A gatinha Emília foi jogada dentro da minha casa quando ainda era um bebê... talvez tivesse quase um mês de idade. Na época a saudosa Ághata Borralheira, minha gatinha e protagonista de livro de mesmo nome, ainda era viva. Inclusive, Emília faz parte de uma das histórias do livro.
Ághata e Emília tinham patinhas brancas, o que confere charme aos gatos com essas características. A adoção foi rápida e ela também nos encantou aqui em casa como um raio.
É um exemplo de adoção responsável porque sua tutora até hoje, passados quase oito anos, ainda me envia fotos dela (como as do vídeo). É muito importante que, depois de uma adoção, o contato seja mantido para evitar casos tristes como os que vemos todos os dias com animais adotados e pouco tempo depois deixados à própria sorte ou até pior.
Vejam o vídeo da Emília. Deliciosas imagens:
Fátima ChuEcco - jornalista ambientalista e da causa animal
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