições de se defender. É assim que vemos todos os dias mulheres, idosos e crianças assassinadas. É assim que vemos uma simples briga no trânsito ou desentendimento num bar terminar em morte.

Imaginem a dor que Orelha sentiu, não só a física, mas a emocional, de se ver cercado por covardes armados de paus com pregos. Justo ele, tão manso, tão sorridente, andando tranquilo pelaareia da praia e confiando cegamente nos humanos.

Fátima ChuEcco - jornalista ambientalista e da causa animal, autora da série "Assim começa a carreira de um psicopata" que reúne inúmeros casos de psicopatas que mataram animais antes de assassinar pessoas


sábado, 24 de janeiro de 2026

Grupo de gorilas das montanhas enfrenta metapneumovírus humano


Do Natal para cá as coisas não andaram muito bem para o grupo Kwitonda de gorilas das montanhas. Os 19 membros vivem no Parque Nacional de Vulcões de Ruanda e são monitorados pela equipe assistencial do Gorilla Doctors. Vários deles, incluindo os dois silverbacks (costas prateadas ou líderes), se contaminaram com o metapneumovírus humano que circula há 20 anos pelo mundo causando problemas respiratóerios nas pessoas.


É considerado um vírus comum sem grandes complicações, mas em gorilas pode ser fatal. O contato com turistas leva até os gorilas vírus dos quais eles não estão preparados para se defender. Por isso o ideal é que os humanos usem máscaras na aproximação com os gorilas - o que muitas vezes não acontece.


A equipe do Gorilla Doctors precisou intervir aplicando antibióticos e acompanhando a saúde de 16 membros que ficaram doentes apresentando tosse, secreção nasal e letargia. O silverback chamado Karevuro, inclusive, se manteve um pouco afastado do grupo por uns dias - o que foi motivo de preocupação.


Também um bebê ficou doente, mas felizmente sua mãe foi vista amamentando-o recentemente. Após as intervenções medicamentosas os gorilas foram se recuperando e em 22 de janeiro pareciam bem segundo os médicos do Gorilla Doctors. Embora sejam veterinários de formação, eu prefiro chamá-los de médicos porque não tenho nenhuma dúvida de que gorilas são pessoas.

Conheça e apoie o trabalho do Gorilla Doctors. Acesse Gorilla Doctors - Mountain Gorilla Veterinary Project & Centro de Saúde da Vida Selvagem da UC Davis Gorilla Doctors

Fátima ChuEcco - jornalista ambientalista e da causa animal, apaixonada por gorilas das montanhas (escrevendo sobre eles desde 2009)

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quinta-feira, 22 de janeiro de 2026

Gatinho Filou andou mesmo 250 km ou pegou carona no motor de um veículo?


Será que Filou, estando perdido numa estrada, em ponto onde tradicionalmente motoristas fazem uma pausa, não entrou no motor de veículo que seguiu na mesma direção que seus tutores e que, por sorte, o deixou em Homps, vilarejo bem próximo a Olonzac, na França, onde ele mora?

Prefiro acreditar que Filou intuiu que um determinado carro ia na direção da sua casa do que ele mesmo ter andado 250 km com suas patas. Os gatos têm um sexto sentido apurado. São muito intuitivos.

Embora a versão do gatinho atravessar uma longa distância tenha uma narrativa cativante, não é o que costuma ocorrer na realidade. Estudo publicado na Scientific Reports, importante revista focada em pesquisas de comportamento animal, mostra que gatos domésticos, quando fogem, costumam ficar por perto, em geral, até 50 metros de suas casas, podendo chegar até 200 metros com o passar dos dias.

É por isso que a maioria dos gatos que vivem exclusivamente dentro de casas, quando se perdem, são achados, geralmente, em imóveis vizinhos. Já os gatos de vida livre (criados soltos), diz a pesquisa, podem se afastar mais, porém, não andam grandes distâncias. 

Os cães sim são andarilhos por natureza e podem atravessar vários quilômetros por dia dependendo do porte físico e condição de saúde. Os gatos tendem a buscar abrigo ou esconderijo o mais próximo possível da onde escapam.

O caso

Filou virou notícia em todo o mundo depois que se divulgou que ele teria percorrido 250 km (a quatro patas) depois de escapar de seus tutores durante uma viagem, quando eles voltavam da Espanha para Olonzac, na França, onde vivem. Ele teria saltado pela janela do motorhome numa parada que o casal fez no caminho.

Cinco meses depois Filou foi resgatado a meio quilômetro de distância de sua casa e graças ao microchip teve sua família localizada. Magro, abatido, desidratado e com as patinhas esfoladas, o veredicto "mais emocional que técnico" apontou que o gatinho teria cruzado centenas de quilômetros sozinho utilizando-se de seu senso de direção.

O perigo de uma história como a de Filou

Embora histórias como a de Filou encham de esperança os corações de quem está com uma gatinho perdido, pode também gerar um efeito negativo fazendo os tutores acreditarem que seus gatinhos voltarão para casa sozinhos. Isso pode desmotivar buscas intensas nos arredores que são cruciais para se encontrar um gato perdido.

Em meu trabalho como consultora sobre gatos perdidos vejo muita resistência em algumas pessoas em acreditar que o gato está preso ou escondido muito perto de casa ou da onde ele escapou. E muitos bichinhos morrem por conta disso. 

Já registrei inúmeros casos, com depoimentos e fotos no blog da BuscaCats, de pessoas que só acharam seus gatos porque se dedicaram no entorno da onde o gato se perdeu. Elas se embrenharam em buscas diárias ao invés de procurarem longe ou de cruzarem os braços achando que o gato voltaria sozinho ou que estaria sendo cuidado por alguém.

Quem ama, procura.

Também registrei alguns casos de gatos encontrados, por exemplo, em outro bairro, mas que foram parar lá no motor de um carro. E de outros que até voltaram sozinhos, mas porque estiveram acidentalmente presos em algum local próximo que, por sorte, foi reaberto e deu a eles a chance de voltarem para casa.

Que a história de Filou inspire os tutores a acreditarem num reencontro com seus gatos perdidos, mas nunca os faça desistirem de procurar seus gatinhos na vizinhança achando que voltarão sozinhos.

Fátima ChuEcco - jornalista ambientalista e da causa animal, escritora e fundadora da editora www.miaubookecia.com e consultora da @buscacats (única consultoria especializada em gatos perdidos do Brasil) http://buscacats.blogspot.com




terça-feira, 20 de janeiro de 2026

Filme "Caju" mostra cãozinho sobrevivente das enchentes do RS


Uma pérola cinematográfica passou despercebida essa semana pela maioria dos amantes de animais: o filme "Caju, meu amigo", que foi exibido discretamente pela Globo na noite de segunda-feira, logo após o BBB. E o melhor do filme: o ator canino é de fato um cãozinho resgatado daquelas enchentes monstruosas que viraram notícia no mundo todo.

Com cenas reais do desastre, incluindo a icônica cena do cavalo Caramelo no alto de um telhado, o filme conta a história de uma cachorrinho adotado de uma ONG, mas que tinha uma tutora vivendo em um abrigo para pessoas que perderam tudo.


Apesar da situação em si ser dramática, o filme é bem-humorado especialmente no que se refere ao relacionamento "forçado" entre as duas tutoras: a antiga e a atual. E o cãozinho, que na realidade se chama Tofu, dá um show. Na vida real ele também teve um final feliz. Mas até hoje há animais esquecidos nos abrigos de RS: nunca mais foram procurados pelos tutores ou tiveram suas famílias mortas na tragédia.

Talvez o filme entre em streamings... certamente deve entrar no Globoplay... e vale muito a pena ver!!!


Fátima ChuEcco - jornalista ambientalista e da causa animal, escritora e fundadora da editora www.miaubookecia.com e da @buscacats

Foto de abertura - Pixabay Free

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Alerta para quem é MEI: contribuição padrão não permite aposentadoria por tempo de contribuição


Quando a gente se torna MEI e constitui um CNPJ não fica claro que é preciso complementar o DAS mensalmente para ter esse valor contabilizado para fins de aposentadoria por tempo de contribuição. Muitas pessoas estão há anos pagando apenas o valor obrigatório do DAS, que até 2025 era de R$ 80, sem nem desconfiar que dessa forma só podem se aposentar por idade (65 anos homens e 62 mulheres).

 "A contribuição do MEI pelo DAS não conta para aposentadoria por tempo de contribuição devido à alíquota reduzida de 5%. É preciso fazer uma complementação via GPS (carnê laranja) com o código 1910 (15% sobre o salário mínimo), somando os 5% do DAS aos 15% para atingir o padrão de 20% e garantir o direito à aposentadoria por tempo de contribuição ou a um valor de benefício maior, podendo ser somado ao tempo de CLT". 

Como fazer a complementação:

Calcule o Valor: O valor extra é de 15% sobre o salário mínimo vigente. Gere a GPS: Acesse o site da Receita Federal ou Meu INSS para gerar a Guia da Previdência Social (GPS) ou compre o carnê. Use o Código Correto: Preencha a GPS com o código 1910 (ou 1929 para outras situações). Pague a Guia: Efetue o pagamento em bancos, lotéricas ou internet banking. 

Quando vale a pena?

Se você tem tempo de contribuição anterior (carteira assinada) e quer somá-lo para aposentadoria por tempo, ou quer se aposentar por idade, mas com valor acima do mínimo, a complementação é vantajosa. Para ter certeza, consulte um profissional de contabilidade ou um especialista em direito previdenciário, pois nem sempre a complementação é financeiramente vantajosa para todos os casos. 

Fonte: Pesquisa em diversos sites de economia. Foto Pixabay Free


quinta-feira, 15 de janeiro de 2026

Apaixone-se pelos Gatos do Casarão do Ipiranga e participe!


Eles eram mais de 100 gatos vivendo num casarão de 1924 instalado no histórico bairro do Ipiranga, em SP. Hoje restam 17 graças a um trabalho admirável de voluntárias que não pouparam esforços para mudar a realidade desses pequenos felinos.

As colônias de gato se formam em locais públicos, onde são protegidos por lei e podem ter acesso ao método de CED - Capturar, Esterilizar e Devolver ao local de origem com a ajuda de orgãos municipais e estaduais, ou podem se instalar em áreas privadas onde precisam contar também  com a responsabilidade dos proprietários para manejos éticos e seguros.

Nesse vídeo você conhecer essa história de sucesso escrito com muito suor e garra. Mas um história que ainda não chegou ao fim e necessita da sua ajuda. Veja,  compartilhe e comente  no YouTube para dar força ao projeto. Acesse também o instagram @gatosdocasarao


Fátima ChuEcco - jornalista ambientalista e da causa animal, escritora e fundadora da editora www.miaubookecia.com e da @buscacats

Foto de abertura - Pixabay Free

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sexta-feira, 9 de janeiro de 2026

Lindo filme conta história verídica de Pinguim numa escola


"Lições de Liberdade" é um filme para se divertir, emocionar e... amar. E o melhor: é uma história real que se passa na Argentina nos anos em que a ditadura comandava o país. Mas o Pinguim batizado de  Juan Salvador não se envolveu na política e sim nas aulas de inglês de uma escola para garotos ricos. Nadar na piscina era seu maior deleite, além de ganhar peixinhos frescos dos alunos.

E o Pinguim, gente... é um verdadeiro ator... e ouvinte. Ele presta atenção em tudo que lhe dizem como se realmente estivesse interessado na conversa. Ouve atentamente confissões, desabafos e segue a toda parte o professor que o resgatou coberto de óleo numa praia.

Vale cada minuto. Eu vi no Prime Video, mas deve ter em outras plataformas.

Trailer legendado:


Fátima ChuEcco, jornalista ambientalista e da causa animal e escritora

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quarta-feira, 7 de janeiro de 2026

Poema da Libertação de culpas e medos


No buraco por onde só passava uma cabeça de alfinete no meu coração, abriu-se uma cratera por onde mergulhei no meu mais profundo âmago, me libertando de medos, culpas, crenças e sentimentos ruins. A alegria se fundiu com a gratidão no lugar onde a mágoa se fundia com a raiva.

Autoria: sonhei com esse poema, então não sei se é de autoria do meu inconsciente ou não

Fátima ChuEcco -jornalista ambientalista e da causa animal Foto AI


Celebração em 2026: Raro nascimento de gêmeos de gorilas-das-montanhas


 A família Bageni de gorilas-das-montanhas acaba de ganhar dois novos membros. No dia 3 de janeiro a fêmea Mafuko (foto) deu a luz a dois meninos. Bageni tem agora 59 indivíduos. Mãe e gêmeos estão sendo monitorados de perto pelo guardas florestais uma vez que dois recém-nascidos é um grande desafio para a mãe transportar pela floresta com segurança. E estamos falando de uma floresta onde ainda há caçadores e armadilhas mortais, além de guerrilha.

Mafuko tem 22 anos e nasceu na Família Kabirizi, no Parque Nacional de Virunga, em 2003, na República Democrática do Congo - um dos únicos lugares onde vivem os ameaçados gorilas-das-montanhas. Apenas Uganda e Ruanda também têm gorilas dessa espécie.

A mãe de Mafuko foi assassinada em 2007 num cruel ataque de caçadores. Em 2013 ela deixou sua família de origem para ingressar na Família Bageni. Gorilas não se reproduzem com parentes. As gorilas entram em outras famílias quando atingem a puberdade. Por isso Tumaini, a irmã de Mafuko, também acabou ingressando na Família Bageni.

Mafuko já teve gêmeos em 2016, mas eles morreram uma semana após o nascimento. Ela, no entanto, já cuidou de outros cinco filhos.  

Além dos gêmeos, outro motivo de celebração é o Centenário de Preservação do Parque Nacional de Virunga que recebe apoio da União Europeia e da Unesco. Está à venda um belíssimo livro desse evento que pode ser enviado para qualquer lugar do mundo.


No entanto, os desafios são grandes numa região onde ainda existe conflito armado entre milícias. O Parque já perdeu vários guardas que dedicaram suas vidas aos gorilas. 

O trabalho em Virunga compreende a proteção de outros animais e também o empoderamento das comunidades locais gerando capacitação para agricultura, energia limpa e empregos. No site http://virunga.org pode-se adquirir itens confeccionados por artesãs de Virunga e também camisetas, bonés, canecas, bolsas... tudo muito lindo e com estampas de gorilas-das-montanhas.

Também é possível ajudar financeiramente e os gorilas precisam muito, mas muito mesmo de nossa ajuda. Acesse http://virunga.org


A título de curiosidade é bom dizer que os gorilas-das-montanhas não caçam. Sua alimentação é basicamente folhas, raízes e frutas. Eles também comem cupins das árvores. E, apesar do tamanho, são pacíficos, razão pela qual beiram à extinção. Os gorilas não atacam ninguém, apenas se defendem. Quando há invasores armados, o líder do grupo, normalmente um gorila costas prateadas (foto) quebra galhos e bate no peito para afugentar os inimigos, mas é um mecanismo de defesa completamente ingênuo contra as espingardas e outras armas.

Fátima ChuEcco - jornalista ambientalista e da causa animal, apaixonada pelos gorilas-das-montanhas. Veja alguns de meus trabalhos de maior repercussão acessando

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sexta-feira, 2 de janeiro de 2026

Todos os cães que participam do filme Gump eram de rua e foram resgatados


Se você ama animais e especialmente cães precisa assistir "Gump - Uma lição de vida" ou, no título original, "Gump - o cão que ensinou as pessoas a viverem". Nesse filme da República Tcheca de 2021 e disponível no Prime Video, Gump é um cachorrinho abandonado dentro de uma lixeira quando filhote e que acaba adotado por um artista de rua. 

O filme é lindo e mostra várias problemáticas envolvendo cães como abandono,  maus-tratos e fábrica de filhotes. Inclusive, uma das melhores amigas de Gump no filme é uma cadelinha que foi usada como matriz num canil e que, na vida real, teve o mesmo destino até fugir e ser resgatada pela protetora Verônika que, também na vida real, resgata animais.

A história é contada pelo próprio Gump, com a visão dele das coisas e das pessoas. Ele até menciona a "ponte do arco-íris" que leva os cães para o Céu. Tudo muito fofo!


O enredo se passa em torno da busca de Gump pelo seu tutor e vice-versa. Ambos são maldosamente afastados e saem pelo mundo na esperança de um reencontro. Em suas andanças Gump vai conhecer a rotina de um abrigo de cães e também uma protetora de animais, além de fazer amizade com cães de rua.

E o mais legal desse filme dirigido por F.A. Brabec e baseado no best-seller de Filip Rozek, é o respeito e reconhecimento dado a todos os cães atores. Todos já viveram nas ruas e, no final do filme, é mostrada a breve história de cada um até ser resgatado. 

Filip Rozek fundou a organização With a Dog I Like the World, que ajuda abrigos e pessoas que salvam cães. Ele escreveu o livro Gump quando ainda não tinha o cachorrinho de mesmo nome. Quando foi convidado para ter seu livro num longa-metragem, a protetora Verônika, então amiga de Filip, apresentou a ele um cão de rua que se enquadrava nas características de Gump.

Dessa forma o Gump entrou na vida real de Filip. O filme é doce. O final é feliz e maravilhoso. Não percam!

Em 2024 foi lançado o Gump 2 com título original "Gump - We are two" ou "Gump - Somos dois" porque Gump terá uma companheira e viverá novas aventuras, inclusive, com outros animais resgatados como um porquinho. O filme não veio para o Brasil, mas segue o trailer abaixo:




Fátima ChuEcco jornalista e escritora especializada em pets

Site www.miaubookecia.com 

Existem três tipos de gatos que somem ou se perdem segundo estudo

Para encontrar gatos desaparecidos é preciso levar em conta  em qual categoria o gato se encaixa porque isso fará toda a diferença nas busca...